terça-feira, 21 de junho de 2011

Chegou...

...o Verão!!! E com ele os dias longos e solarengos, a boa disposição e uma vontade enorme de fazer uma road trip à antiga, de mapa na mão (sempre com uma ajudinha extra dos gadgets mais modernos, já se sabe!) e ir à aventura, sem grandes planos nem limites a não ser desfrutar das coisas boas da vida! A ver vamos...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Estou aqui...


... estou a rebolar!!!
Acho que tirei o dia para me entupir de porcarias (ou coisas menos saudáveis)!
Serão saudades? Será uma raivinha contida por saber que é Verão no Portugalito e eu aqui enfiada na chuva? Eu que ammmmmmo o Verão, a silly season, a despreocupação, o riso, as noites longas e quentes, a praia, as bolas de berlim, os barbecues, os cocktails ao pôr-do-sol, os jantares tardios, o cheiro do calor, as havaianas nos pés ou os pés descalços na areia...
I´m homesick, soooooo sick (e por isso tomo estes remédios caseiros)!

Limão, sésamo, girassol e papoila...

Eu não gosto de chá. Também não gosto de café. Leite, só sem lactose (por simpatia acabei por descobrir que também não me fazia bem) e assim reduzo em muito as opções viáveis para uma bebida rápida de conforto. Hoje dou comigo a beber baldes de chá (quer dizer, isto é mais água quente com pedaços de limão lá dentro - acho que não chega a ter o estatuto de chá), mas sabe-me bem! Lá fora chove, o vento sopra, o dia está cinzento! 
Sou um bocado impostorona... eu estou aqui é regalada a empurrar estas bolachinhas com um chazinho chalado que me aquece a alma e não só!!!

Um começo muito atribulado...

... mas já antecipado! O Dr. Fernando Nobre não passou como Presidente de Assembleia da República, mas diz que vai continuar a exercer as funções de deputado enquanto se considerar útil ao país e também parte com a noção de dever cumprido (infelizmente é o que dizem todos!).

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Uma preguiça daquelas...

de cérebro anestesiado, sem acção (ou reacção)! Entre o andar numa roda viva a dividir-me por mil tarefas e mais alguma e o poder sentar-me dois minutos para descansar (e adormecer ao fim de um), não sobra tempo para mais nadinha! Acabaram-se os meus dois minutos, here I go again, damn it!

domingo, 12 de junho de 2011

Lá vai Lisboa...

A última incursão à minha Lisboa dos santos populares foi há uns bons anos, tempos idos da Faculdade. E qual metro em hora de ponta, senti-me claustrofóbica. Não via nada, não comia nada e não conseguia sair do sítio. Não quis voltar durante muito tempo... Ontem foi o tempo para voltar e recordar! Propositadamente foi escolhido o dia que antecede o verdadeiro dia... menos gente, preços menos inflaccionados mas muita generosidade. Qual crise, qual quê? Sardinha no pão, febras, faduncho vadio, manjerico maroto e muito mas muito boa disposição e partilha (e dores nas costas) e a mota logo logo ali ao lado como saída de emergência (only if)! A Bica é Liiiiinda (ainda ouço ao longe)... e esta Lisboa está no meu coração!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Precisa-se...

... urgentemente de uma coisa destas para aí 10 vezes maior!!!

A portuguesa...


Sabe-me sempre bem vir à nave-mãe! Porque gosto destas pessoas e deste trabalho, porque sou super bem recebida, porque mato as saudadinhas de um mundo mais civilizado, porque é o reconhecimento da minha muuuuuita dedicação - faz-me bem ao ego - e porque posso sempre reabastecer-me dos meus chocolates preferidos ou não fosse esta a terra do melhor chocolate. Invariavelmente (normalmente sou modesta, mas é uma realidade) recebo um louvor quando venho cá, mesmo que seja visita relâmpago, e este ano não foi excepção. A chefinha querida, à frente de um grupo considerável de colegas, lá colocou sôdona Papoila no pedestal de sempre. Diz que sou a sua flor preferida e a melhor do mundo e arredores e que se tivesse nem que fosse só mais 10 iguais, a vidinha dela e de todos os colegas seria bem mais cor de rosa, etc e tal e muitos violinos a acompanhar. Pois que não tenho tanta certeza disso, porque é na diversidade que reside algum do nosso sucesso. Intercâmbio de experiências, troca de ideias e alguma  disposição criativa que cada um traz da sua cultura, ideologia, forma de estar ou país. Mas também tenho a perfeita noção que se num dia somos fantásticos, no dia seguinte não passamos de alguém descartável e facilmente substituível. Por isso, dormir à sombra da bananeira não será muito boa política por estes lados. E quando a chefinha querida diz: Papoila querida, pode estar descansada que o seu futuro sorri... respondo eu com um sorriso que nunca podemos estar realmente descansados. But so far life is beautiful...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Coragem...

... é o que preciso para largar tudo em Lisboa (ou quase tudo) e mudar-me para este cantinho um pouco insípido, mais organizado e muito asséptico e investir à séria em moi-même! 

...

I could be so much more... and I wanna go for it...

domingo, 5 de junho de 2011

E só não sou bruxinha...

... porque me falta a vassoura - e que bom uso faria eu dela nesta e noutras situações idênticas - mas tenho um caldeirão mágico - estou quase lá, mas isso daria outra história! E ando a pensar seriamente (not) em abrir um escritório/consultório - não sei bem qual a definição mais correcta - de adivinha/maga/bruxa - uma coisa destas mas em rentável (muito, de preferência!). Passava a adivinhar o futuro dos clientes/pacientes - creio que muitos deles sofrem de qualquer coisinha - e já que eu tenho o dom... era só fazer uso dele em prol dos demais e facturar em vez de andar aqui a queimar pestanas e cabelos e tudo o que é inflamável como, por exemplo, a paciência.
Eu tinha um feeling sobre os voos de hoje e não é que acertei na mouche (quase). Só não consegui adiantar que a escolha teria que ser minha. Sim, foi-me proposto pelos senhores fofinhos da Aeroflot - eu já disse que eles eram fofinhos? - a perda da bagagem ou do avião, à minha real escolha! Gostei... e muito! Especialmente da justificação da senhora do uniforme azul escuro. Segundo a informação desta companhia de bandeira - agora é tendência falar em bandeira, dá um ar mais solene - eu tinha (e tive!) que escolher entre apanhar o avião ou receber a bagagem no destino, porque alguém - eu que não sou de intrigas, não digo quem são os fofinhos em causa - se recusou a processar o meu check-in devidamente. E em vez de a bagagem ser entregue no destino final, como aconteceria numa situação normal não russa, fizeram-me passar pela imigração, recolher a bagagem, passar pela alfândega e fazer novo check-in quando, no mundo normal das pessoas que andam por esse mundinho fora de armas e bagagens, bastaria estar em trânsito (gíria de aeroportos, parece!). Sair de uma passarola, procurar a porta de embarque da outra passarola e continuar o percurso descansada e feliz! Obviamente perdi o voo!!! Para a cereja em cima do bolo ser ainda mais doce, o aeroporto onde esta odisseia teve lugar foi o de Frankfurt que é, para quem conhece, um aeroporto pequenino e com poucos passageiros e muito fácil de andar com as malas às costas entre terminais, emissões de novos bilhetes e todo o processo normal de envolve uma viagem de avião.
Um dia fofinho rodeado de pessoas fofinhas que deixam recordações, também elas fofinhas (um bocadinho atrasadas, mas pronto...como dizia o outro... haja saúde!).

A modos que...

Isto de andar mascarada de turista russa não foi a coisa mais simpática que me foi destinada para este dia de eleições lá na terrinha. 
Ainda o sol dormia e já tinha sido multada, por estes senhores fofinhos, por falar muito pouco russo e estar com os níveis de tolerância nos calcanhares. Toma lá 100 euros de excesso de bagagem e vai lá dizer que vais daqui, vai... agora adivinho uma perda de bagagem ou mesmo de avião já já a seguir. A ver vamos... 

Portugal...

O que eu torci, via Skype (modernices), com o afilharado mais velho, com direito a muitos beijos pelo meio, para Portugal ganhar (por todas as razões e mais alguma - que agora não interessam nada). Fuck deg igjen (segunda lição - este curso está a superar todas as expectativas)!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Arrrgghhh x 1000...

Ontem num jantar após um dia longo de trabalho (muito longo e muito trabalho) dei comigo em vestes infomais e muito descontraída em amena cavaqueira com a equipa alargada de trabalho. So far, so good e nada de extraordinário! Excepto quando sinto uma mão nas minhas costas/ombro a entrar para dentro da camisola???!!! Parvo do colega cara de pescada cozida armado em engraçadinho a enfiar a etiqueta da camisola que aparentemente estava de lado de fora. Não gostei, não aprovei e sinto repulsa só de imaginar aquela mão a descer pelas minhas costas... Assim numa palavra... disgusting (à falta de melhor)!!! Mas que abuso e que falta de chá (de camomila para acalmar estes meus nervos)! Só não levou uma rebocada daquelas à séria, porque Maria Papoila não gosta de confrontos e adivinhava-se um momento muito constrangedor com efeitos futuros prolongados e consequente interrupção do jantar! Lá porque a reunião era informal, suponho que haja limites... mas só na cabeça das pessoas sãs e normais... E se esta pessoa estava na lista negra dos insuportáveis agora passou a estar na lista interdita a qualquer diálogo que não o estritamente profissional... não é ser falsa púdica ou moralista... e se fosse outro colega qualquer provavelmente a reacção não teria sido tão enojada (mas claro um outro colega nao faria isto), mas é logo de quem não se gosta que acha que conquista terreno com parvoíces... É que esta pessoa já percebeu, e há muito, que não faz parte das minhas preferências... Inclusivé no mesmo dia foi-lhe dito por outro colega (por sinal um dos meus favoritos): leave her alone!!! Parece que qualquer coisa foi perdida na tradução! Agora é que vou aprender norueguês para não restarem mais dúvidas... Fuck deg (logo na primeira lição)!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Pobres senhores...

E, teimosinha como só eu, voltei lá e apresentei uma reclamação (especialmente pela falta do uso de luvas) e levei com um sorriso tímido, um encolher de ombros e um virar de costas! Gostei...
Tão crítica em relação aos portugueses pela falta de tanta coisa que faria de nós mais e melhores pessoas, cidadãos e povo e afinal os franceses, que se consideram tão chiques, têm uma reacção destas... É que ficou-lhes mesmo bem!