segunda-feira, 10 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O Rodrigo...
Sinto-me vazia, impotente e fiquei dormente com a notícia. Não consegui mais abstrair-me da nova realidade: o Rodrigo tinha partido.
Eu não conheci o Rodrigo, eu conheci a história do Rodrigo, um menino de sorriso fácil a quem foi roubada uma infância de saltos e gritos, jogos e corridas, disparates e joelhos esfolados. Uma vida de menino livre e feliz. E como tantos outros portugueses, não pude deixar de associar-me a tamanha onda de solidariedade. Torci pelo Rodrigo, acompanhei a sua evolução e fiz o que me foi possível a quase 4000 Km de distância. Não antecipei de todo este desfecho repentino e precipitado. Acreditei que se iria fazer a diferença. E fez-se com o apoio, dedicação e empenho de tanta gente. Infelizmente o Rodrigo não resistiu à brutalidade desta doença que vai colhendo a eito quem apanha pelo caminho.
Este menino deixa, no entanto, um legado ímpar: um acordar de consciências que rapidamente se multiplicou pelo país inteiro. Milhares de pessoas foram contagiadas por este menino tão pequenino que entrou no nosso coração. No meu entrou e ficou. E é difícil gerir e aceitar que a vida não tenha dado ao Rodrigo e à família uma nova oportunidade, uma cura ou mais tempo para lutar.
Hoje, para todos nós, é um novo dia. Para a família do Rodrigo é mais um dia de dor, de angústia, de revolta e de muita saudade. Desejo do fundo do coração, muito apertado e triste, que consigam encontrar alguma calma e paz de espírito, se é que é possível e que mãe do Rodrigo tenha muita coragem para conseguir voltar a respirar. A sua dor é inimaginável. E a todos nós que honremos a memória do Rodrigo e continuemos a aumentar a lista de possíveis dadores de medula óssea para renovarmos a esperança e a vida de todos os nossos Rodrigos.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Em repeat...
Quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas e QUERO UMA COISA DESTAS, sim?!
E nos USA esta coisa custa metade do preço. E é pena os americanos também funcionarem a meio gás - 110v, canário!
sábado, 1 de junho de 2013
E mais nada...
Os senhores da inspecção do carro são tão fofinhos e ligam-me só para lembrar que segunda-feira é o último dia, coisa que não fazia sequer parte da lista dos to do's. Ligo para uma alma que tenha disponibilidade para fazer tal favor e a primeira palavra que ouço é:
- PARABÉNS!
- Hum? Não faço anos!
- Mas hoje é o dia da criança!
Pronto, assim se conclui que não sou levada a sério por ninguém!
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Uncle Sam...
Eu passei muitas noites da minha pré-adolescência a ver filmes a preto e branco na RTP 2. Gostava e a minha mãe deixava. Acho que vi os filmes todos da Audrey Hepburn, Gregory Peck, Cary Grant, Rock Hudson, Robert Mitchum, Marilyn Monroe, Mel Ferrer, Katharine Hepburn, Natalie Wood entre outros. Deu-me para ali. Podia ter sido pior. À minha irmã dá-lhe para, aos trinta anos, perder-se com os desenhos animados. Cada um com a sua pancada. Por aqui dá-nos para a cinefilia.
Ficava fascinada com a América elegante a preto e branco de Nova Iorque, Los Angeles ou dos subúrbios, muito longe da realidade portuguesa. Essa fixação manteve-se e não descansei enquanto não atravessei o lago, embora a primeira travessia tenha sido para o país irmão.
Um curso, umas férias e algumas viagens em trabalho permitiram-me conhecer um bocadinho esta terra que, no fundo, não me importava de abraçar durante uns tempos.
Ah e tal e os americanos e o coiso. Pois, pois, é tudo verdade mas também é verdade que os portugueses são assim, os franceses assado, os alemães fritos, os chineses impossíveis e os russos nem se fala. Perfeição não existe. Já oportunidades e sonhos...
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Mais do mesmo...
domingo, 26 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
St. Peter, St. Peter...
Estamos aqui, estamos a ter um tête-à-tête de pé de orelha muito sério.
Quer dizer, no dia 25 de Abril, feriado nacional, o senhor manda o povinho para a praia qual dia de Agosto com temperaturas tórridas e águas calientes. Moi-même trancada em Moscovo. Três singelos dias volvidos e uma pessoa vai para Lisboa com ganas de se estender ao sol e vem a chuva, o frio e o vento de um Outono fora de tempo. Moscovo ficou com uns 28ºC que, certamente, não lhe pertenciam. Chego aqui para verificar essas temperaturas importadas e o céu começa a chorar baba, ranho, cães e gatos com direito a trovoadas e a um sismo matinal para desalinhar os ânimos. Qué qué isto, St. Peter?
Entrementes...
Sem a parte do mentes (que isso não traz resultados nenhuns), fui dar uma volta ao bilhar grande (à cause do World Baking Day)!
Ele(a) foi passadeira, abdominais, estica para aqui, flecte para ali, roda para acolá. Foi o set todo. Amanhã há mais... se eu conseguir mexer qualquer coisinha.
- Posted using BlogPress from my iPhonesegunda-feira, 20 de maio de 2013
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