segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Bye, bye 2013...

Não gosto muito de balanços ou se calhar deixei de gostar de balanços este ano. Não sei bem ou não me lembro bem. Acho sempre que se está a cobrar uma dívida com os planos inicialmente delineados e como os inesperados acontecem sem aviso prévio - os sonsos! - prefiro deixar-me ir e seize the day (cliché dos clichés)!
2013 foi um ano meio torto. Teve os seus altos e baixos, aliás como todos os outros anos para todas as pessoas. A casa assaltada, o carro vandalizado, novos desafios profissionais, muitas mas muitas chatices mesmo desta coisa chamada trabalho (que de emprego tem muito pouco), vontade de desistir ou de mudar, vontade de persistir e continuar, três novos projectos novamente enfiados na gaveta, sucesso, aprendizagem, maleitas, doenças, etc... Como na farmácia, houve de tudo um pouco. Balanço? Sei lá… continuo viva, feliz, com sonhos. O balanço deve ser positivo, portanto. Mas como não há contas para acertar ou equilibrar em Janeiro e como a vida não conhece esta coisa dos calendários e, em calhando bem, continuaremos a celebrar a vida com quem escolhemos fazer esta viagem. Isso sim, é o balanço de 2013 e o projecto para 2014 e anos - muitos de preferência - vindouros.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

He, He, He...




Foi este o presente que o Pai Natal escolheu para mim! Este ano até nem pedi nada de nada mas o senhor das barbas não quis deixar-me aqui sozinha sem nada para me entreter. Tem um sentido de humor rebuscado, este senhor!

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

domingo, 22 de dezembro de 2013

Já deu pano para mangas...

Ser pessoa crescida também é isto: é ter espinha dorsal, é ter valores mesmo que por vezes possam ir contra alguns interesses, mesmo que desse mais jeito fazer de outro jeito.
Ouvir do outro lado do telefone que mais valia eu não saber de nada porque assim não me aborreceria é coisa para me deixar em ponto de rebuçado e ter que responder à letra. É explicar muito bem explicadinho que não é dessa massa que sou feita, que me custa saber que me mentem só para andar contentinha (coitadinha, tão longe que ela anda!). Mil vezes uma verdade dura (não é preciso serem brutos) do que uma mentira piedosa. Não, pessoas, esse não é o caminho. Pelo menos não é o meu caminho.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Diz que é Natal...


Cheguei à conclusão (ou decidi!) que não gosto de fazer a árvore de Natal sozinha. Ou isso, ou aquela coisa da neve, dos brilhos e do aspirador dá-me cabo do espírito natalício, que este ano ainda não baixou em mim. Se calhar nem chega a baixar. Isto de ter que me preparar para passar a quadra festiva tooooooda em Moscovo exige umas manobras de sobrevivência nem sempre fáceis de gerir. Acho que vou ali pendurar as botas/meias de Natal à lareira e faz de conta que já fiz a minha parte.

Lisboa, Lisboa...




E Lisboa reinventa-se e eu adoro redescobri-la. Esta visita estava, há muito, prometida e continuamente adiada.
Ontem foi dia de descer a Guerra Junqueiro a pé como há muito não fazia, passar pelo Intendente como nunca tinha feito, chegar ao rio e subir ao Chiado e ao Príncipe Real e prometer voltar muito, muito em breve.
To be continued... ainda esta semana!
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Dezembro...




A árvore de Natal ainda não está acabada. E, pela primeira vez, não sei se vai chegar a estar. Pelos poucos dias que fico por cá e estando o regresso planeado só para o dia 10 de Janeiro, acho que vou saltar a parte de pendurar as bolas e voltar a arrumar as bolas nas caixas.
O aspirador é para me lembrar da brilhante ideia que tive quando, há uns anos, decidi comprar uma árvore com neve. Uma ideia cheia de brilhantes no chão, nos cabelos, na roupa, nos sapatos, nos muitos nervos a querer acabar com tantas ideias assim brilhantes.
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