terça-feira, 22 de março de 2011
Pérolas...
A senhora mãe intervala a minha filha não é normal com a minha filha não é deste mundo. E não é que a senhora tem toda a razão?! Já enviei mail à minha nave mas deixaram-me em stand by...
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
É hoje...
E depois de um dia hipercalórico de emoções (e alguns outros abusos) vou dormir e muito (espero). Recuperar de semanas e semanas de horas trocadas e sonos enganados. Em silêncio deixo-me escorregar devagar na cama. Acho que em menos de um minuto estarei em lalaland!
sexta-feira, 18 de março de 2011
É só dinheiro...
... é verdade e podia ser muito pior e sim sim mas também! Mas custa, custa assim um bocadinho. E pronto é o que dá ter um carro que, em vez de andar para a fente e para trás (função principal), traz umas luzinhas que piscam e tocam e que fazem questão de deixar de funcionar só porque lhes apetece. E o senhor doutor diz que é carvão acumulado no motor e que tem havido muitos problemas semelhantes e a culpa é do gasóleo e mais uma data de coisas! Pois, e depois de sair do hospital, a ida à farmácia também não foi melhor. Um pneu com uma batata (não conhecia este termo automobilístico, mas eu sou mais alquimista...) que levou à substituição não de um mas de dois pneus. E pronto a brincadeira foi só para cima de um balúrdio. Acho que ficava mais barato alimentar burros com pão de ló e sempre teria menor impacto ambiental. Lá conseguia deixar a minha carbon footprint mais levezinha... Mas pronto, podia ser pior! Perspectivas e prioridades.
quarta-feira, 16 de março de 2011
I am...
... e muito! Pela catástrofe, pela destruição, pelas perdas, pelas pessoas (alguns amigos) e porque eu poderia ter sido mais um número ou nome daquela lista negra!
Vá de retro...
Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
E estando longe
Estive tão perto do teu abraço
Miguel Gameiro
Já me venci pelo cansaço
E estando longe
Estive tão perto do teu abraço
Miguel Gameiro
terça-feira, 15 de março de 2011
É demais...
Olhar para o relógio, antes de apagar a luz, e verificar que ainda tenho 4 horas de sono é um luxo. Apagar a luz e adormecer imediatamente é muito raro. Acordar ao fim de 40 minutos fresca e fofa para mais um dia (muito longo) é obra do diabo. Passar o dia a fazer disparates, ensonada é normal. Perder as chaves de casa, o creme dos pés e o melhor pente do mundo é coisa para me deixar acordada até às 04.00 da manhã numa procura frenética. Encontrar tudo nos seus sítios é loucura. É demais... Estar com uma dor de cabeça do tamanho do mundo... é o resultado!
domingo, 13 de março de 2011
A so not minha Moscovo...
... tem prazo máximo de estadia. Para aí umas três semanas. Mais que isso a sôdona pele não aguenta. Em quatro anos de Rússia gelada (de temperaturas e de afectos), aguentar cinco semanas seguidas (2x) foi um feito digno de entrada directa no Guiness! Ao fim das três singelas semanas, a pele das mãos queixa-se com saudades da água do Luso??? Será?
A colega russa de inteligência superior, que entretanto perdeu a mania de fazer pausas para a sesta, aconselha-me vivamente a deixar de lavar as mãos com tanta frequência. Peço desculpa por ter esta mania parva de lavar as mãos antes e depois de ir à casa de banho, antes e depois de comer, sempre que venho da rua e quando sinto as mãos sujas. Devem ser portugalidades que perseguem esta alma nómada. Triste fado que me acompanha nestas minhas lides além fronteiras...
Lisboa, here I go again e querida pele sossega, vamos a banhos (diferentes)!
Wishlist para Lisboa...
- comprar um chicote para chicotear o carpinteiro;
- comprar um chicote para chicotear a engenheira;
- comprar um chicote para chicotear o construtor;
- comprar chicotes para chicotear quem aparecer à frente que me impeça de prosseguir com estas minhas decisões mafiosas de castigar quem me castiga há quase dois anos.
Não tenho mais tempo para perder... Time flies! Foi um wake up call? Se calhar...
sábado, 12 de março de 2011
E já vão duas...
Atentado suicida em Moscovo no passado Janeiro e sismo com direito a tsunami e consequentes tragédias esta semana em Tóquio. Estou sempre no lugar certo à horta certa... ou isso ou a minha roleta russa não tem balas!
quinta-feira, 10 de março de 2011
Então um dia tão importante...
... e só falo de champagne?! Um presente é um presente (e é muito bem recebido) e eu não gosto de ser mal agradecida! E por isso veio aqui parar aquele champagne! Foi uma simpatia dos coleguinhas, uma brincadeira, um pretexto para umas horas bem passadas à conversa escorreita e desinibida.
E o verdadeiro significado do dia da mulher? Não será mais que isso? O dia da mulher em si representa(rá) todo um significado maior de igualdades e respeito que eu nem sequer consigo conceber uma vida sem (isto está um bocado traduzido à letra, mas este adiantado de hora, por estes lados, não permite melhor).
É óbvio que estes direitos, que hoje tomamos (alguns) como garantidos e universais, levaram muitas gerações a conseguir e não serão tão universais assim. E não, não é necessário tomar como exemplo o mundo islâmico. Outros exemplos moram mesmo mesmo aqui ao lado. Este dia 8 de Março poderá e deverá ser uma data, um marco, uma referência e/ou um lembrete por vidas passadas muito diferentes das nossas.
A minha comichão começa, não com a celebração universal da data em si mas, com expectativa da mulher (algumas) em terem tratamento diferencial neste dia. Mas esta data não encerra o oposto? A igualdade e não a diferenciação? É que baralha-me o espírito ouvir mulheres afirmarem que neste dia esperam isto, aquilo e mais um par de botas. Se se fala de respeito, consideração e direitos... eu espero-o todos os dias.
E já que se fala em igualdade, mencione-se também a igualdade de deveres. É que direitos, todos gostam de reivindicar. Direitos, direitos, direitos. E os deveres, serão esquerdos? Cruzes, canhoto que não foi assim que me fiz gente.
terça-feira, 8 de março de 2011
E o dia da mulher, hein, hein...
... não sei! Passou rápido, afogada em trabalho, a aturar o mau-humor de todos. E teria passado ao lado não fossem os coleguinhas, fofinhos que só eles, terem oferecido umas garrafas de champagne rosé (na véspera) as estas meninas que, educadas como são, fizeram o favor de as partilhar. E pronto, mais um happy hour fora de horas. The morning after... ai o the morning after!
Fora de tempo...
... é estar à meia-noite com -4ºC (um tempo primaveril, portanto) a comer um Magnum. Por aqui também se passa o tempo assim.
sábado, 5 de março de 2011
Desculpas, desculpas...
... desta vez não foi o senhor BB. Não foi não. O bocadinho livre não foi usado no ginásio mas numa sesta pacificadora de dores de cabeça e mau feitio. Recomposta!
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