quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Este Natal...
Houve azevias - as minhas primeiras azevias (aprovadíssimas), rabanadas, bolo escangalhado, bacalhau, cabrito, espargos, pastéis de pato e alguma tranquilidade.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Ho Ho Ho...
Com muito pouca vontade (nenhuma, mesmo!) de entrar em festividades natalícias, lá fui à FNAC fazer umas mini compras de Natal para oferecer à criançada. Já na caixa, lembrei a funcionária que queria o talão de oferta. Conversa para a frente e para trás (eu que não sou nada de conversas com estranhos mas ela insistia em partilhar coisas que a mim nada me interessavam) e o talão de oferta ficou esquecido. Assim que saí da loja verifico esse esquecimento e volto atrás só para ouvir que já não era possível a emissão do talão.
WTF?! Pensei com os meus botões que não sendo a FNAC uma chafarica de esquina sem um sistema informático comme il faut, teria que ser possível emitir o tal talão.
Ela dizia que não era de todo possível e eu não cedi, o que normalmente até acontece só para evitar aborrecimentos. Pedi que chamasse um supervisor ou alguém que estivesse mais dentro do sistema informático da caixa. Veio o supervisor com a mesma resposta na ponta da língua. Não, não e não. Depois de algum ping pong verbal, lá foi sugerido pelo douto supervisor que a única forma de conseguir o bendito talão era anular a venda (como se fosse uma devolução) e fazer uma suposta nova compra. E com a sugestão veio a pergunta se eu estaria interessada em tal procedimento. Ao qual eu, já com muito pouca paciência, respondi que só queria o talão independentemente da forma que fosse necessária para o conseguir. E não é que o homem voltou a insinuar que teria que fazer a devolução e blablabla…, notoriamente a passar a responsabilidade para o cliente da trabalheira extra que teria que passar pelo esquecimento da colega da caixa.
A sério, esta preguiça faz-me nervos na franja!
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Politiquices à parte...
Fui ouvir o que o candidato Sampaio da Nóvoa tinha para dizer e não gostei. Já o conhecia de outras guerras, como reitor, e torcia um bocadinho o nariz à pessoa. A entrevista com a Clara de Sousa confirmou o mega-ego do senhor. EU, EU, EU sou capaz de tudo, falo com todos e tenho o apoio de pessoas importantes e EU e mais EU e EU também.
Temos um Yes, I can à portuguesa.
Eventualmente até poderia ser um Presidente da República comme il faut mas não vale, sequer, a pena cogitar muitos ifs porque as eleições estão ganhas. Aliás, a bem da verdade, até se poderia poupar uns eurozitos e não fazer eleições de todo. Assim como assim já todos sabemos quem vai ser o próximo presidente, n'est-ce pas?
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Gelados de Portugal...
Já provei o de Pastel de Nata, o de Mirtilo com Framboesa e Chocolate e hoje foi o dia de Ovos Moles de Aveiro. Não são os gelados italianos cremosos de babar a que estou mal habituada ou os que comecei a fazer com a minha ajudante preferida no último Verão (não, não é a Bimby!) mas são uma alternativa francamente agradável para uma sobremesa rápida e inesperada quer para partilhar quer para agarrar na caixa e usá-la como companhia deliciosa numa noite de filmes.
Mais um post patrocinado pelas minhas papilas gustativas!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Chique, mas chique a valer...
… ou só snob até à quinta casa!
A minha médica recomendou-me comer Miso (sopa japonesa) porque ai e tal é do melhor que há e faz bem e tuditudi.
Eu adoro comida japonesa, os sushis e sashimis, as tempuras e o arroz, os sobas e os udons - o que eu adoro um belo prato de yakisoba, os teriyakis e os teppanyakis, os donburis e os yakitoris. Basicamente tudo o que não seja muito esquisito. Mas Miso é que é coisa que não me agrada. Nem o aspecto nem o sabor. Aquilo mais parece uma água suja com umas coisas a boiar e apesar de insistir nunca gostei. Até ao dia!
Não pedi mas fazia parte do menú e voltei a tentar. Tudo pela minha saudinha. E experimentei e não é que gostei? Mas gostei desta. E agora? Será que os senhores entregam ao domicílio (Lisboa ou Moscovo) ou, queridos que só eles, disponibilizam-me a receita?
domingo, 29 de novembro de 2015
Dos Pastéis de Belém...
Talvez vá lá menos vezes do que gostaria mas seguramente mais vezes do que deveria ou pelo menos consumo o suficiente (mais do que!) para adiar continuamente uma nova visita. Eu tento (não muito, claro) mas não consigo saciar-me só com um pastelinho - sou só eu que acho que estão mais pequeninos?
E embora o espaço fuja ao conforto de uma pastelaria mais tradicional, gosto dos azulejos a forrar as paredes, o balcão de atendimento a trazer, a quem se lembrar, memórias de outros tempo e o aroma constante de bolos acabados de sair do forno. E até gosto das mesas fora de moda que ainda não serão vintage mas certamente pertencem ali. O que não gosto mesmo nada é das cadeiras que alguém achou que sim. Pois, para mim é não!
Também não gosto da insistência de algumas pessoas que dizem que ao lado (não sei onde) é que fazem os verdadeiros Pastéis de Belém e que esta receita foi conseguida de forma pouco legítima e que estes nem são assim tão bons como os outros. Não conheço os outros, até poderão ser melhores mas dizer que estes não prestam parece-me injusto, incorrecto e muito redutor (vistas curtas, neste caso paladar - é o que é!).
Também não gosto da insistência de algumas pessoas que dizem que ao lado (não sei onde) é que fazem os verdadeiros Pastéis de Belém e que esta receita foi conseguida de forma pouco legítima e que estes nem são assim tão bons como os outros. Não conheço os outros, até poderão ser melhores mas dizer que estes não prestam parece-me injusto, incorrecto e muito redutor (vistas curtas, neste caso paladar - é o que é!).
Este post foi escrito em parceria com o meu estômago (satisfeitíssimo)!
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Black Friday...
Será que hoje vou ter desconto no pagamento do IMI?
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
I hear voices...
Eles falam comigo. Não é para ou com todos, só quem tem esta sensibilidade é que os ouve assim baixinho, quase um sussurro imperceptível mas muito intenso. E, claro, não são todos só alguns é que têm a ousadia de comunicar com os humanos. Aqueles que têm alma e que querem fazer parte desta vida em vez de serem eternos espectadores.
Para quem estava mais do que proibida de se aproximar de uma qualquer livraria, consegui, não sei como, ter dez novos calhamaços para transportar para Lisboa. Tudo começou com um singelo e pequeno livro, de repente já tinha seis e depois nove e outro debaixo de olho e, claro, dez dias numa cidade que não deixa dormir ninguém. Um livro por dia nem sabe o bem que lhe faria. Para já, faz-me muito mal às costas...
Ah e tal é mais barato comprar online e tal. Talvez seja mas e aquele namoro pegado com direito a borboletas na barriga e sonhos imensos que acontece quando se pega no livro pela primeira vez e folhei-se para a frente e para trás até ele dizer aquelas palavras mágicas? "Take me with you". Nunca encontrei disso online.
Estes dez sabem-na toda, é o que é!
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
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