terça-feira, 30 de abril de 2013

Nay...

Soleil, soleil... where are you?
Se não queres dar um ar da tua graça e trazer alegria, praia e sandaletes às gentes, ao menos aquece lá o painel e a água e tuditudi. De manhã saltar para o chuveiro e água estar aquele morno frio não é o começo de dia esperado. Já conversámos melhor, já, já!

sábado, 27 de abril de 2013

To do list...

Diz que tenho que ir tratar do cartão de cidadão ou único ou sei lá como se chama. A última vez que tratei do BI, há 5 anos atrás, já estava caducado. Pois, como nunca uso, esqueço-me. Lá passaportes tenho eu. Dois, simultaneamente. E que me dão uma trabalheira cada vez que é preciso renovar um deles. Apesar da autorização concedida pelo Governo Civil, as senhoras da Loja do Cidadão gostam de complicar e, normalmente, a coisa leva um dia inteiro para se resolver. Papel para a frente, papel para trás. Ora conta à história a uma, ora repete a história à chefe, ora chamam a directora. Ora sente-se aqui, ora espere ali, ora ligue para acoli. Acabo sempre por revirar os olhos à eterna tentativa das senhoras para arranjar uma justificação assim e assado... à qual eu respondo, invariavelmente, que não posso, não quero, nem a minha empresa vai emitir um documento falso. Pois, mas assim era garantido... porque cabia na gavetinha das justificações das senhoras.  E lá as convenço que não pode ser e que elas deveriam ser as primeiras a salvaguardar a veracidade dos documentos e tal. É sempre um dia perdido, um dia de stress, um dia em penso que é desta que não consigo o segundo passaporte, enfim... burrocracias (muito burras mesmo!). 
Já conheço as senhoras pelo nome. Elas também já me conhecem, não pelo nome mas por ser a menina dos muitos passaportes. A última vez entre uma senhora e outra acabou por o pedido ser finalizado por um senhor que ficou completamente incomodado por eu trazer três passaportes para casa. E eu explicava que um era o meu, o segundo era o novo e o terceiro estava anulado (por eles) mas ainda tinha o visto russo válido que eu precisava para transferir para o novo passaporte. Mas ele não queria ir na minha conversa e refutava que nunca tinha visto ninguém com três passaportes e que não podia ser e tal. E eu insistia que o terceiro passaporte não estava válido portanto eu não o podia usar mas que precisava dele para a transferência do visto. E o senhor remoía que eu ficava com três passaportes em casa. Eu, já fartinha e pelos cabelos com a falta de elasticidade mental do senhor,  atirei-lhe que ele podia ficar descansadinho que eu, em casa, tinha 15 passaportes (não são 15 mas são muitos). Ele deixou cair o queixo e deixou-me vir embora com os benditos dos três passaportes.
Agora vou estrear-me no mundo do cartão do cidadão e vou atirar-me de cabeça, cheia de esperança que seja canja. Seja chegar lá e pronto, já está. Eu sou uma pessoa positiva. Vai correr bem.
Só estou a querer esquecer-me de um pequeno pormenor... é que entretanto mudei de residência e aposto que aquelas senhoras, as que já me conhecem, vão querer vingar-se da história dos passaportes. 

He's so funny...

Uma pessoa prepara-se, mentalmente, para ir ver o sol português. Depois de uns dias de muitos nervos, passa o sábado chuvoso a organizar tudinho tudinho para não haver falhas e poder rumar a sul. Ao jantar, o telefone toca com um pedido esquisito:
- Olhe, calhando (ou mesmo não calhando) mantenha-se contactável H24 e vá deitando um olhinho às coisas, está bem? 
- Olhe, eu vou estar em casa, qualquer coisa pode ligar-me, está bem assim?
(Dois colegas, em simultâneo, fazem sinais para eu não dizer semelhante disparate - já estava dito!)
- Não, eu não vou ligar. Nunca. (que é para não ser acusado de estar a interromper o meu descanso - espertalhão!). Mas peço à Papoila para manter as coisas sob controlo. Está tudo organizado, não está? Promete-me que está tudo perfeito?
- Organizado, está. Perfeito, perfeito não está. Até porque vão entrar duas pessoas novas (russas - meeeedo) e o início é sempre uma aventura. Ligue-me se precisar. Quer que eu fique?
- Não, vá descansada.
Ui, descansadíssima. Compreendi-te, russo de mau pêlo!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Haja muita estupidez natural...

Directamente do Portugalito:
- Olha, a Catarina está a perguntar se queres comprar uma casa em Tróia? - muita mas muita risota do outro lado do wireless.
- Ah... quero, claro! Mas a Catarina vai morar para Tróia?
- Não, é para investimento.
- Quero! Claro, que quero. Olha, pergunta tudo muito bem perguntado à Catarina..
- Oh Catarina... tu-tu-tu-tu-tu....

E deixam-me a falar sozinha, ou melhor, penduradíssima. 
Ou foi do sol da praia ou os saldos chegaram a Tróia. Ou, então, é só mesmo muito boa disposição.

Quem corre por gosto...

Ainda bem que esta pesquisa não foi encomendada (foi, por moi-même), nem tem um objectivo por aí além (nunca se sabe) ou um prazo de entrega apertado (quando o tempo voa todos os minutos contam) porque estou sentada há horas (já nem tenho posição) com três gadgets a laborar simultaneamente assistida por mais uns livros e revistas e não vejo fim à vista. A internet é infinita para o tempo que disponho. Não consigo abarcar e catalogar todas as sugestões, inspirações e informações. A lista de to-do's já ultrapassa o razoável. A triagem complica-se a cada novo site visitado. Folders and bookmarks multiplicam-se à velocidade da luz. Tendo em conta que a fase seguinte é pôr a mão na massa, estou para ver como é que descalço esta bota. Estou, estou! 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Regras do jogo...




I swear I'm not!
Eu cá sou uma pessoa extremamente cumpridora de regras e leis (só para o que me convém, claro está!).
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Down under...

Hoje, uma colega (33anos e sozinha há já algum tempo) confidenciou-me que o objectivo de vida dela é encontrar um homem bom que a trate bem e que seja independente (financeiramente falando). Já (!?) não suspira por paixões arrebatadoras, amores loucos ou almas gémeas. Já não é importante. Essa doideira faz parte dos idos anos loucos em que teve os namorados mais charmosos e cavalheiros desta vida (italianos). Agora só espera encontrar alguém que a respeite e que pague as contas (!?). Está cansada de trabalhar (!?). Quer ter um budget mensal, limpar e organizar a casa e cuidar dos filhos. Mais nada. Todas as amigas têm filhos e ela sente-se a ave rara sem crias. Incompleta e à deriva. O relógio biológico disparou e nada mais faz sentido sem esta realidade imaginada e infinitamente procurada.
Eu fiquei speechless... ela, aparentemente, de ânimo leve.

*nacionalidade australiana

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Contrariedades...

E quando o gargalhar falso irrita? Aquele gargalhar balofo e sem sentido que não tem companhia. Que pretende ser engraçado mas nenhuma graça tem. Que quer arrastar multidões e termina sozinho, sem eco, sem repetições. É um gargalhar que mascara a carência de soberba e afasta(-me) o bom senso. 
Como eu gosto e admiro uma gargalhada saudável e honesta, mas não esta.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dia Mundial da Terra...

Reduce Reuse Recycle Restore Replenish
Se não vai lá a sério, que vá lá com graçolas tontas!

domingo, 21 de abril de 2013

How to save a life...

Fico de coração cheio quando sinto o amor ao próximo. Estive aqui de longe, de muito longe a acompanhar o amor, sim é amor, das pessoas (as que organizaram e as que contribuíram) no Todos por Um. Em oito horas conseguiu-se mais 300 potenciais dadores de medula. São 300 novas esperanças para o Rodrigo e para quem esteja à espera de uma vida nova. Inspirador. Uma lição de vida, sem dúvida. Contas feitas, todos saíram a ganhar. A esperança de um futuro melhor foi renovada.

sábado, 20 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Com o coração cheio de lamechice...

O meu afilharado já tem email e Skype. Hoje ligou-me porque queria testar o brinquedo novo. Fizemos experiências com voz e imagem e uma conferência de grupo. Achou piada. Também achou piada a mãe ser um bocado info-excluída. Goza com ela. Confia mais na mardinha para as modernices, porque a mardinha é uma cool, diz ele. A mãe, não. A mãe é chata, claro. É mãe. Também tem um Facebook marginal. Ele acha que ninguém sabe, mas nós, os crescidos, vamos controlando à distância à espera de um dia sermos todos amiguinhos  para fazer likes e shares de posts. Está a ficar um info-incluído, este meu afilharado. E diz que tem que ser assim porque o mundo é virtual. As coisas que os miúdos dizem. E nós, ou pelo menos eu, a sentirmo-nos cada vez mais velhotes com este passar do tempo à velocidade da luz. 

NB - afilharado e mardinha na versão original. Não é erro ortográfico.

quinta-feira, 18 de abril de 2013