Talvez vá lá menos vezes do que gostaria mas seguramente mais vezes do que deveria ou pelo menos consumo o suficiente (mais do que!) para adiar continuamente uma nova visita. Eu tento (não muito, claro) mas não consigo saciar-me só com um pastelinho - sou só eu que acho que estão mais pequeninos?
E embora o espaço fuja ao conforto de uma pastelaria mais tradicional, gosto dos azulejos a forrar as paredes, o balcão de atendimento a trazer, a quem se lembrar, memórias de outros tempo e o aroma constante de bolos acabados de sair do forno. E até gosto das mesas fora de moda que ainda não serão vintage mas certamente pertencem ali. O que não gosto mesmo nada é das cadeiras que alguém achou que sim. Pois, para mim é não!
Também não gosto da insistência de algumas pessoas que dizem que ao lado (não sei onde) é que fazem os verdadeiros Pastéis de Belém e que esta receita foi conseguida de forma pouco legítima e que estes nem são assim tão bons como os outros. Não conheço os outros, até poderão ser melhores mas dizer que estes não prestam parece-me injusto, incorrecto e muito redutor (vistas curtas, neste caso paladar - é o que é!).
Também não gosto da insistência de algumas pessoas que dizem que ao lado (não sei onde) é que fazem os verdadeiros Pastéis de Belém e que esta receita foi conseguida de forma pouco legítima e que estes nem são assim tão bons como os outros. Não conheço os outros, até poderão ser melhores mas dizer que estes não prestam parece-me injusto, incorrecto e muito redutor (vistas curtas, neste caso paladar - é o que é!).
Este post foi escrito em parceria com o meu estômago (satisfeitíssimo)!







