quinta-feira, 17 de abril de 2014

Ok, ok...

Eu estava a pedi-las e vossemecê, Saint Pierre, não deixa passar uma. Nem duas! O sol brilha (às vezes), já não chove (às vezes) e até o parque de estacionamento está livre (às vezes). Agora é só conjugar estas variáveis todas numa direcção favorável e, talvez, a coisa se comece a compor, já que o joelho anda a fazer-se de sonso.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Já percebi...

Saint Pierre de Lafayette, homem do mau tempo, velho chalupa todo trocado. Vossemecê tenha juízo que a menina anda adoentada. Eu sei que andei para aí a dizer mal das minhas pessoas por tudo e mais um par de botas. Eu sei, eu sei, não vale a pena bater mais no ceguinho. Mas chegar ao hospital e ver a estrada de pantanas, nem sequer poder sonhar em estacionar o carro no parque porque a fila é de um quilómetro e não anda, ter que deixar o carro atrás do sol posto e ter que andar outro quilómetro para chegar ao destino e nos dois dias, sim nos dois dias, assim que saio do carro cai uma chuvada daquelas. 
Oh homem, e a minha pneumonia? Assim a coisa não vai lá.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A piada do dia...

NOT!
Note to self: jamais voltar a emprestar o computador nem para ver só uma coisinha ali sem importância nenhuma.
Umas 12 janelas abertas com coisas pendentes para serem revistas. Uma janela nova só para ver uma coisinha ali sem importância nenhuma. Acaba-se a pesquisa e vi, mal porque fiquei com a visão meio turva, as janelas a serem fechadas simultaneamente com um clique no sítio errado.
- Mas… mas… mas… o que é que fizeste &%$#?
- Errrr… bem, como estás doente fechei as janelas todas por causa das correntes de ar!

Eu mereço!

I love you all but..

Já não os posso ouvir. 
Eu tinha que ir ao escritório fazer um trabalho. Mas este escritório implica ir de avião. Era ir num dia e regressar no outro. A consulta, o exame e a fisioterapia seriam ajustadas e tudo encaixaria perfeitamente. Ok, falharia uma sessão de fisioterapia. Uma só!
E porque és louca e inconsequente  e irresponsável e não tomas conta de ti e qualquer dia ai e depois ui e isto e aquilo e frito e cozido e um derrame da pleura e se os antibióticos não fazem efeito e a infecção pode chegar ao sangue e depois um septicémia e morres e morres e morres e morres e morres em modo disco riscado.
CHEGA, pessoas! Não se aguenta. Eu não vos aguento, pá!
É uma pneumonia. A médica não disse para ficar trancada em casa agarrada a uma manta em repouso total. Também não está nos meus planos fazer um check-out antecipado e tomo tudo, tudo direitinho e até estou melhor. Muito melhor se comparamos com o meu estado há uma semana atrás.
Já avisaram tudo, verdade? Agora calem-se com estes alarmismos dramáticos de trazer por casa, pleeeease e deixem-me fazer coisas!

Quem nasceu para lagartixa...

Continuação do meu domingo de exclusão compulsiva.
Esquecida das compras não feitas, da chuva, do frio, do vento e dos riscos para a pneumonia e já no carro para regressar à maison, passa-me pela a cabeça a coisa menos trendy matchy-matchy de sempre: não comprei nada, não vim de lá inspirada mas estou tão feliz com dois pastéis de Belém no bucho. A bem da verdade, se tivessem sido três teria alcançado o nirvana dominical.

segunda-feira, 31 de março de 2014

One day you're in...




But I am completely out!
O que retive do Mercadito da Carlota (sim, vou ser tia e entusiasmei-me!): uma árvore a dançar o tango e uma ida aos Pastéis de Belém - ficava em caminho.


sábado, 29 de março de 2014

Diz que sim, diz, diz...

Diz a senhora doutora médica que é pneumonia.
Dois tipos de antibióticos, dois complexos vitamínicos, mais umas pastilhas efervescentes mais e mais descanso e nada de andar à chuva, sol, frio, neve, granizo, vento e demais intempéries. Nada de me constipar (!?!?!? - e eu que pensava que já estava constipada e gripada e toda faralhada) e por uma vez ter cuidado com a minha saúde.
Com tantas precauções atiro para o ar, muito calmamente, a derradeira pergunta: 
- Então e quanto tempo é que levo a ficar em forma outra vez?
- Uns três meses mas conhecendo-te como te conheço para a semana já estás enfiada numa avião rumo a Moscovo. Com uma pneumonia e coxinha de todo!

Fúque… mas estarei assim a descurar-me tanto e tão viciada no trabalho?


sexta-feira, 28 de março de 2014

É só isto...

E aos 28 dias do mês de Março, três meses depois, volto à estrada como condutora. Liberdade? Bem, foi só para conduzir moi-même ao hospital.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Kalashnikov, s'il vous plaît...

Não há chocolate que compense esta desfeita. Bandidos!

Diz que é hoje...

O Dia Mundial do Chocolate.
Entre vitaminas, chocolate e mais uma surpresa que só acredito quando vir parece-me que posso deixar a kalashnikov em stand by por mais uns tempos. Fingers crossed.

Em França, sê romano...

E o pequeno-almoço não tem sido os habituais cereais, iogurtes, manga, a comida de pássaro as sementes e o que normalmente faz parte desta refeição do dia.
Não! Tem sido mesmo uma belíssima baguete estaladiça com uma não menos maravilhosa manteiga e aquele fiambre de sempre!
Ah, e chá! Para quem não gosta de chá, nunca bebe chá e diz que chá lhe lembra doenças, tem sido chá antes, durante e depois de todas as refeições. Mas, lá está, o chá ficará para sempre como sinónimo de maleitas ou tivesse eu tido em 2014 um dia, só um diazinho, de perfeita saúde.

Mais uma ficha (pastilha)...




Será demasiado evidente que me sinto demasiado doente há demasiado tempo?

terça-feira, 25 de março de 2014

TIR over and over again..

No outro lado da cortina - sim, a cortina existe e não me venham cá com mas nem meio mas - há gente muito tola. Diria mesmo, inconsequente. Mas isto também não é novidade nenhuma. A grande novidade é eu desejar ardentemente ter uma Kalashnikov e começar a dar umas valentes traulitadas naquelas cabeças ocas.
É só mais do mesmo mas há dias em só me apetece dizer umas quantas verdades. E hoje foi o dia*. Pena ter sido o dia de meias verdades.

* ainda tenho um longo dia pela frente. Ora xacáver… são 07.00 da manhã, vá 08:00 hora local!

P.S. - Traulitadas = pancada forte.
Ainda não cheguei à parte dos tiros e querer sangue e não quero chegar. Antes, espero ter o discernimento para retirar-me.

sexta-feira, 21 de março de 2014

A semana do detergente da louça...

Diz que é blogo in qualquer coisa falar do detergente da máquina da louça. E eu, não querendo ficar de fora, verifico que jamais poderei ousar sonhar em fazer parte desse maravilhoso mundo restrito de bloggers hiper-ultra-super-mega tendenciocoiso da moda.
Eu, pessoa pelos vistos hiper-ultra-super-mega antiquada, não uso pastilhas na lavadeira oficial da louça de la maison mas uso o sal, o abrilhantador e o detergente em separado. Oh, velha do Restelo cheia de teias de aranha na tête!
Em tempos idos, também usei disso mas depois veio o senhor da marca da máquina e disse ah, não pode ser, não pode usar isso nesta máquina hiper-ultra-super-mega inteligente e económica. Ele começou a falar em coisas esquisitótécnicas de os valores não ficarem equilibrados e sei lá mais o quê e eu simplesmente reti que teria que aderir ao tempo dos afonsinhos do mundo das máquinas da louça se quisesse resultados óptimos. Se o senhor assim o diz, eu melhor o fiz!

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