segunda-feira, 30 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
E é assim...
Sonhamos, lutamos, fazemos planos e Deus... ri-se!
Eu que não sou católica, nem crente, nem praticante nem nada de nada... acho que ilustra esta vidinha na perfeição. Touché!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Deve ser por isso...
Hoje seis criaturas (outra palavra que não entra no meu léxico habitual - criatura=galinha - coisas de uma sinestésica!) esclareceram-me porque (ainda?!) estou em Moscovo. Seis entrevistas a seis licenciadas com suposta formação e experiência profissional e só uma mereceu o benefício da dúvida (com uma boa dose de generosidade deste lado da mesa). A sério, tiram-me do sério!
Exaurida...
... é uma palavra que já não ouvia há muitos anos. É uma palavra que não me lembro de ter usado sequer. E é uma palavra à qual eu acrescento algo ao seu significado. Exaurido é sinónimo de exausto, extenuado, enfraquecido, vazio, consumido, acabado. Eu acho que é isso tudo mas já a tocar o limite da loucura, tal é o cansaço da pessoa exaurida. Não sei bem porquê. É assim que entendo. Ao ouvir a palavra exaurida (sempre no feminino, também não sei explicar porquê), associo sempre a uma mulher à beira do colapso, de lógica duvidosa, manifestamente incapaz. É só a minha definição, ou melhor, a minha interpretação da palavra. Sem qualquer conhecimento mais profundo que possa sustentar tal argumento. É o meu português. Meu e da minha sinestesia (que inventa coisas e que me ataca desde sempre).
É assim que eu me sinto. Esgotada. Em linguagem mais credível: burnout, que eu traduzo livremente por queimadita de todo. Voilá!
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Não se faz...
Uma pessoa anda aqui numa luta incansável (e hercúlea) para derrubar o quilo italiano. Hercúlea porque sôdona Papoila não gosta nada de ginásios. Já está fluente em abdominais e pranchas e outras torturas semelhantes. Já faz tudo com uma perna às costas e sem ficar de língua de fora. Mas falta o resto. Ai hoje está a chover, ai hoje nevou, ai hoje não dormi. Ai hoje vou e vou mesmo. E chego lá e está tudo ocupado?! Nem uma maquinazinha disponível para fingir que estou a levar os treinos à risca e muito sério. Não me parece nada bem. Nada mesmo!
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