terça-feira, 29 de março de 2011

Estamos assim...


Ando, há uns dias, com o coração cheio de ódio, raiva e mágoa. A tristeza já ficou para trás e as lágrimas foram esquecidas, já não conseguem lavar mais nada. Digo para mim mesma que é só o instinto de sobrevivência, que estou só a criar uma carapaça duríssima à prova de bala que me proteja na(s) próxima(s) vez(es). Dizem-me que vai passar porque até um coração com ódio se cansa e esquece. Mas eu não quero esquecer. Os meus "ós" ensinaram-me há muito que perdoar é bom, mas esquecer  só os tolos o fazem. E não se esquece o que (ou quem) faz muito mal, um mal continuado e prolongado. Um mal que desgasta e queima. Um mal que definha e corrói.
Tenho a certeza que chegará o dia em que esse mal vai terminar, deixará o meu coração respirar e vou quase esquecer que existiu.
Até lá, resta-me esperar e tentar não descompensar muito (a sanidade, a paciência e as contas, ai as contas).

segunda-feira, 28 de março de 2011

E o próximo vai ser tãaaao diferente...

E depois de um fim de semana de cinema animado e sobrinhas, happy hours prolongados e fora de horas, teatro à séria (gostei muito) e alternativo (gostei menos) e mais festas e conversas perdidas, só resta um banho às 04.00am (não fosse o teatro ter sido alternativo, o cheiro do tabaco não vinha colado aos cabelos. Blhec! Maldita relação asséptica minha) e um chazinho com biscoitos para embalar o sono e acalmar os excessos cometidos. Um fim de semana grande em tempo e emoções. Bom, muito bom!

domingo, 27 de março de 2011

Dia Mundial do Teatro...

E porque hoje, um pouco por todo o mundo, assinala-se este dia... ide ao teatro, ide... e sede felizes!!!

Esta miúda...

E o que é que faz desistir de uma  noite com o Discurso do Rei para uma tarde com o Gnomeo e Julieta e saltos e escadas rolantes e muita parvoíce? Uma sobrinha deixar de chamar tiaaaa e passar a chamar titi assim de repente sem razão aparente a não ser a típica graxinha...

sexta-feira, 25 de março de 2011

À estalada...

Agora é que foi... Estalou-se o verniz qual pipoca na panela... ploc, ploc, ploc.


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quinta-feira, 24 de março de 2011

Para aligeirar os ânimos...

... hoje estou para lá de irritada!

Tristeza...

Hoje li num comentário de um blog alheio :

Concordo em género, número e grau!

Ha e quem tem medo do FMI? Alguns.. olha eu não!



Clap, clap, clap! Bravo! Só não peço bis porque não aguento mais... É assim que se fala em Portugal... Toda a gente tem direito a opinar, mas opinião sem conhecimento, para mim, é palha e palha dá-se aos burros!
Vivemos uma crise, mas é de mentalidades!

Diz que sim...


‎"QUANDO OS SÓCRATES FOREM APENAS FILÓSOFOS;
OS ALEGRES APENAS CRIANÇAS;
OS CAVACOS APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS;
...OS PASSOS APENAS OS DE DANÇA;
OS LOUÇÃS APENAS ERROS OR...TOGRÁFICOS;
... OS JERÓNIMOS APENAS MONUMENTOS NACIONAIS;
E PORTAS SÓ DE ABRIR E FECHAR…
ENTÃO, VOLTAREMOS A SER FELIZES”



 PÚBLICO (Por Susana Alves)

Um conjugador...

E para esclarecer dúvidas a quem não tem uma gramática à mão, poderá sempre vir aqui.

E o FMI...

Ontem passei o happy hour coladinha à Sic Notícias, com um olho no burro e outro na internet e de ouvidos bem abertos. Não gosto de política, principalmente pelo descrédito cultivado pelos próprios políticos, nem tão pouco percebo ou quero perceber de política mas tenho as minhas opiniões e estou interessada em saber o que vai acontecer a este Portugalito tão pobre e abandonado. 
Cai o governo? A demissão do PM é aceite? A moção de confiança sai? E o FMI? Várias questões que me assolam e alguns comentadores e legisladores tentam esclarecer. Não, já não me fio no que dizem os senhores deputados (do governo ou oposição). Infelizmente parece ser tudo farinha do mesmo saco. A oposição (seja lá qual for a sua cor) tem sempre receitas milagrosas e soluções mais que perfeitas. Mas quando essa mesma oposição passa a governo, é só mais do mesmo. E assim tem sido um ciclo repetitivo e aborrecido que acabou por nos conduzir onde hoje nos encontramos. Na penúria económica, financeira e política.
Depois dizem, as más línguas, que o FMI é só mais um job for the boys e que até são estes senhores que estão por trás de muitas destas confusões e atrapalhações porque há sempre alguém que ganha com isto. Eu cá não sei e não gosto de fofocas...
Pelo Facebook vejo foguetes a serem lançados pela demissão do PM. Cores à parte, porque não acredito em ninguém mesmo, parece-me que o custo real vai ser, mais uma vez, suportado pelo tuga (normalmente o mais fragilizado).
A ver vamos...

Fora de tempo...

Não percebo a razão do BlogPress publicar os posts com data/hora diferente da real. É coisa para dar umas voltas a este neurónio... Que nervos.


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A prova do crime...

de ter comido muito (demais). Uma Tom Yum / Tom Kha (qualquer coisa in between), mas muito hot and spicy. Very, very!!!

terça-feira, 22 de março de 2011

Os amigos escolhem-se...

... e fazem parte da vida como se sempre lá tivessem estado e já não imaginamos a nossa vida sem eles. Sem todos aqueles que nos fazem sentir especiais e importantes e únicos e parecem ter uma capacidade auditiva infindável quando já mais ninguém a tem. Essas são as minhas pessoas, as pessoas que estão sempre presentes, mesmo nas minhas longas ausências. 

Excluindo os benditos diamonds (are a girl's best friend?!), os livros são, sem dúvida, o meu presente preferido (tanto para oferecer como para receber). Claro está que os diamonds... só mesmo para receber!
E hoje, recebi. Um presente inesperado, uma surpresa de quem está sempre atenta e sabe, sabe muito! 
Obrigada. Gostei muito. Mesmo!

Hoje foi dia de arrumação...

... eu sabia ao que ia, mas não sabia que se chamava arrumação. E quando questionada (2x) pelo senhor muito prestável, se estava lá para a arrumação, naturalmente devo ter feito a minha cara 49,5 de confusão instalada neste neurónio solitário. O senhor, mesmo sem a minha resposta, confirmou que eu estava lá para a arrumação. 

Senhor muito prestável e com uma profissão muito difícil (para mim): - Olhe, pode ir tratar da papelada e pagar (claro, sempre a pagar) e depois venha ter comigo. Entretanto vou tratar da lavagem!
Moi-même - (Ai senhores, ele é arrumação e lavagem e eu aqui a fingir que sou muito forte mas com um bocadinho de medo e sozinha). Eu não quero ver nada! Preciso de estar presente?
Senhor muito prestável e com uma profissão muito difícil (para mim): - Não, não é necessário. Eu trato de tudo e depois venho buscá-la. Terá só que acompanhar-me ao destino final.
Moi-même - Seja! 
Após uma hora para tratar de tudo (a senhora da secretaria parecia a morte lenta), lá acompanhei o senhor ao destino final e, para quebrar o gelo, fez-se conversa. 

Senhor muito prestável e com uma profissão muito difícil (para mim): Sabe, a colega da secretaria é muito demorada. Se tivesse lá o senhor João, já estaria despachada, mas ela... Já há muitas queixas na Câmara, mas ninguém faz nada. Se fossemos nós, já tínhamos uma repreensão em cima. Veja lá a menina, já atrasou o meu trabalho em uma hora!
Moi-même: Efectivamente demorou muito tempo. Mas como não estou dentro do assunto, não sei se é normal ou não.
Senhor muito prestável e com uma profissão muito difícil (para mim): Qual quê, menina! É ela... é de uma lentidão... Enfim...

E conversa vai, conversa vem (o destino final era longe), e arrisco uma pergunta mais delicada de curiosidade mórbida:
Moi-même: E trabalhar aqui, é difícil?
Senhor muito prestável e com uma profissão muito difícil (para mim): Não, já estamos habituados. Ela é sempre muito lenta. Quando o trabalho atrasa, como hoje, a seguir compensa-se. Acelera-se o passo. Também às vezes temos muitas horas mortas. É a vida.
Moi-même: ???!!!

E pronto, tendo em conta que esta conversa teve lugar num cemitério, achei melhor enfiar a viola no saco e sair de lá o mais rápido possível.