segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
sábado, 24 de dezembro de 2016
domingo, 18 de dezembro de 2016
Tempo valioso perdido...
Que se pode fazer quando temos que fazer uma formação e sabemos de longe mais do que a formadora?
Nada. Entra-se muda, pouco se acrescenta e sai-se frustrada porque, sim!, há muito a aprender mas com pessoas que, efectivamente, saibam mais e tenham algo a ensinar.
Sentamo-nos assim discretamente à espera que o tempo voe e conscientes que tanto se poderia fazer noutro lado e com outras pessoas. E não!, não se pode reportar a situação.
A única solução é o vulgar comer e calar!
Eles perseguem-me...
É certo e sabido que a cada regresso a bagagem vai muito mais pesada e a estante, em casa, parece ter encolhido.
Desta vez (e das futuras!) seria excepção, não haveria mais compras destas por razões cá desta vidinha e do destino que me foi sorteado. Tudo a correr como planeado quando tropeço neste amiguinho que promete delícias permitidas. Este e outros três mosqueteiros que estão ali a olhar para mim.
Nada mais a fazer. Já está feito!
sábado, 17 de dezembro de 2016
Esta coisa imprescindível chamada internet...
Faz-me estar à lareira com 23ºC lá fora (?!).
Deve ser o espírito natalício que está com frio...
Deve ser o espírito natalício que está com frio...
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Tudo isto existe...
E é triste!
O novo parque de estacionamento de curta duração no aeroporto de Lisboa é, na minha opinião, o resultado de um estudo (ou somente imitação) das boas práticas de um qualquer país desenvolvido. Estacionamento grátis durante 10 minutos com lugares quase sempre disponíveis, devido ao elevado custo quando ultrapassa o tempo permitido, mesmo em frente ao terminal de partidas para a função a que se destina: drop-off de passageiros e bagagem e um beijo ou abraço de despedida. Fantástico, Mike!
Mas apesar dos muitos lugares vagos, há sempre os chicos-espertos (tantos!) que param as suas viaturas nos lugares destinados a pessoas com mobilidade reduzida ou mesmo em cima da passadeira atrapalhando a entrada e saída dos carros no mesmo parque. Vi eu durante os 30 minutos em que estive à espera do meu pick-up.
É esta mentalidadezinha portuguesa que entristece a minha costela suíça importada.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Just for my record...
Eu, pessoa supé chic que só aprecia e consome os melhores chocolates suíços ou belgas ou outros semelhantes, crús, orgânicos com mais de 85% de cacau promissores de beleza, saúde e juventude eterna está a deliciar-se com um - já vou no segundo em dois dias - Ritter Sport Extra Nut que me está a saber pela vida (e não consigo parar!).
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Cansam-me o nome...
Os senhores dos Call Centers conseguem repetir o nome próprio e apelido de uma pessoa mais vezes em cinco minutos do que o meu sobrinho com dois anos a chamar a tia o dia inteiro. E se ele chama a tia!
É enervante! Os senhores dos Call Centers, o sobrinho querido nunca.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Pequenas coisas...
Hoje vi uma fotografia de uma página russa sponsored do FB. É normal. Aparecem muitas. Mas esta fotografia mostrava uns chinelos de quarto iguais aos meus (de Lisboa). E do nada, senti-me homesick. Senti falta do meu ninho, do meu conforto, do meu eu verdadeiro.
Acho que estou a pirar...
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Hey, Mr. Cagarolas...
Se há coisa que me faça comichão, e há muitas, a cagarolice é uma delas e deve ocupar um dos lugares cimeiros, muito provavelmente porque tenho aturado alguns e simplesmente considero tempo perdido e enfastiante.
Aquela coisa do eu tenho, eu faço, eu aconteço de peito feito, armado ao pingarelho e ar superior dá-me uma vontade imediata de virar costas e fazer conversa para outro lado. Não é por nada, só mesmo deixo de ter tema para conversar com a cagari-cagaró em questão. Vou falar de quê? Subir no pedestal e dizer que tenho, faço e aconteço muito mais ou vou lamentar de não ter, não fazer e não acontecer, oh desgraça da minha vida, que (des)infeliz que eu sou, não sirvo para nada, parasita da sociedade?
Não dá, não é? Pelo menos para mim.
Esta gentinha arrogante com meia dúzia de sucessos mas com uma lista interminável de cagarolices é chata. É inconveniente. É desinteressante. Alimenta-se do show off e da humilhação alheia (ou pelo menos da tentativa). Não tenho paciência. Fui.
Depois há o cagarolinha pé rapado. Uma espécie semelhante mas sem nada para mostrar. É o indivíduo que nem sequer é esforçado, se fosse tinha feito alguma coisa da vida e não estou, sequer, a referir-me a salários chorudos. Normalmente esta gente avalia-se (e aos outros) pela quantidade de zeros da conta bancária. Amiúde é ignorante, preguiçoso e mais um sem número de atributos pouco recomendáveis mas acha que se atirar umas cagarolices para o ar, alguém há-de acreditar e no fim até consegue um lugar engraçado na fotografia. Ora, não consegue. O que consegue é mostrar o quão ridículo e patético é. Até porque a inteligência não sendo o seu forte, e como é mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo, acaba sempre por, em algum momento, cometer um deslize fatal.
E como a idade é tramada, e a minha já não me permite aturar estes enfados, o bocejo costuma ser a melhor resposta.
Elisabete, francamente...
Será perseguição? Destino? Ou mera coincidência? Mas Elisabete, para mim, é sinónimo de burrice. E pior, estas pessoas não têm a mínima noção das suas limitações, bem pelo contrário, acham-se a última bolacha do pacote. Mas, lá está, por ignorância ainda não perceberam que a última bolacha não passa de migalhas.
Disclaimer: não pretendo ofender ninguém até porque não conheço toooodas as Elisabetes deste mundo mas as poucas que conheço são burras, tão burras, que chega a doer. Muito.
E gostava muito de conhecer para perder o preconceito. A sério!
E gostava muito de conhecer para perder o preconceito. A sério!
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Os primeiros flocos de neve...
Cansada de estar fechada, já a sentir o peso dos ambientes excessivamente aquecidos e secos, decidi ir apanhar ar fresco. A noite já tinha caído, as luzes da rua, dos carros e das lojas mais o ar frio no rosto lembrou-me o Natal. Por não estar a chover nem a nevar, até que um passeio à noite por Moscovo, apesar de estar frio, pode ser bastante agradável. E sozinha, acompanhada pelos meus pensamentos, desci e subi a Tverskaya. Assim que regresso olho lá para fora e vejo os primeiros flocos de neve a cair timidamente. Ainda não há tapete de neve no chão. A ver vamos como Moscovo vai amanhecer. O Inverno, definitivamente, chegou aqui.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





