sábado, 21 de abril de 2012

E é assim...

Sonhamos, lutamos, fazemos planos e Deus... ri-se!
Eu que não sou católica, nem crente, nem praticante nem nada de nada... acho que ilustra esta vidinha na perfeição. Touché!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

E acabou assim...

... com muita risota, partilha, amizade e algumas coisas sérias para esquecer a queda matinal e os nervos de andar com as tecnologias avariadas!

Começou assim...

Deitar tarde e cedo erguer... dá(-me) para cair pelas escadas abaixo e faz crescer os inchaços, as contusões, etc... Bela maneira de começar o dia!

sábado, 31 de março de 2012

Olha que dois...

A mulher é um bicho complicado! Muito. Eu sou um bicho desses. 
Mas o bicho homem não é simples e descomplicado como se quer fazer passar. Publicidade enganosa, é o que é!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Mais BRICS...

Ainda não percebi se levei com um tijolo na cabeça (parece!) ou se são estes senhores que têm a cabeça dura como um tijolo. Este take II foi semelhante ao take I e eu nem sequer tinha gostado da estreia, mas vá... tem mesmo que ser (dizem)!

quarta-feira, 28 de março de 2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

Deve ser por isso...

Hoje seis criaturas (outra palavra que não entra no meu léxico habitual - criatura=galinha - coisas de uma sinestésica!) esclareceram-me porque (ainda?!) estou em Moscovo. Seis entrevistas a seis licenciadas com suposta formação e experiência profissional e só uma mereceu o benefício da dúvida (com uma boa dose de generosidade deste lado da mesa). A sério, tiram-me do sério!

Exaurida...

... é uma palavra que já não ouvia há muitos anos. É uma palavra que não me lembro de ter usado sequer. E é uma palavra à qual eu acrescento algo ao seu significado. Exaurido é sinónimo de exausto, extenuado, enfraquecido, vazio, consumido, acabado. Eu acho que é isso tudo mas já a tocar o limite da loucura, tal é o cansaço da pessoa exaurida. Não sei bem porquê. É assim que entendo. Ao ouvir a palavra exaurida (sempre no feminino, também não sei explicar porquê), associo sempre a uma mulher à beira do colapso, de lógica duvidosa, manifestamente incapaz. É só a minha definição, ou melhor, a minha interpretação da palavra. Sem qualquer conhecimento mais profundo que possa sustentar tal argumento. É o meu português. Meu e da minha sinestesia (que inventa coisas e que me ataca desde sempre).
É assim que eu me sinto. Esgotada. Em linguagem mais credível: burnout, que eu traduzo livremente por queimadita de todo. Voilá!

terça-feira, 20 de março de 2012

É assim...

Dizem que é Primavera, eu acredito. Mas aqui neva, lá fora e por estes corações deslocados.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Não se faz...

Uma pessoa anda aqui numa luta incansável (e hercúlea) para derrubar o quilo italiano. Hercúlea porque sôdona Papoila não gosta nada de ginásios. Já está fluente em abdominais e pranchas e outras torturas semelhantes. Já faz tudo com uma perna às costas e sem ficar de língua de fora. Mas falta o resto. Ai hoje está a chover, ai hoje nevou, ai hoje não dormi. Ai hoje vou e vou mesmo. E chego lá e está tudo ocupado?! Nem uma maquinazinha disponível para fingir que estou a levar os treinos à risca e muito sério. Não me parece nada bem. Nada mesmo!

É melhor...