quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Just for my record...

Eu, pessoa supé chic que só aprecia e consome os melhores chocolates suíços ou belgas ou outros semelhantes, crús, orgânicos com mais de 85% de cacau promissores de beleza, saúde e juventude eterna está a deliciar-se com um - já vou no segundo em dois dias - Ritter Sport Extra Nut que me está a saber pela vida (e não consigo parar!).

Just for the record...

Em russo, o nome do presidente eleito Trump diz-se (ou ouve-se!) Trampa.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Cansam-me o nome...

Os senhores dos Call Centers conseguem repetir o nome próprio e apelido de uma pessoa mais vezes em cinco minutos do que o meu sobrinho com dois anos a chamar a tia o dia inteiro. E se ele chama a tia!
É enervante! Os senhores dos Call Centers, o sobrinho querido nunca.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Pequenas coisas...

Hoje vi uma fotografia de uma página russa sponsored do FB. É normal. Aparecem muitas. Mas esta fotografia mostrava uns chinelos de quarto iguais aos meus (de Lisboa). E do nada, senti-me homesick. Senti falta do meu ninho, do meu conforto, do meu eu verdadeiro. 
Acho que estou a pirar...

Definitely...


Well, I treated myself to 90 mins of pure delight and joy and 90 minutes later I'm feeling and looking 5 years younger. My new BBF Vova (a gay beautician!) just made my day. No tricks!

Trick or treat...


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Eu não procuro...

Elas atiram-se para a minha frente.
E não hei-de eu, assim, continuar preconceituosa?

Amiga de um amigo (esta, minha amiga não é - nem conheço!).

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Hey, Mr. Cagarolas...

Se há coisa que me faça comichão, e há muitas, a cagarolice é uma delas e deve ocupar um dos lugares cimeiros, muito provavelmente porque tenho aturado alguns e simplesmente considero tempo perdido e enfastiante.
Aquela coisa do eu tenho, eu faço, eu aconteço de peito feito, armado ao pingarelho e ar superior dá-me uma vontade imediata de virar costas e fazer conversa para outro lado. Não é por nada, só mesmo deixo de ter tema para conversar com a cagari-cagaró em questão. Vou falar de quê? Subir no pedestal e dizer que tenho, faço e aconteço muito mais ou vou lamentar de não ter, não fazer e não acontecer, oh desgraça da minha vida, que (des)infeliz que eu sou, não sirvo para nada, parasita da sociedade?
Não dá, não é? Pelo menos para mim.
Esta gentinha arrogante com meia dúzia de sucessos mas com uma lista interminável de cagarolices é chata. É inconveniente. É desinteressante. Alimenta-se do show off e da humilhação alheia (ou pelo menos da tentativa). Não tenho paciência. Fui.
Depois há o cagarolinha pé rapado. Uma espécie semelhante mas sem nada para mostrar. É o indivíduo que nem sequer é esforçado, se fosse tinha feito alguma coisa da vida e não estou, sequer, a referir-me a salários chorudos. Normalmente esta gente avalia-se (e aos outros) pela quantidade de zeros da conta bancária. Amiúde é ignorante, preguiçoso e mais um sem número de atributos pouco recomendáveis mas acha que se atirar umas cagarolices para o ar, alguém há-de acreditar e no fim até consegue um lugar engraçado na fotografia. Ora, não consegue. O que consegue é mostrar o quão ridículo e patético é. Até porque a inteligência não sendo o seu forte, e como é mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo, acaba sempre por, em algum momento, cometer um deslize fatal.
E como a idade é tramada, e a minha já não me permite aturar estes enfados, o bocejo costuma ser a melhor resposta.

Elisabete, francamente...

Será perseguição? Destino? Ou mera coincidência? Mas Elisabete, para mim, é sinónimo de burrice. E pior, estas pessoas não têm a mínima noção das suas limitações, bem pelo contrário, acham-se a última bolacha do pacote. Mas, lá está, por ignorância ainda não perceberam que a última bolacha não passa de migalhas.

Disclaimer: não pretendo ofender ninguém até porque não conheço toooodas as Elisabetes deste mundo mas as poucas que conheço são burras, tão burras, que chega a doer. Muito.
E gostava muito de conhecer para perder o preconceito. A sério!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Os primeiros flocos de neve...

Cansada de estar fechada, já a sentir o peso dos ambientes excessivamente aquecidos e secos, decidi ir apanhar ar fresco. A noite já tinha caído, as luzes da rua, dos carros e das lojas mais o ar frio no rosto lembrou-me o Natal. Por não estar a chover nem a nevar, até que um passeio à noite por Moscovo, apesar de estar frio, pode ser bastante agradável. E sozinha, acompanhada pelos meus pensamentos, desci e subi a Tverskaya. Assim que regresso olho lá para fora e vejo os primeiros flocos de neve a cair timidamente. Ainda não há tapete de neve no chão. A ver vamos como Moscovo vai amanhecer. O Inverno, definitivamente, chegou aqui.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Je suis UBER...

Eu até entendo algumas reivindicações e preocupações dos taxistas. A questão da legalização do serviço UBER parece estar na ordem do dia e a ser preparada e por isso o serviço continua disponível a quem o quiser utilizar. E isto é que está a fazer muita comichão aos taxistas, cada vez haver mais adeptos/clientes do serviço UBER. E os senhores taxistas não querem ou parecem querer saber o motivo. 
Certamente há muitos taxistas correctos, atenciosos com os carros limpos e em perfeito estado de conservação e tuditudi mas a verdade é que a classe está com a sua reputação pelas ruas da amargura. E não é por causa da UBER. Há muito que são acusados de enganarem os clientes com rotas esquisitas para cobrarem mais, de serem mal-educados se o percurso é demasiado curto, de os carros cheirarem mal, dos palavrões proferidos nas viagens, da falta de higiene do motorista entre outras pérolas, especialmente à saída do aeroporto (experiência própria!). Tudo isto muito antes da UBER. Tiveram muitos anos para melhorarem o péssimo serviço prestado mas como não havia concorrência não sentiram necessidade. Eram os maiores e únicos.
A UBER apareceu e o serviço convenceu. Veio contrariar o mau serviço disponibilizado pelos taxistas e nem por isso com um custo mais elevado. Os utilizadores decidiram. 
E quem ainda tivesse dúvidas, hoje foi o dia em que as mesmas se dissiparam e a UBER nem precisou fazer nada. Os taxistas encarregaram-se de toda uma rebuscada estratégia de marketing e publicidade gratuita para a concorrência. Burrice!

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Oktoberfest...

Depois de um mês de chinesices, chegar à Alemanha é como estar em casa mesmo nem gostando lá essas coisas de cerveja.

sábado, 24 de setembro de 2016

Eu sei...

Sabe, Papoila, você não tem nada de portuguesa. 
(Yeah, yeah, yeah, as if you were an expert…)

Ainda não percebi se é elogio ou somente pena mas é recorrente. Tão normal que já nem ligo nem justifico, muito menos questiono. Deixo, simplesmente, cair no turbilhão das várias conversas cruzadas.

Amanhã é outro dia.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O drama, a tragédia, o horror...

A quantidade de comentários chocadíssimos à cause de uma brincadeirinha insignificante. 
Mas as pessoas ligaram o complicómetro logo de manhã? Aquela grupeta com tanta patetice matinal não consegue descontrair esta gente? A ironia caiu em desuso ou foi só mesmo a inteligência?
Valha-me nossa senhora dos tolinhos!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

E assim de repente...

Já é Outono.
Ora bolas! Então eu que planeava e merecia (e assim diz o meu contrato, relembraram-me hoje ao telefone - verdade, verdadinha!) visitar o Verão, e passear na praia (deixo os mergulhos para águas mais cálidas) e comer uma sardinhada e fazer mais qualquer coisa típica da silly season e diz que já não vou a tempo? Is it so?
É que pelas contas atravessadas desta gente, nem o Verão de S. Martinho eu vou ver, caneco!

Smile and nod, smile and nod ou inspira, respira e não pira, s'il vous plaît.

Isto também existe...

Hoje ou ontem, confesso que já nem sei devido à diferença horária e ao contínuo contacto com outras partes do globo, tropecei num artigo, no mínimo, estranho. Estranho para mim que nunca tinha ouvido falar e estranho porque não consigo abraçar a ideia: amormentação ou amormentar. 
Começa logo mal pela semelhança fonética com a palavra atormentar e não melhora quando imagino o conceito. 
Por razões que agora não vêm a este caso, o meu sobrinho passou muitas noites e dias, seguidos ou alternados, em minha casa desde o dia em que nasceu. É meu sobrinho. É a mini (e a maxi!) pessoa mais importante da minha vida. Biúúúúú - I love you (him) - to the moon and back a zillion times and more. Houve algum choro e muito colo e abraços e beijinhos e massagens e embalos e cantorias e nunca, mas nunca, me passou pela cabeça essa coisa da amormentação. Confesso que me faz muita comichão, confusão, causa-me até alguma repulsa (para não dizer nojo, mas isto sou eu que sou uma maria nojentinha para quase tudo e mais alguma coisa!).
Ainda consigo perceber as amas de leite de antigamente (muito antigamente!). Não havia leites adaptados e os bebés pequeninos precisavam de alimento. Contudo, estas amas eram mulheres jovens "parideiras" que partilhavam o leite das suas crias com outros bebés. Mesmo assim hoje torço um bocadinho o nariz a esta prática mas, pronto, nesses tempos idos era o melhor que se arranjava.
Agora defender que uma avó, tia, madrinha ou uma outra qualquer mulher que não a mãe necessita de amormentar (atormenta-me a mim!) o neto, sobrinho, afilhado ou whoever para conseguir acalmá-lo e criar laços de afectividade ultrapassa-me a uma velocidade super-sónica. Really?
E há um mar de gente a achar isto normalíssimo e saudável. Isso e amamentar os miúdos até aos 7 anos, quer dizer 84 meses - outra moda que não entendo é a idade dos miúdos em meses depois do primeiro aniversário mas pronto eu ando com um mau feitio de fugir (pelos vistos até à China e ainda não é longe o suficiente ou, se calhar, é por isso mesmo!).