domingo, 18 de dezembro de 2016

Tempo valioso perdido...

Que se pode fazer quando temos que fazer uma formação e sabemos de longe mais do que a formadora?
Nada. Entra-se muda, pouco se acrescenta e sai-se frustrada porque, sim!, há muito a aprender mas com pessoas que, efectivamente, saibam mais e tenham algo a ensinar.
Sentamo-nos assim discretamente à espera que o tempo voe e conscientes que tanto se poderia fazer noutro lado e com outras pessoas. E não!, não se pode reportar a situação.
A única solução é o vulgar comer e calar!

Eles perseguem-me...

É certo e sabido que a cada regresso a bagagem vai muito mais pesada e a estante, em casa, parece ter encolhido.
Desta vez (e das futuras!) seria excepção, não haveria mais compras destas por razões cá desta vidinha e do destino que me foi sorteado. Tudo a correr como planeado quando tropeço neste amiguinho que promete delícias permitidas. Este e outros três mosqueteiros que estão ali a olhar para mim.
Nada mais a fazer. Já está feito!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Tudo isto existe...

E é triste!
O novo parque de estacionamento de curta duração no aeroporto de Lisboa é, na minha opinião, o resultado de um estudo (ou somente imitação) das boas práticas de um qualquer país desenvolvido. Estacionamento grátis durante 10 minutos com lugares quase sempre disponíveis, devido ao elevado custo quando ultrapassa o tempo permitido, mesmo em frente ao terminal de partidas para a função a que se destina: drop-off de passageiros e bagagem e um beijo ou abraço de despedida. Fantástico, Mike!
Mas apesar dos muitos lugares vagos, há sempre os chicos-espertos (tantos!) que param as suas viaturas nos lugares destinados a pessoas com mobilidade reduzida ou mesmo em cima da passadeira atrapalhando a entrada e saída dos carros no mesmo parque. Vi eu durante os 30 minutos em que estive à espera do meu pick-up. 
É esta mentalidadezinha portuguesa que entristece a minha costela suíça importada.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Just for my record...

Eu, pessoa supé chic que só aprecia e consome os melhores chocolates suíços ou belgas ou outros semelhantes, crús, orgânicos com mais de 85% de cacau promissores de beleza, saúde e juventude eterna está a deliciar-se com um - já vou no segundo em dois dias - Ritter Sport Extra Nut que me está a saber pela vida (e não consigo parar!).

Just for the record...

Em russo, o nome do presidente eleito Trump diz-se (ou ouve-se!) Trampa.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Cansam-me o nome...

Os senhores dos Call Centers conseguem repetir o nome próprio e apelido de uma pessoa mais vezes em cinco minutos do que o meu sobrinho com dois anos a chamar a tia o dia inteiro. E se ele chama a tia!
É enervante! Os senhores dos Call Centers, o sobrinho querido nunca.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Pequenas coisas...

Hoje vi uma fotografia de uma página russa sponsored do FB. É normal. Aparecem muitas. Mas esta fotografia mostrava uns chinelos de quarto iguais aos meus (de Lisboa). E do nada, senti-me homesick. Senti falta do meu ninho, do meu conforto, do meu eu verdadeiro. 
Acho que estou a pirar...

Definitely...


Well, I treated myself to 90 mins of pure delight and joy and 90 minutes later I'm feeling and looking 5 years younger. My new BBF Vova (a gay beautician!) just made my day. No tricks!

Trick or treat...


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Eu não procuro...

Elas atiram-se para a minha frente.
E não hei-de eu, assim, continuar preconceituosa?

Amiga de um amigo (esta, minha amiga não é - nem conheço!).

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Hey, Mr. Cagarolas...

Se há coisa que me faça comichão, e há muitas, a cagarolice é uma delas e deve ocupar um dos lugares cimeiros, muito provavelmente porque tenho aturado alguns e simplesmente considero tempo perdido e enfastiante.
Aquela coisa do eu tenho, eu faço, eu aconteço de peito feito, armado ao pingarelho e ar superior dá-me uma vontade imediata de virar costas e fazer conversa para outro lado. Não é por nada, só mesmo deixo de ter tema para conversar com a cagari-cagaró em questão. Vou falar de quê? Subir no pedestal e dizer que tenho, faço e aconteço muito mais ou vou lamentar de não ter, não fazer e não acontecer, oh desgraça da minha vida, que (des)infeliz que eu sou, não sirvo para nada, parasita da sociedade?
Não dá, não é? Pelo menos para mim.
Esta gentinha arrogante com meia dúzia de sucessos mas com uma lista interminável de cagarolices é chata. É inconveniente. É desinteressante. Alimenta-se do show off e da humilhação alheia (ou pelo menos da tentativa). Não tenho paciência. Fui.
Depois há o cagarolinha pé rapado. Uma espécie semelhante mas sem nada para mostrar. É o indivíduo que nem sequer é esforçado, se fosse tinha feito alguma coisa da vida e não estou, sequer, a referir-me a salários chorudos. Normalmente esta gente avalia-se (e aos outros) pela quantidade de zeros da conta bancária. Amiúde é ignorante, preguiçoso e mais um sem número de atributos pouco recomendáveis mas acha que se atirar umas cagarolices para o ar, alguém há-de acreditar e no fim até consegue um lugar engraçado na fotografia. Ora, não consegue. O que consegue é mostrar o quão ridículo e patético é. Até porque a inteligência não sendo o seu forte, e como é mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo, acaba sempre por, em algum momento, cometer um deslize fatal.
E como a idade é tramada, e a minha já não me permite aturar estes enfados, o bocejo costuma ser a melhor resposta.

Elisabete, francamente...

Será perseguição? Destino? Ou mera coincidência? Mas Elisabete, para mim, é sinónimo de burrice. E pior, estas pessoas não têm a mínima noção das suas limitações, bem pelo contrário, acham-se a última bolacha do pacote. Mas, lá está, por ignorância ainda não perceberam que a última bolacha não passa de migalhas.

Disclaimer: não pretendo ofender ninguém até porque não conheço toooodas as Elisabetes deste mundo mas as poucas que conheço são burras, tão burras, que chega a doer. Muito.
E gostava muito de conhecer para perder o preconceito. A sério!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Os primeiros flocos de neve...

Cansada de estar fechada, já a sentir o peso dos ambientes excessivamente aquecidos e secos, decidi ir apanhar ar fresco. A noite já tinha caído, as luzes da rua, dos carros e das lojas mais o ar frio no rosto lembrou-me o Natal. Por não estar a chover nem a nevar, até que um passeio à noite por Moscovo, apesar de estar frio, pode ser bastante agradável. E sozinha, acompanhada pelos meus pensamentos, desci e subi a Tverskaya. Assim que regresso olho lá para fora e vejo os primeiros flocos de neve a cair timidamente. Ainda não há tapete de neve no chão. A ver vamos como Moscovo vai amanhecer. O Inverno, definitivamente, chegou aqui.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Je suis UBER...

Eu até entendo algumas reivindicações e preocupações dos taxistas. A questão da legalização do serviço UBER parece estar na ordem do dia e a ser preparada e por isso o serviço continua disponível a quem o quiser utilizar. E isto é que está a fazer muita comichão aos taxistas, cada vez haver mais adeptos/clientes do serviço UBER. E os senhores taxistas não querem ou parecem querer saber o motivo. 
Certamente há muitos taxistas correctos, atenciosos com os carros limpos e em perfeito estado de conservação e tuditudi mas a verdade é que a classe está com a sua reputação pelas ruas da amargura. E não é por causa da UBER. Há muito que são acusados de enganarem os clientes com rotas esquisitas para cobrarem mais, de serem mal-educados se o percurso é demasiado curto, de os carros cheirarem mal, dos palavrões proferidos nas viagens, da falta de higiene do motorista entre outras pérolas, especialmente à saída do aeroporto (experiência própria!). Tudo isto muito antes da UBER. Tiveram muitos anos para melhorarem o péssimo serviço prestado mas como não havia concorrência não sentiram necessidade. Eram os maiores e únicos.
A UBER apareceu e o serviço convenceu. Veio contrariar o mau serviço disponibilizado pelos taxistas e nem por isso com um custo mais elevado. Os utilizadores decidiram. 
E quem ainda tivesse dúvidas, hoje foi o dia em que as mesmas se dissiparam e a UBER nem precisou fazer nada. Os taxistas encarregaram-se de toda uma rebuscada estratégia de marketing e publicidade gratuita para a concorrência. Burrice!

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Oktoberfest...

Depois de um mês de chinesices, chegar à Alemanha é como estar em casa mesmo nem gostando lá essas coisas de cerveja.

sábado, 24 de setembro de 2016

Eu sei...

Sabe, Papoila, você não tem nada de portuguesa. 
(Yeah, yeah, yeah, as if you were an expert…)

Ainda não percebi se é elogio ou somente pena mas é recorrente. Tão normal que já nem ligo nem justifico, muito menos questiono. Deixo, simplesmente, cair no turbilhão das várias conversas cruzadas.

Amanhã é outro dia.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O drama, a tragédia, o horror...

A quantidade de comentários chocadíssimos à cause de uma brincadeirinha insignificante. 
Mas as pessoas ligaram o complicómetro logo de manhã? Aquela grupeta com tanta patetice matinal não consegue descontrair esta gente? A ironia caiu em desuso ou foi só mesmo a inteligência?
Valha-me nossa senhora dos tolinhos!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

E assim de repente...

Já é Outono.
Ora bolas! Então eu que planeava e merecia (e assim diz o meu contrato, relembraram-me hoje ao telefone - verdade, verdadinha!) visitar o Verão, e passear na praia (deixo os mergulhos para águas mais cálidas) e comer uma sardinhada e fazer mais qualquer coisa típica da silly season e diz que já não vou a tempo? Is it so?
É que pelas contas atravessadas desta gente, nem o Verão de S. Martinho eu vou ver, caneco!

Smile and nod, smile and nod ou inspira, respira e não pira, s'il vous plaît.

Isto também existe...

Hoje ou ontem, confesso que já nem sei devido à diferença horária e ao contínuo contacto com outras partes do globo, tropecei num artigo, no mínimo, estranho. Estranho para mim que nunca tinha ouvido falar e estranho porque não consigo abraçar a ideia: amormentação ou amormentar. 
Começa logo mal pela semelhança fonética com a palavra atormentar e não melhora quando imagino o conceito. 
Por razões que agora não vêm a este caso, o meu sobrinho passou muitas noites e dias, seguidos ou alternados, em minha casa desde o dia em que nasceu. É meu sobrinho. É a mini (e a maxi!) pessoa mais importante da minha vida. Biúúúúú - I love you (him) - to the moon and back a zillion times and more. Houve algum choro e muito colo e abraços e beijinhos e massagens e embalos e cantorias e nunca, mas nunca, me passou pela cabeça essa coisa da amormentação. Confesso que me faz muita comichão, confusão, causa-me até alguma repulsa (para não dizer nojo, mas isto sou eu que sou uma maria nojentinha para quase tudo e mais alguma coisa!).
Ainda consigo perceber as amas de leite de antigamente (muito antigamente!). Não havia leites adaptados e os bebés pequeninos precisavam de alimento. Contudo, estas amas eram mulheres jovens "parideiras" que partilhavam o leite das suas crias com outros bebés. Mesmo assim hoje torço um bocadinho o nariz a esta prática mas, pronto, nesses tempos idos era o melhor que se arranjava.
Agora defender que uma avó, tia, madrinha ou uma outra qualquer mulher que não a mãe necessita de amormentar (atormenta-me a mim!) o neto, sobrinho, afilhado ou whoever para conseguir acalmá-lo e criar laços de afectividade ultrapassa-me a uma velocidade super-sónica. Really?
E há um mar de gente a achar isto normalíssimo e saudável. Isso e amamentar os miúdos até aos 7 anos, quer dizer 84 meses - outra moda que não entendo é a idade dos miúdos em meses depois do primeiro aniversário mas pronto eu ando com um mau feitio de fugir (pelos vistos até à China e ainda não é longe o suficiente ou, se calhar, é por isso mesmo!).

terça-feira, 20 de setembro de 2016

De olhos em bico...

Seguramente, já bebi mais chá neste mês do que em toda minha vida. Até porque nunca gostei muito de chá mas entretanto curei-me disso. Disso e de outras maleitas.
É chá e arroz. Muito arroz. Arroz a toooodas as refeições. Queruzes, queredo!

domingo, 11 de setembro de 2016

O mundo mudou...

A tragédia e o trauma no mundo ocidental sempre presentes e, ainda assim, relembrados todos os anos e os Aleppos deste mundo esquecidos todos os dias.

Four Seasons...

Sydney deve ser das poucas cidades onde apesar de ser Inverno, na rua desfilam, simultaneamente, gabardines, sobretudos, havainas, vestidos leves, calções e uggs. Vale tudo. Eu não prescindo do cachecol e sinto falta do meu piumino ou uniqlo mas mudava-me para cá tipo ontem. Que cidade...

Mito urbano ocidental...

Acabei de ver um chinoca a comer melancia e a beber um copo de vinho tinto.
Isto é coisa para acabar com a noite dele ou é só mais uma mania do mundo ocidental?

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Gente (inha)...

Tenho, com um amigo, uma very private joke que volta e meia vem à baila e resume-se num ODEIO PESSOAS. Claro que não odeio pessoas mas poucas são as que me surpreendem e que verdadeiramente admiro. É tudo muito mainstream, mais do mesmo, valores e princípios muito baratuchos ou facilmente negociados, muita burrice encapotada, muita sabedoria falseada, muita chico-espertice saloia e depois o ODEIO PESSOAS encaixa lindamente.
Hoje numa situação completamente normal: restaurante cheio e sem reserva feita foi-nos pedido para esperar. Como a mesa seria para seis e por ser mais difícil acomodar estes todos do que dois ou três o tempo de espera alargou-se para além do desejável. A opção seria, e foi, procurar outro local, não sem antes alguém aproximar-se e entredentes perguntar se eu tinha os meus cartões de visita comigo (que tinha) mas que imediatamente e já prevendo o desfecho respondi que não. 
Acho que ultrapassa aquela coisa da vergonha alheia mas mesmo assim afastei-me devagarinho e fingi não perceber as piadas que entretanto esta pessoa atirava para o ar.
Nunca eu ousaria abusar de um privilégio profissional numa situação pessoal. É falta de ética, é embaraçoso e revela muito sobre o carácter, ou a falta dele, da pessoa e é por estas e por outras que o ODEIO PESSOAS aparece muito amiúde nas minhas andanças.

Feeling musical...


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Bucket list...

Suponho que 90% da minha bucket list seja de locais a conhecer ou re-visitar. Se por um lado vou eliminando os destinos novos, por outro, vou aumentado aqueles a visitar novamente. Assim, esta lista não tem fim. 
Os remanescentes 10% da lista são uma utopia. Tenho-me revelado um autêntico fracasso na tentativa de os alcançar. Bummer!

sábado, 3 de setembro de 2016

Chinesices...

Uma pessoa anda jetlegada, desenquadrada, desidratada (obrigada, Mr. Fried Rice with Seafood pela belíssima intoxicação alimentar), desfasada, diria até desmiolada e prepara-se para dormir cedo e tentar reparar um ou outro neurónio que ainda possa ser ressuscitado quando toca o telefone porque houve um engano e porque é mesmo necessário corrigi-lo agora e sim porque sim e por favor venha porque temos aqui uma caixinha de Dim Sum para si.
Really? 

Sem gosto...

Vi dois dias em Agosto.
Enquanto os portugueses mergulhavam nas águas frias do Atlântico (menos frias a Sul) comiam bolas de Berlim e sardinhas assadas e deliciavam-se com os dias quentes e longos eu nem dei por o mês passar. Mergulhei (mergulharam-me) de cabeça, só emergindo para um muitíssimo breve fim-de-semana em casa e, de repente, diz que já é Setembro. Foi um Agosto sem gosto nenhum.

sábado, 20 de agosto de 2016

Aditivos...

4:20am (hora local) e estou a pequeno-almoçar um sumo de laranja e um chá verde pronta para um regresso relâmpago a Lisboa. Aqui ao lado está um senhor a beber uma cerveja e a mulher um café com cheirinho - eu bem vi eles abrirem a garrafa dentro do saco do duty free e deitarem no café. Será que estamos no mesmo fuso horário ou eles vinham com bicho e  tiveram que o matar logo pela fresquinha?
Uma coisa temos em comum: dieta líquida. A deles escorregou melhor, eu ainda vou a meio do meu chá e eles já foram embora!

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Coincidências esquisitas...

E assim, subitamente, estava eu com o pensamento distante, no torpor de um sonhar acordada longínquo e quase irreal quando a ideia se materializa com contornos muito pouco científicos. Não é a primeira vez.
É bom mas arrepia...

sábado, 13 de agosto de 2016

Let food be thy medicine and medicine be thy food....

Cada vez mais adepta das mezinhas da avô em detrimento da chamada medicina convencional que eu teimo em denominar unicamente por alopática, uma vez que de convencional tem muito pouco.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Diz que...

Cleveland, Ohio ou Springfield, Illinois está para os americanos assim como Viena de Áustria ou Paris de França está para os totós.
É, não é?

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Síndrome do emigrante...

É não ligar puto a futebol, não perceber quase nada do jogo, ter uma ligeira simpatia por um clube e mesmo assim não saber o nome dos jogadores nem nada que esteja relacionado com o mesmo mas ficar feliz da vida a "ver" o jogo da selecção em posts no site da UEFA e celebrar a vitória como se fosse uma adepta convicta! Ele há coisas...

Perspectivas...

 A brincar, a brincar ilustra-se qualquer coisa séria.

terça-feira, 28 de junho de 2016

São brocas de dentista nojóvidos (ou nojólhos)...

Uma pessoa entra numa brincadeira numa dessas plataformas sociais da moda.
Uma triálogo mordaz ao longo dia. Três pessoas (amigos) em três países. Muita risota e muita brincadeira à mistura. Antes de fechar o dia, um alguém perde o fio à meada e diz que se dispistou. Eu acho que acabou de espalhar-se ao comprido.
Oh, vida!

sábado, 25 de junho de 2016

Novidades da terra de Sua Majestade...

com direito a visitar o backstage e até a pisar o palco, uma molha daquelas tipo pinto e ver o consumismo desenfreado no primeiro dia de saldos de Verão no Harrods.


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Live from London...

Ele é tempestades, inundações, referendum, a independência da Escócia e da Irlanda do Norte, milhares de pessoas nas ruas, estradas bloqueadas, um caos completo no trânsito.
Londres, cidade estado… de sítio!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Era tão mais simples...

Pagavam-me o triplo, eu ficava a gerir aquela chafarica aqui de casa. Até poderia ser 24/7 e poupavam-me a beleza e os nervos com os disparates alheios. 
Seriously? É que só podem estar a brincar ou eu nunca vi tanta incompetência junta.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Fazem-me de morta...

Algumas vezes, vá… não muitas, envio mails para diferentes destinatários que obrigam a uma resposta, no máximo e já estou a ser generosíssima, em seis horas e nada. Não recebo uma única resposta. Até parece que os estou a ver a assobiar para o ar.
Fico a pensar se morri e ando a enviar emails fantasma às pessoas, que coitadas, não os conseguem ver.
Quando avanço com a minha resposta ao meu próprio mail, é como um despertador. Acordam todos à mesma hora.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Em Roma...

Assim do nada e a atravessar a rua:
- Hey, sweetie! I loooooove your sneakers.
- Thank you! e fui à minha vidinha que é para isso que estou aqui.

Mas dou-lhes toda a razão. Nada como umas sapatilhas confortáveis para calcorrear a cidade, em vez de tentar empoleirar-me nuns pumps ou stilettos o dia inteiro.
Mais attention, confortável mas fashion!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

terça-feira, 19 de abril de 2016

"Diz" que não há coincidências...

Precisamente à hora oficial do relatório médico - não gosto/quero usar outros termos técnicos mais precisos - tropeço numa fotografia antiga nossa no Facebook. Longe no tempo e de imaginar o presente.
Coincidência ou algo mais?

Aguardemos, então...

Foi há um ano atrás que rimos juntos pela última vez, também despedimo-nos com um até amanhã que não foi cumprido e que, ainda, entristece - sempre!
O ano de 2015 foi doloroso, o de 2016 tem andado a passar rasteiras e a testar a minha determinação. Faz-me fintas, põe-me à prova, reclama a minha atenção. E eu acho que tudo está relacionado. E não sou a única. Até tenho o certificado oficial dos peritos. Tenho abanado, tropeçado algumas vezes, até cheguei a cair mas até hoje tenho conseguido voltar a levantar-me. Não sei até quando ou quantas vezes mais.
Mas "diz" que não há bem que dure para sempre nem mal que nunca acabe.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Talvez seja assim um bocadinho...

Era exactamente assim que organiza as cores quer dos lápis quer das canetas ou qualquer outro instrumento de artes plásticas. 
Isso e lavar as mãos milhentas vezes!

Just saying...

Não acho que sofra de OCD, apesar da insistência de um colega - na minha opinião sente-se ameaçado -  mas a gaveta das minhas especiarias está organizada alfabeticamente. Sempre.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Engoliram-me...

Uma pessoa no centro da Europa, dirige-se a uma loja, faz uma compra, paga - tudo em inglês - e no final ouve um спасибо (obrigada em russo)!
WTF? Really?
Só me ocorreu dizer NO спасибо, NO спасибо, pleeeease!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

MacGyver is in da house...


E ao dia 2 de Janeiro do ano do senhor (e da senhora, porque não?), ressuscitei o telefone do jantar mais que festivo da passagem de ano. Coitado, afogou-se. Já a fazer contas de sumir e achar mesmo que teria que comprar um telefone novo, eis que, com a prata da casa, fez-se som. Não foi luz, não. Tinha mesmo perdido o pio.