sábado, 31 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Deve ser por isso...
Hoje seis criaturas (outra palavra que não entra no meu léxico habitual - criatura=galinha - coisas de uma sinestésica!) esclareceram-me porque (ainda?!) estou em Moscovo. Seis entrevistas a seis licenciadas com suposta formação e experiência profissional e só uma mereceu o benefício da dúvida (com uma boa dose de generosidade deste lado da mesa). A sério, tiram-me do sério!
Exaurida...
... é uma palavra que já não ouvia há muitos anos. É uma palavra que não me lembro de ter usado sequer. E é uma palavra à qual eu acrescento algo ao seu significado. Exaurido é sinónimo de exausto, extenuado, enfraquecido, vazio, consumido, acabado. Eu acho que é isso tudo mas já a tocar o limite da loucura, tal é o cansaço da pessoa exaurida. Não sei bem porquê. É assim que entendo. Ao ouvir a palavra exaurida (sempre no feminino, também não sei explicar porquê), associo sempre a uma mulher à beira do colapso, de lógica duvidosa, manifestamente incapaz. É só a minha definição, ou melhor, a minha interpretação da palavra. Sem qualquer conhecimento mais profundo que possa sustentar tal argumento. É o meu português. Meu e da minha sinestesia (que inventa coisas e que me ataca desde sempre).
É assim que eu me sinto. Esgotada. Em linguagem mais credível: burnout, que eu traduzo livremente por queimadita de todo. Voilá!
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Não se faz...
Uma pessoa anda aqui numa luta incansável (e hercúlea) para derrubar o quilo italiano. Hercúlea porque sôdona Papoila não gosta nada de ginásios. Já está fluente em abdominais e pranchas e outras torturas semelhantes. Já faz tudo com uma perna às costas e sem ficar de língua de fora. Mas falta o resto. Ai hoje está a chover, ai hoje nevou, ai hoje não dormi. Ai hoje vou e vou mesmo. E chego lá e está tudo ocupado?! Nem uma maquinazinha disponível para fingir que estou a levar os treinos à risca e muito sério. Não me parece nada bem. Nada mesmo!
sábado, 17 de março de 2012
From Italy...
with love!
Fotografias, souvenirs, memórias... é! Isso e o quilo extra que se alapou e que nem à lei de passadeiras aceleradas, abdominais, pranchas e outras coisas estranhas quer voltar para Itália! E queria eu voltar à Toscana (ou Toscânia) num Verão tardio para passeios ao pôr do sol em Chianti... é melhor não! É melhor ficar quietinha no meu canto.
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Oui, c'est moi...
E pensava eu que a era capuchinho vermelho já... era. Que tinha ficado algures no ano de 2011 quando uma situação semelhante ocorreu, quando o abuso ultrapassou a mais santa das boas vontades. Burra (ainda não muito velha) não aprende línguas nem pessoas. E continuo a mastigar em silêncio as palavras tortas de hoje. Os nervos que ainda não me deixaram dormir atiraram-me para o meu novo hobby (não sei muito bem para fazer o quê, mas que alivia o stress, alivia!).
Tudo muito moderno, tudo através da amiga internet (os ensinamentos). Apesar da educação infantil/juvenil ter compreendido estas e outras prendas (tricot, crochet, bordados, costura, pintura, música, dança, etc...) não me lembrava sequer como montar as malhas nas agulhas. Agora já faço tranças... o que esta gente me faz, mon dieu! Mas acho que para a próxima trago as aguarelas na mala e pinto a manta!!!
segunda-feira, 12 de março de 2012
Ui...
Ele há pessoas estúpidas! Pessoas que gostam de cuspir para o ar, que são muito fortes quando têm as costas protegidíssimas, grandes amantes de direitos e nada sujeitas a grandes obrigações. Tomam tudo como garantido e pronto! É assim. Pois que não será tanto assim. Ou pelo menos, não é essa a minha visão (mas o que é que eu sei?). Muito menos nesta época de crises e troikas e diabos macacos que só servem para complicar as nossas vidinhas já de si tão atribuladas.
Mas o que eu gostava mesmo (acho que não!) era de saber o que se passa nestas cabeças iluminadas quando puxam dos galões para exigir o impossível. Teorias indefensáveis e impraticáveis, especialmente no enquadramento que actualmente se vive.
Pois que estou amarga, acesa e com vontade de pegar numa ponta e acabar na outra. Tipo cortar a direito de olhos vendados. Pedidos especiais? Nop. Ai, um casamento, um aniversário, um evento de triatlo (o que este maldito evento anda aqui a enervar-me...)? Minha gente, não tenho nada a ver com isso. Estão a trabalhar, se não aparecerem justifiquem como quiserem. Agora não me façam perder dias e dias a arranjar forma de vos arranjar a vidinha e no fim encham-me (ok, foram só três) o caixa de correio com mails ridículos a reclamar o impensável.
Oh... acabei de ter um ideia brilhante... queixem-se ao sindicato (aquele que não temos e que nos está vedado)! E já agora, estiquem bem a corda de preferência até ela rebentar... Depois conversamos ou talvez não.
P.S. - No fim enviar um mail fofinho cheio de graxa não surte grande efeito na minha pessoa, assim como também não funciona fazer comparações estapafúrdias.
De faca...
... e cremes de beleza, claro (quais alguidares, quais quê...)!
E se, de repente, ao cortar uma fatia de pão estiver mesmo a antecipar que a faca vai chegar ao fim do pão e continuar na mão (até rimei, credo!), isso é o quê? Burrice, of course! Ou falta de jeito, ou reflexos atrapalhados! Ou qualquer outra coisa pouco conveniente e promissora de uma velhice precoce. É o que é! Pronto... não era mais nada! Só uma ode à minha pieguice.
Ah e os cremes? Esses entraram em cena, como milagrosos curandeiros, ao desempenharem a sua função (coisas de make-ups e afins!) e levarem-me às estrelas e a outros nomes menos próprios. Mas o que arde cura, n'est-ce pas? Então vá lá a ver... andar para a frente, sim?!
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