domingo, 15 de maio de 2011

Dear St. Peter...

Eu sei que o senhor está taralhoco de todo e que já não há estações definidas. Também sei que andei a apregoar aos quatro ventos que a minha ida a Lisboa seria uma visita relampâgo e de médico. Mas não é preciso levar tudo à letra. Eu vou ao médico (pronto, tem mesmo que ser) mas não é preciso estar a chover o tempo todo, está bem?! Eu queria taaaanto passar a próxima quinta-feira a matar saudades da praia, descansar o corpo ao sol e, com um bocadinho de sorte, marcar a abertura da época balnear com uma bola de berlim. Vá lá... St. Peter... eu passo o ano a fazer bonecos de neve! Tenha dó de mim e faça sol (pelo menos lá minha praia).

Best regards,

Papoila

sábado, 14 de maio de 2011

Photoshop...

Aqui está a minha primeira experiência em Photoshop (à séria), mas a brincar e em muito pouco tempo. Não está perfeito, talvez um excesso de saturação, mas consideravelmente melhor que o original. Pelo menos o meu pequeno-almoço português está mais apetecível na fotografia editada. Um mundo novo espera os milhares de fotografias guardados. Haja tempo e disponibilidade...

Parece que vai ter que ser assim...


e não queria! Não foi o desfecho que antecipei, a que gostaria de chegar ou com o qual pensaria em defender-me. Mas, lamentavelmente, não me deixam outra alternativa. Agora... agora vai ser uma longa e dura batalha e, muito provavelmente, pouco satisfatória. É assim a justiça em Portugal, é assim a mentalidade em Portugal. E é assim que tenho de viver se não quiser fazer as malas e bater com a porta de vez!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

E é mesmo sexta-feira treze...

E é coisa para me deixar os nervos em franja ou a franja com nervos, não sei bem porque hoje também é dia de bad hair day! Vale tudo ou já nem vale nada! Arghhh!
Mas se há coisa que me deixa em ponto de rebuçado é essa classe distinta dos cagari-cagarós. Gente que faz questão de mostrar o que tem, o que não tem e que a galinha lá de casa é a melhor do mundo e arredores. Não tenho mesmo paciência... e fico atravessada quando tenho que conviver com este disparate. Nem que seja no plano virtual, como foi o caso de hoje.
Só me saem duques (mas de sangue laranja às bolas roxas, com certeza)!

E é sexta-feira treze...

e o blogger passou-se e esteve inop o dia inteiro e apagaram alguns posts e é coisa que não se faz. E como é um serviço grátis não se pode reclamar (muito), mas... raio que os parta (eu e este meu francês erudito)!!!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Coincidência real...

ou um conto de fadas dos tempos modernos??? Ai, o veneno, o veneno!

E a propósito de consciência...

A minha consciência/memória pode estar radioactiva mas é de elefante: não esquece! Parece que as idas ao ginásio são para manter! Ui...

A adrenalina e a serotonina...

 ... e essas coisas todas libertadas pelo cérebro e que nos fazem sentir bem e tudo e tudo, e tiram-me da cama às 07.00 da manhã (e quem diz às 07.00, diz às 05.00 e hoje às 02.30 - não se faz) para correr e fazer abdominais e mais uma parafernália de exercícios que deixam as minhas pernas a doeeeer... tudo, mas tudo por causa do chocolate. Se não tivesse abusado, agora não teria a consciência pesadíssima (e não só).
E agora vou ali tomar o pequeno-almoço e só me apetece comer coisas saudáveis. Boring!

Ele há coisas...

De pé atrás, com a pulga na orelha ou simplesmente a desconfiar quando a coleguinha informa que o nosso "dono" refere-se a moi-même como Papoila, the beauty! (não é bem Papoila, é o nome a sério, mas para o caso não interessa nada) - nas minhas costas, claro! Também não é bem o meu nome, é uma tradução manhosa para russo com uma sonoridade estranha, mas pronto, essa parte ainda compreendo!
Ora não sendo caso de graxinha, pois o senhor não precisa, nem outro qualquer motivo aparentemente razoável, suponho que seja para gozar comigo! Ou isso ou tem um sentido de humor parvinho... tipo russo!
Acho que vou começar a chamá-lo de Mr.D, o impossível (de aturar, claro está)!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Papoila e a radioactividade...

Enviaram a Papoila para Tokyo. Papoila não ficou contente. Papoila não gostou mesmo. Papoila ficou apreensiva com os terramotos, as réplicas e a radioactividade. Papoila avaliou a situação e investigou um bocadinho. Papoila viu um programa na BBC onde o assunto foi debatido. Papoila viu e ouviu uma senhora professora de uma universidade inglesa (qualquer) e especialista no acidente Chernobyl a garantir que é seguro estar ou viver em Tóquio. Papoila quer acreditar na senhora professora mas Papoila está de pé atrás. Papoila faz plano de acção: sair o menos possível à rua, tomar duches rápidos, utilizar água mineral para a higiene, dizer não ao sushi. Papoila passa um dia dos diabos e tem ataque grave (ou agudo) de stress. Papoila decide passar o domingo a descomprimir. Papoila pega nas suas botas todo o terreno (à falta de melhor) e passa seis horas a caminhar pela cidade (na rua). Papoila tira fotografias. Papoila almoça numa esplanada. Papoila visita várias lojas. Papoila passeia no parque. Papoila faz comprecas (imperdoável). Papoila chega ao fim do dia mais relaxada e muito cansada. Papoila toma duche longo (com água da torneira). Papoila verifica que a sua T-Shirt tem um buraco nas costas (não tinha antes do passeio prolongado). Papoila está activa ou radioactiva!

domingo, 8 de maio de 2011

Facebook divulga...


e a Papoila agradece e sente-se mais pertinho, apesar da distância! Partilha com os coleguinhas estrangeiros e soltam-se umas gargalhadas...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Tempo, volta para trás...

Hoje é dia de lágrimas, memórias e muitas histórias. Uma minha pessoa faria hoje 100 anos, se ainda estivesse deste lado (eu sei que ela ainda está comigo, mas do outro lado). Foi embora há oito anos e a saudade não acalma, não passa nem é esquecida! Dizem que é amor! Um amor imenso que teve por mim e para mim. Um amor que dá colo e aconchega, faz festas na cabeça e embala o sono. Contou-me todas as histórias de encantar e repetia-as sempre com um sorriso nos lábios, alimentando a minha fantasia. Mundos de princesas e palácios, sonhos e estrelas, bruxas más e fadas amiguinhas contadas numa voz doce e afinada. Cantava lindamente, cantigas do antigamente. Sabia as histórias da família de cor e salteado, da casa de Braga e de Lisboa, das desventuras no Brasil, das traquinices dos irmãos e ladaínhas da terra - como lhes chamava. A nossa enciclopédia familiar. Essa sabedoria mais ou menos popular mas com muito conteúdo. Esta minha pessoa era uma jovem de 92 anos que, com pele de porcelana e pouquíssimas rugas, dizia quando se via ao espelho (como somos e em que nos tornamos) num português torto, mas com todo o significado. Teve uma vida sofrida até ao fim. Pouca sorte, dizia! Outros tempos, desculpava-se!
Tempo volta para trás... traz-me tudo o que eu perdi...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

E se, em vez...

... de construírem casas novas, apostassem em reconstruir tudo o que está velho, obsoleto e desactualizado??? Assim durante uns 10 ou 15 anos? É só uma ideia... (talvez parva, mas pronto). Mas fazia-se um lifting à séria, não???!!!

A leste...

... muito a leste (literalmente). E hoje dizem-me que andou o gelo à solta em algumas ruas da capital, com direito a inundações e cenas dignas de um filme rocambolesco... e que o Bin Laden foi morto e que se calhar já estava morto há mais tempo e tudo não passou de uma encenação! E eu aqui fora do meu mundo e a tentar acompanhar as actualidades com este amargo de boca (de borracha, de pneu ou de borracha de pneu)!

E a crise anda aí...

... à solta!!! Diz que sim! E eu, numa tentativa de combate, fiz alquimias. Pois, então. Para o fim de semana XXL (a Páscoa passou ao lado), houve visitas a museus encantados, palácios de princesas, sobrinhas aos saltos, Lisboa de ruas estreitas e doces, muitos doces resultantes de uma manhã de inspiração. E porque não há lugar para desperdícios... as claras do creme brulée fizeram um bolo de claras e a casca da laranja fervida acabaram em orangettes!!!
E agora, qualquer coisa como 03.00am, para matar saudades fui ali (des)saborear um quadradinho de chocolate 99% da Lindt. Maravilhoso, muito semelhante a pneu (digo eu, que nunca experimentei). Castigo tão bem aplicado, para não ter estes ataques de gulodice (ou carência)...