sexta-feira, 29 de junho de 2012

E o tempo passa...

... quando deixamo-nos de frescuras e começamos com madurezas. Mau, já conversámos melhor, muito melhor!

Era mesmo isto...

Ideias... precisam-se! Anyone? Resolvia-me um montão de problemas que andam aqui, há séculos, a chatear.
Tolinha!

Estas vidas tão modernas...

Percebemos que está tudo de pernas para o ar quando só temos duas mãos e quatro gadgets para manusear. Seriam seis mas dois estão encostados sem bateria. Estou a vê-los pelo canto do olho e a pensar em não recarregá-los tão cedo... Peace!

Sei lá...

A 2ª e a 4ª sim, as outras errrrrr... não sei!

Infidelidades...


Less is more...

Será?

terça-feira, 26 de junho de 2012

Moscovo e eu...






E só por causa das coisas e para animar a noite acabei de enfardar saborear uma ou duas (já nem sei!) All Butter Fairtrade Double Chocolate Chip Cookies - coisa light! Com as outras duas que tinha comida à tarde, parece-me que vou ter que continuar a ver a praia ao longe! Parece que sim.

domingo, 24 de junho de 2012

Próxima paragem...

Em contagem decrescente... falta-me assim só um bocadinho(ão)!

É assim...

As minhas pessoas são aquelas que a vida me oferece(u). As outras pessoas são as gentes com as quais eu tenho que saber estar mesmo se não gostar. As simple as that!

Modernices à parte...

Tenho andado numa luta interna a ver se consigo pôr alguma ordem neste caos provocado pela falta de carácter do bicho Homem - essa coisa fora de moda que alguns insistem em fazer valer! E depois de pisar o assunto até à exaustão, de repetir a história vezes sem conta até as palavras deixarem de fazer (o mesmo) sentido, resta-me o egoísmo como conclusão de tão extensa análise.
O gajo foi (e é!) um egoísta manipulador! Mais nada. Não há cá mas nem meio mas.
A determinada altura da vida e perante um cruzamento perigoso teve a liberdade de escolher o que mais lhe aprouve, mesmo colocando as suas pessoas numa total ignorância à mercê das futuras consequências de tais escolhas. Arrogou-se da sua liberdade e vontade e escolheu. Concordo que somos livres de escolher um novo caminho, mudar de rumo e até inverter a marcha mas não me parece correcto arrastar os outros à revelia do seu conhecimento. Quis o melhor dos dois mundos e conseguiu-o (basicamente enquanto não foi apanhado!) hipotecando a felicidade alheia. A mentira retirou à pessoa, que supostamente lhe era mais importante e a mais afectada nesta salganhada toda, a possibilidade de escolher fosse o que fosse. Ele, sim, pode, fez e perpetuou essa escolha durante vários anos, mas esse direito reservou-o só para si. Condicionou escolhas e destinos de terceiros com a sua conduta. E, apesar de tudo (da dor, da mágoa, da decepção) é aqui que reside a (minha) questão e me deixa a alma em chamas, pergunto-me como é que um indivíduo se acha no direito de destruir a vida do outro pela falsidade, pela mentira, pela hipocrisia sem sequer pensar duas vezes, continuando a levar uma vida aparentemente normal e a chegar a dar lições de moral aos outros. Como?! Sonso! Falta de carácter, integridade e dignidade.
Aquando da explosão da bomba (de tão impensável que era) assumiu a responsabilidade de forma muito peculiar: romanceou ligeiramente a questão, invocou razões injustificáveis e impôs uma solução muito conveniente, e na minha opinião muito egoisticamente, para si. Só para si! Em nome vá-se lá saber do quê, essa imposição, com mais ou menos amargos de boca, foi acatada por alguns. Mas talvez por ser feita de outra massa eu decidi perder um amigo. Não seria (nunca foi!) um melhor amigo, mas era próximo o suficiente para esta história fazer mossa. E onde um dia viveu a admiração, agora instalou-se a vergonha de ter escolhido ver esta pessoa como alguém íntegro e correcto. Hoje considero-o indigno da minha confiança e se por um lado aplaudo as segundas oportunidades por outro aprendo que as pessoas não mudam, aperfeiçoam a mentira. E a mentira dói-me. Corrói-me as entranhas e deixa-me perdida no meu mundo.
Sim, sou muito ingénua. Quero acreditar no bem, na verdade e na essência. Valores que caíram em desuso por não obedecerem, de todo, aos padrões modernos da vida fast everything! Então serei uma bota-de-elástico, uma retrógrada e deixo as minhas modernices para a escolha da cor do verniz das unhas ou para o próximo par de sapatos a que já pisquei o olho. Essas modernices bastam-me!
Deixou de ser uma minha pessoa. Isso deixou! Até poderá não ser para sempre. Poderei com o tempo arranjar forças para assumir outra perspectiva mas por enquanto prefiro afastar-me a fazer parte de um circo em chamas...
Puto estúpido! (tanto que quis ser homem...)


Era mesmo isto...

Hoje apetecia-me praia. Não esta... podia ser mesmo a minha, logo ali ao pé de casa. Para recuperar forças e aquecer a alma com o sol lusitano. 
É dia de descanso, sim senhora, mas por aqui será indoors. C'est pas la même chose!

Que coisa mais cheia de graça...


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Silly season, silly me...

... e os pés descalços e as havaianas, a praia e a areia nos dedos, os cabelos molhados e a água fria,  jantares tardios e noites quentes, roupas leves e espírito solto, boa disposição e muito, mas muito riso. Gosto mesmo!