quarta-feira, 29 de junho de 2011
Deveras, deveras...
...mariquinhas, impressionável. Sensível, pronto! Não se fala mais nisso. Ao ponto de ir a correr para a casa de banho numa indecisão entre o vomitar e o vou ter um faniquito já aqui. Tudo real, nada de fitas!
E assim acaba-se, por uns tempos, a época de maratonista que se vinha a pôr em prática pelos parques de Moscovo.
Da passadeira no ginásio passou-se aos 10km no parque com os colegas (homens) sem nunca ficar para trás. E, um dia, o dedo do pé começou a doer. No dia seguinte, voltámos ao ginásio para um treino mais soft. E no dia seguinte o dedo doeu mais. E os treinos foram interrompidos em troca de melhoras. E o dedo doía cada vez mais. E ao 5º dia o sono não chegou porque a dor não ficou esquecida. E pela calada da madrugada, enchi-me de coragem e saltou a máscara rosa que escondia um dedo... todo negro! Ah pois, assim tem mesmo que doer! E agora? Aqui sozinha como é que vou resolver esta coisa? Fora de questão ir à clínica (mesmo a americana) porque uma experiência anterior não deixou saudades. Tenta-se uma educação apressada na internet e em menos de um minuto deixa-se tudo para trás e corre-se para a casa de banho para um faniquito com mais decoro.
Agora espera-se e reza-se aos anjinhos para que a dor passe rápido e não aconteça mais nada...
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Ai os limões...
Ai o stress, ai as noites brancas, ai o jetlag, ai as dores de garganta, ai as saudades, ai o frio, ai o calor, ai que a menina é burrinha como tudo! Não gosta de chá e anda aqui a baldes de água quente com limão e depois queixa-se que não dorme. Hoje o sono chegou às 10.30 da manhã depois de uma luta incansável... Sabe bem mas à noite não é o melhor remédio! Vamos lá a ver se hoje há recolher obrigatório a horas decentes.
Os meus carneirinhos de Aquiles...
Uma insónia, duas insónias, três insónias... e não durmo nem com a ajuda do Camões, da Sábado e da Visão, jogos no telemóvel, barriga cheia, exercício físico, barriga vazia, mails chatos, blogs alheios, Facebook e outra mézinhas similares... as white nights também não ajudam nadinha (mania de ser dia a noite inteira) e esta amiguinha veio para ficar e deixar-me mais maluquinha ainda!!!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Chegou...
...o Verão!!! E com ele os dias longos e solarengos, a boa disposição e uma vontade enorme de fazer uma road trip à antiga, de mapa na mão (sempre com uma ajudinha extra dos gadgets mais modernos, já se sabe!) e ir à aventura, sem grandes planos nem limites a não ser desfrutar das coisas boas da vida! A ver vamos...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Estou aqui...
... estou a rebolar!!!
Acho que tirei o dia para me entupir de porcarias (ou coisas menos saudáveis)!
Serão saudades? Será uma raivinha contida por saber que é Verão no Portugalito e eu aqui enfiada na chuva? Eu que ammmmmmo o Verão, a silly season, a despreocupação, o riso, as noites longas e quentes, a praia, as bolas de berlim, os barbecues, os cocktails ao pôr-do-sol, os jantares tardios, o cheiro do calor, as havaianas nos pés ou os pés descalços na areia...
I´m homesick, soooooo sick (e por isso tomo estes remédios caseiros)!
Limão, sésamo, girassol e papoila...
Eu não gosto de chá. Também não gosto de café. Leite, só sem lactose (por simpatia acabei por descobrir que também não me fazia bem) e assim reduzo em muito as opções viáveis para uma bebida rápida de conforto. Hoje dou comigo a beber baldes de chá (quer dizer, isto é mais água quente com pedaços de limão lá dentro - acho que não chega a ter o estatuto de chá), mas sabe-me bem! Lá fora chove, o vento sopra, o dia está cinzento!
Sou um bocado impostorona... eu estou aqui é regalada a empurrar estas bolachinhas com um chazinho chalado que me aquece a alma e não só!!!
Um começo muito atribulado...
... mas já antecipado! O Dr. Fernando Nobre não passou como Presidente de Assembleia da República, mas diz que vai continuar a exercer as funções de deputado enquanto se considerar útil ao país e também parte com a noção de dever cumprido (infelizmente é o que dizem todos!).
sexta-feira, 17 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Lá vai Lisboa...
A última incursão à minha Lisboa dos santos populares foi há uns bons anos, tempos idos da Faculdade. E qual metro em hora de ponta, senti-me claustrofóbica. Não via nada, não comia nada e não conseguia sair do sítio. Não quis voltar durante muito tempo... Ontem foi o tempo para voltar e recordar! Propositadamente foi escolhido o dia que antecede o verdadeiro dia... menos gente, preços menos inflaccionados mas muita generosidade. Qual crise, qual quê? Sardinha no pão, febras, faduncho vadio, manjerico maroto e muito mas muito boa disposição e partilha (e dores nas costas) e a mota logo logo ali ao lado como saída de emergência (only if)! A Bica é Liiiiinda (ainda ouço ao longe)... e esta Lisboa está no meu coração!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A portuguesa...
Sabe-me sempre bem vir à nave-mãe! Porque gosto destas pessoas e deste trabalho, porque sou super bem recebida, porque mato as saudadinhas de um mundo mais civilizado, porque é o reconhecimento da minha muuuuuita dedicação - faz-me bem ao ego - e porque posso sempre reabastecer-me dos meus chocolates preferidos ou não fosse esta a terra do melhor chocolate. Invariavelmente (normalmente sou modesta, mas é uma realidade) recebo um louvor quando venho cá, mesmo que seja visita relâmpago, e este ano não foi excepção. A chefinha querida, à frente de um grupo considerável de colegas, lá colocou sôdona Papoila no pedestal de sempre. Diz que sou a sua flor preferida e a melhor do mundo e arredores e que se tivesse nem que fosse só mais 10 iguais, a vidinha dela e de todos os colegas seria bem mais cor de rosa, etc e tal e muitos violinos a acompanhar. Pois que não tenho tanta certeza disso, porque é na diversidade que reside algum do nosso sucesso. Intercâmbio de experiências, troca de ideias e alguma disposição criativa que cada um traz da sua cultura, ideologia, forma de estar ou país. Mas também tenho a perfeita noção que se num dia somos fantásticos, no dia seguinte não passamos de alguém descartável e facilmente substituível. Por isso, dormir à sombra da bananeira não será muito boa política por estes lados. E quando a chefinha querida diz: Papoila querida, pode estar descansada que o seu futuro sorri... respondo eu com um sorriso que nunca podemos estar realmente descansados. But so far life is beautiful...
terça-feira, 7 de junho de 2011
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