sexta-feira, 27 de junho de 2014

Olha-me esta...

Hoje, por coisas cá desta minha vida bipolar entre Lisboa e Moscovo, tive que ir lá para os lados da Expo. Contentinha, lá seguia eu pela 2ª circular quando o telefone toca e, embora não fosse nenhum disco pedido, entabulou-se logo ali uma animada converseta (alta voz, senhores, alta voz!) com senhora dona irmã grávida. Ele foi convite para jantar, encomenda de sobremesa, sobrinho querido para a frente e para trás, Verão maravilhoso mais isto e aquilo. Quando desliguei o telefone e dei por mim, estava nas Partidas do Aeroporto. 
Ainda ontem cheguei e já estou em modo automático para ir embora.
Não, não estou nada chalupa!

terça-feira, 24 de junho de 2014

E desta janela...

… vejo a Europa.
A colega russa, surpreendida, exclama que estes manifestante estão contra o Mr. Putin e, após uns segundos de silêncio e ainda incrédula, conclui que não têm razões para tal.
Olho para ela e, com um sorriso triste e com pena, não faço qualquer comentário.
Em pequeninos, torceram-lhes os pepinos (

sábado, 21 de junho de 2014

Diz que é...

… meia-noite!
Eu digo que, à falta de de cortinados black out, não vai ser fácil conciliar o sono.

Eu gosto é do Verão...

Pois, mas aqui foi mesmo debaixo de chuva e a fugir do frio. Que grande começo de Verão!
So much for the Midsummer fest e o maior bonfire daqui e d' álem mares!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

A língua portuguesa...

Às vezes arrepia-me ojóvidos, ou melhor, os falantes da língua portuguesa.
Eu digo Espanha, França, Itália, Inglaterra e Portugal mas digo o Brasil, a Rússia, o Japão, a Noruega e por aí fora. Consequentemente digo em Espanha, em França, em Inglaterra e em Portugal mas utilizo a preposição com o pronome para os outros casos: no Brasil, na Rússia, no Japão, na Noruega, etc…
Agora com o Mundial é mato. Vale tudo. A mim soa-me muito estranho ouvir dizer na Espanha ou no Portugal assim como em Brasil ou em Noruega. Mas que eles andem aí à solta, andem!

Diria mais...

Feito é melhor que nunca perfeito!
Se ao menos eu me deixasse destas esquisitices...

quinta-feira, 19 de junho de 2014

A sério...



E o mundo apanhou um susto porque o FB esteve inoperativo por uns momentos?
Get a life, pleeeease!
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terça-feira, 17 de junho de 2014

Diz que sim...

E as tias respiram de alívio. Água mole em pedra dura… mas receávamos não ser bem sucedidas. Entre  Ester e Aurora, o tio já tinha decidido que ia chamar a sobrinha de Marisol. Assim fica tudo na gaveta até à próxima, hopefully mudam de ideias e arranjam uns nomes mais simpáticos. Ufa!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

domingo, 8 de junho de 2014

Dia nim...

Acontece sempre no decorrer da inspecção. Eu, uma Michèle Mouton do asfalto, que vou daqui a muito longe de dia ou de noite sem medos nenhuns chego à inspecção e dou um laçarote (é mais um nó mas em chique). A viatura lá ganhou o selinho verde e isso é que interessa e o resto não interessa mesmo nada de nada. Saio de lá sempre a dizer que não vou regressar mas, prontoS, para o ano há mais. E tenho para mim que não fugirá à regra.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Dia sim...

Os senhores fofinhos da Controlauto ligam a lembrar que tenho que levar o carro à inspecção até ao dia 4 de Junho. Disse-lhes que já me tinha lembrado e entretanto esquecido. Agendo para amanhã de manhã mesmo antes de ir para o aeroporto mas pelo sim pelo não resolvo passar lá hoje ao fim da tarde  para despachar a coisa sem grandes stresses de última hora. Não só não estava muita gente como os carros a diesel (aparentemente o meu era o único) tinham prioridade. Num instantinho fico despachada.  Nem todos os dias acordo com o dito virado para a a lua mas hoje até correu meio bem. O que veio a seguir é que já não interessa nada!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Oh meu Deus da família dos agnósticos...

Diz que vou ser tia. Quer dizer, ainda não sei se vou ser tia ou tio. Mais umas semaninhas e a informação chegará a Moscovo. Entretanto, bem entretanto, faz-se listas de nomes para menino e menina. Uma mãe e duas tias babadérrimas mais os sem sorte dá pano para mangas. Já para não falar nos avós, bisavós, tios-avós e restante família. Mas adiante, falava eu de nomes, de preferência, giros. Eu gosto de nomes com o som ê, a outra tia gosta de nomes com Ls, os pais não estão de acordo mas acabaram por adiantar duas opções. Só para brainstorming. Ema para menina, Rodrigo para menino. Ema, apesar de ter lá o ê não ocuparia nenhum dos lugares do topo da minha lista, nem se quer estava lá, mas parece-me um nome inócuo. Ok, pronto. Ema, será! Quanto a Rodrigo, nada a acrescentar. Temos então dois nomes escolhidos pelos pais e aceites pela família.
Um dia a mãe lembra-se que Ema é uma avestruz e decide escolher outro nome. Apresenta à família duas alternativas: Ester ou Aurora.
???!!!
Eu só tenho uma coisa a dizer: quero ser TIO!!!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Valha-me nosso senhor dos terapeutas...

A terapeuta R. tem 24 aninhos e achou que eu tinha 27, vá… na loucura e muito exageradamente 30! Nem sei que lhe faça: se lhe dê beijinhos ou uns comprimidos!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Parou tudo...

As pessoas que trabalham nos hospitais ficam, ao fim de algum tempo, doentinhas, não é? São contaminadas pelo ambiente e as por todas as maleitas que aparecem por lá mais a mistura das mesmas que deve originar novas enfermidades. É, não é? É, Claro que é. Só pode ser. 
A terapeuta R. é uma querida, que é. Dedicada e muito competente. É mesmo. Mas tem uma doença estranha nos olhinhos ou na cabeça que a impede de olhar a realidade de frente. Hoje entre massagens e puxões e no meio de uma converseta que para o caso não é relevante, solta um ai, a Papoila ainda é muito nova para ficar sem a amplitude total da perna… (já vou nos 115º,  já pedalei na bicicleta e isto está quase bom, falta o quase que ainda promete mais uns meses)… bla, bla, bla.
- Que idade tem? Hum… 27?
Eu entortei os olhos e ri-me. 
- Já sei que vai ficar zangada e até acho que não tem, mas 30…?
Não só uma pessoa sai de lá com o joelho massajado como o ego também vem muito aconchegadinho. 
É uma Bambi, a terapeuta R.