segunda-feira, 31 de março de 2014

One day you're in...




But I am completely out!
O que retive do Mercadito da Carlota (sim, vou ser tia e entusiasmei-me!): uma árvore a dançar o tango e uma ida aos Pastéis de Belém - ficava em caminho.


sábado, 29 de março de 2014

Diz que sim, diz, diz...

Diz a senhora doutora médica que é pneumonia.
Dois tipos de antibióticos, dois complexos vitamínicos, mais umas pastilhas efervescentes mais e mais descanso e nada de andar à chuva, sol, frio, neve, granizo, vento e demais intempéries. Nada de me constipar (!?!?!? - e eu que pensava que já estava constipada e gripada e toda faralhada) e por uma vez ter cuidado com a minha saúde.
Com tantas precauções atiro para o ar, muito calmamente, a derradeira pergunta: 
- Então e quanto tempo é que levo a ficar em forma outra vez?
- Uns três meses mas conhecendo-te como te conheço para a semana já estás enfiada numa avião rumo a Moscovo. Com uma pneumonia e coxinha de todo!

Fúque… mas estarei assim a descurar-me tanto e tão viciada no trabalho?


sexta-feira, 28 de março de 2014

É só isto...

E aos 28 dias do mês de Março, três meses depois, volto à estrada como condutora. Liberdade? Bem, foi só para conduzir moi-même ao hospital.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Kalashnikov, s'il vous plaît...

Não há chocolate que compense esta desfeita. Bandidos!

Diz que é hoje...

O Dia Mundial do Chocolate.
Entre vitaminas, chocolate e mais uma surpresa que só acredito quando vir parece-me que posso deixar a kalashnikov em stand by por mais uns tempos. Fingers crossed.

Em França, sê romano...

E o pequeno-almoço não tem sido os habituais cereais, iogurtes, manga, a comida de pássaro as sementes e o que normalmente faz parte desta refeição do dia.
Não! Tem sido mesmo uma belíssima baguete estaladiça com uma não menos maravilhosa manteiga e aquele fiambre de sempre!
Ah, e chá! Para quem não gosta de chá, nunca bebe chá e diz que chá lhe lembra doenças, tem sido chá antes, durante e depois de todas as refeições. Mas, lá está, o chá ficará para sempre como sinónimo de maleitas ou tivesse eu tido em 2014 um dia, só um diazinho, de perfeita saúde.

Mais uma ficha (pastilha)...




Será demasiado evidente que me sinto demasiado doente há demasiado tempo?

terça-feira, 25 de março de 2014

TIR over and over again..

No outro lado da cortina - sim, a cortina existe e não me venham cá com mas nem meio mas - há gente muito tola. Diria mesmo, inconsequente. Mas isto também não é novidade nenhuma. A grande novidade é eu desejar ardentemente ter uma Kalashnikov e começar a dar umas valentes traulitadas naquelas cabeças ocas.
É só mais do mesmo mas há dias em só me apetece dizer umas quantas verdades. E hoje foi o dia*. Pena ter sido o dia de meias verdades.

* ainda tenho um longo dia pela frente. Ora xacáver… são 07.00 da manhã, vá 08:00 hora local!

P.S. - Traulitadas = pancada forte.
Ainda não cheguei à parte dos tiros e querer sangue e não quero chegar. Antes, espero ter o discernimento para retirar-me.

sexta-feira, 21 de março de 2014

A semana do detergente da louça...

Diz que é blogo in qualquer coisa falar do detergente da máquina da louça. E eu, não querendo ficar de fora, verifico que jamais poderei ousar sonhar em fazer parte desse maravilhoso mundo restrito de bloggers hiper-ultra-super-mega tendenciocoiso da moda.
Eu, pessoa pelos vistos hiper-ultra-super-mega antiquada, não uso pastilhas na lavadeira oficial da louça de la maison mas uso o sal, o abrilhantador e o detergente em separado. Oh, velha do Restelo cheia de teias de aranha na tête!
Em tempos idos, também usei disso mas depois veio o senhor da marca da máquina e disse ah, não pode ser, não pode usar isso nesta máquina hiper-ultra-super-mega inteligente e económica. Ele começou a falar em coisas esquisitótécnicas de os valores não ficarem equilibrados e sei lá mais o quê e eu simplesmente reti que teria que aderir ao tempo dos afonsinhos do mundo das máquinas da louça se quisesse resultados óptimos. Se o senhor assim o diz, eu melhor o fiz!

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quarta-feira, 19 de março de 2014

Санкт петер, estás balhelhas...




Aos 19 dias de mês de Março quando os dias já são longos e o verdadeiro frio já fez as malas, eis que uma tempestade de neve apanha-nos na curva do bilhar pequeno.

domingo, 16 de março de 2014

Mais amor...

Eu sou mardinha. Tenho dois afilharados. Sim, mardinha e afilharados só por causa das coisas. Das coisas da igreja. Sendo agnóstica e não baptizada não me fazia muito sentido baptizar os meus afilhados na igreja e jurar/prometer perante uma entidade divina que os iria orientar na fé cristã. Não sou alérgica nem fundamentalista mas a verdade é que não tendo recebido uma educação católica/cristã não saberia muito bem por onde começar a orientar os meus meninos. Não por coincidência, claro, os pares de pais destes meus afilharados também são agnósticos ou, quanto muito, católicos não-praticantes e eles próprios não quiseram baptizar os filhos. Só assim a coisa aconteceu de forma muito natural e tranquila. Esta mardinha não impôs condições nem os pais impediram os pardinhos do que quer que fosse. Tudo na paz dos anjos - sou agnóstica e tal mas cá os meus querubins são uma história muito minha.
Mas, claro, há sempre os detractores de tudo e mais um par de botas. Desde esta relação não valer nada por não se encontrar oficializada até ao queruz-queredo os meninos não ficam protegidos, houve de tudo um pouco. Houve até a santa ignorância a falar mais alto. Santa porque devidamente abençoada pela igreja, claro está.
Sempre mas com poucas palavras porque não valia muito remar contra a maré, afirmei que esta relação ultrapassaria meia dúzia de assinaturas e uns borrifos de água benta. Era e é uma relação de amor e responsabilidade. Esta mardinha cá esteve, está e estará para estes afilharados sempre que eles precisem. 
Pelas razões mais tristes e nunca desejadas, sonhadas ou planeadas chegou o momento desta mardinha assumir o seu papel de forma ainda mais incisiva. Nas relações humanas ninguém substitui ninguém mas saber que o meu afilharado grande, maior que eu, sente que pode contar comigo e que me pede todos os dias para regressar rápido e que precisa de mim ao pé dele valida esta nossa relação de amor - esquisita aos olhos dos católicos de mão no peito.
Tenho dito!

sábado, 8 de março de 2014

terça-feira, 4 de março de 2014

Isto não é um post anti-publicitário, mas parece...

E dizer que os croissants do Careca são os melhores do mundo e arredores, vá… de Lisboa, é o mesmo que dizer que nunca se comeu um bom croissant na vida.
Pronto, eu estou cheia de maleitas, ando atravessada, a paciência não me assiste e, se calhar, vim fazer a prova em dia não (meu e do pasteleiro) mas à primeira dentada só consegui identificar excesso de açúcar, de gordura e uma textura incrivelmente densa. Os croissants mais populares de Lisboa tiveram, não me orgulho nada de o confessar, um final triste: caixote do lixo.
Não queria acreditar no flop da gastronomia da capital.
Voltei ao Google e às centenas de referências ao tão desejado croissant e só encontrei um comentário insatisfeito. Irmã querida confirma que os croissants são divinais. Sinto-me na twilight zone do mundo da pastelaria alfacinha ou então o pasteleiro estava trolaró e trocou as mãos pelos pés no dia que eu decidi ir fazer uma (desa)prova(ção).


De fugir destes senhores...

Fez, no dia 2 de Março de 2014, um ano que a minha casa foi visitada por desconhecidos que se apropriaram dos meus bens, das minhas memórias, do meu conforto e da minha tranquilidade. Há um ano que vivo com alguns medos, mais alarmes, mais desconfianças e menos os bens que as seguradoras chamam de especiais e desvalorizadas aquando da assinatura do contracto. Ai, não precisa de facturas disto nem daquilo nem do outro. Pois, isso são coisas de família e, sim, fica tudo seguríssimo. 
Hoje vou depositar os cheques das indemnizações. Dizem que está tudo certo, eu digo que fui roubada duas vezes.

Aconselhe-se com o seu farmacêutico...

… ou talvez não!
Uma pessoa que nunca foi dada a essas coisas das doenças, medicamentos e mezinhas e percebe tanto disso como de horticultura, leva uma receita à farmácia com o objectivo de trazer qualquer coisa milagrosa que afaste estas maleitas travessas e confrontam-na com a questão básica do medicamento genérico ou não genérico. Tendo em conta que o joelho, a febre, a tosse, a falta de paciência e todos os outros acontecimentos decorrentes da minha baixa médica e não só (há sempre mais qualquer coisa extra a chatear, ora se há!), passa-lhe pela cabeça oca perguntar à querida farmacêutica o que aconselha e assim começa o ping-pong mais estúpido da história das drogas. Ai, que utente é que sabe e mostra-me 6 ou 7 genéricos do mesmo princípio activo com diferenças de preço na ordem dos cêntimos. Ai, que volto a insistir numa sugestão. Ai, que não, se o médico não especificou, o utente tem que escolher. Ai, que tira, ai que põe, ai que vira, ai que torna. Ai que, já fartinha, escolho uma coisa qualquer e ouço um vê, ainda bem que escolheu esse de livre vontade, eu (sôdona doutora farmacêutica) teria optado por outra solução. Ai, que entre atirar-lhe com a caixa à cara ou dizer-lhe que tinha mudado de ideias e já não queria nada, cobardemente, enfiei os medicamentos no saco, mostrei-lhe o meu olhar 36,5 e prometi a mim mesma não voltar à farmácia que, supostamente, apoia a minha área de residência. Oh que gente tão blhec!