Sôdona Papoila (um bocadinho pipi, totó e cocó demais) foi à concentração de motas de Faro. Foi mesmo, à séria e tuditudi. Não queria ir, não tem mota, não tem carta, anda de mota só como pendura (para aí uma meia dúzia de vezes por ano - todos os anos) e a vontade mais louca e parecida com qualquer coisa motorizada com duas rodas foi pensar (e desistir) numa Vespa muito retro (beige e azul cueca) - veículo completamente enquadrado no evento mencionado, pois claro! Mas foi. Foi de carro, sozinha, e em Faro trocou as havainas por umas botas e a t-shirt de verão por um casaco de cabedal (muito pouco ou nada motard, mas era o que havia escondido lá no armário). E o primeiro dia foi de susto, quase com vontade de regressar a Lisboa. A fauna presente empurrou sôdona Papoila para a categoria de bicho do mato cansado. Medo... Mas sem desistir e a resistir (muito e muito), a flor passou o fim-de-semana todo na barrela a horas imprórias para deixar ir o pó dormir lá para os lados da banheira.
Não gosto de dizer nunca, mas tenho para mim que não vou voltar a repetir semelhante experiência. Foge... quer dizer, fujo!!!