terça-feira, 3 de novembro de 2015

Não tenho cura...

Eu estou (estava?) proibidíssima de comprar seja o que for relacionado com receitas. Não vou ter tempo, nesta vida e parece que não deixam levar para a outra, de fazer ou ler nem metade (provavelmente nem 1/3) das receitas dos livros, revistas, cadernos, folhetos que moram lá na minha maison. A prateleira da sala já se estendeu para a prateleira de cima, duas na cozinha, uma no escritório e um cesto no chão.
Eu tinha prometido a mim mesma que não era sequer razoável comprar uma linha que fosse mas ainda assim andava na loja a repetir mentalmente a promessa, qual pecado mortal - não comprarás, não comprarás, mas sempre com o livro no cesto. Devia estar à espera de chegar à caixa e dizer ah, afinal não quero comprar este livro e o senhor responder já está registado, minha menina, agora tem que levar. Escusado será dizer que me esqueci de informar o senhor que não queria comprar o livro e o senhor falhou em ler os meus pensamentos. 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Seis meses...

Depois de um até amanhã que não chegou acontecer e de um turbilhão de emoções indescritíveis veio a despedida que eu pensei ser a última. Para sempre. Hoje sei que não tem que ser assim. E não é.
Estes meses têm sido duros, dias há que em que me sinto perto da loucura e do desespero contrabalançados por uma aceitação ainda trémula que ameaça acontecer e, que por si só, encerra alguma tristeza: ser capaz de continuar a respirar, voltar a ter vontade viver, lutar e até sorrir. Talvez ainda seja um sorriso triste mas é um começo. Um pequeno passo que me impulsiona a continuar. Como se o esquecimento se quisesse instalar. Nunca o esquecimento vai apagar esta vida que aconteceu. Que me aconteceu. Mas o tempo tem destas coisas e não gosta de ser contrariado.
E hoje, mais do que nunca, sinto que a partida é o uso do bilhete de regresso que nos foi dado quando aqui chegámos. 
Um bilhete de ida e volta que não admite atrasos e um dia se concretiza. 
Até já.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Diz que...


Coca-Cola é que é...

Conversa entre três pessoas supostamente formadas e informadas:

F - Look, look… Polar lights!
S - Would you like a Cola Light? Now?!
P - Hahahahahhaha


Diálogo (foi mais um monólogo, mas pronto) entre duas pessoas portuguesas:

M - Ah e tal e não se pode elogiar excessivamente senão ainda se acha a última Coca-Cola Zero!
P - ?!

No comments.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Analogias à parte...

Ou não, o Paulo Portas lembra-me o burro do Shrek: "escolhe-me a mim, escolhe-me a mim".
Oh, silly me!
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Cada um é para o que nasce...

Sem ofensa nem descrédito, drama ou preconceito e felizes aqueles que encontram o seu rumo e que alcançam a tão desejada plenitude (ou próximo).
Se é a trabalhar a terra, a amassar o pão ou em cálculos improváveis de alta finança já é uma questão de sorte (que lhe calhou) mas não vale a pena ir agarrar a viola se as unhas não acompanham.

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