domingo, 30 de junho de 2013

2013 sucks...

Não sei é do número da sorte invertida (nem quero dizer a outra palavra - queruzes!).
Ele há dias que uma pessoa não devia sair da cama, vá... de casa!
Desde a alvorada até ao finalzinho anda tudo às avessas, canário! Até a porcaria do frasquinho do verniz lembrou-se de explodir. 
Mais alguma coisa Universo? Eu sei que não me portei lá essas coisas mas não vale a pena estas contrariedades porque eu sei onde posso eventualmente estar errada. Está assimilado. Não quer dizer que mude de opinião. Essa é a parte difícil. 
Há uns seres que já cá vieram muitas vezes e são evoluídos e boas pessoas e fofinhos e tuditudi. Eu não. Pelos visto na minha última passagem devo ter sido cão e estas reminiscências territoriais não me deixam alcançar a luz. Shame on me!!!

sábado, 22 de junho de 2013

Que dó...

Irá rezar a história que, no ano de 2013, o Verão foi recebido em Uggs! Pois, sentia frio e andar a calcorrear a calçada portuguesa de saltos altos já não é para uma senhora da minha idade. Lá fui ouvir Lisboa em Si de Uggs e não me arrependo nada. 
E qual Camões qual carapuça. O carro ficou quase em Santos e o resto foi mesmo a pé ao som dos barcos e dos comboios. Os sinos ouviam-se ao longe. Bamby!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Lisboa em Si...

Então vamos lá dar as boas vindas ao Verão com música urbana e um pôr-do-sol único. Castelo, Terreiro do Paço, Camões. Castelo, Terreiro do Paço, Camões. Castelo, Terreiro do Paço, Camões. Hum... onde é que eu consigo enfiar a viatura numa sexta-feira à noite? Que sera, sera!

Verão...


Olha, diz que o Verão começa hoje mas estas cores são mais outonais. Hoje deu-me para o doce de abóbora (e está tããão bom!).
Tanto livro de receitas, ao menos que dê alguma coisa que se coma!
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E não é que têm razão...




Eu aqui cheia de vontade de pôr mãos à obra e montar o raio da estante e os suecos já estão a prever a tristeza de uma pessoa em não o conseguir.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Menos é mais...




Por aqui é demais!
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Olha-me este...

Há professores doutores muito engraçados. Este é um deles.
Prof. Dr. - Onde trabalha?
Moi-même - Em Moscovo.
Prof. Dr. - Moscovo? Ai, conte-me tudo...
Moi-même - Assim e assado...
Prof. Dr. - Mas isso é fantástico.
Moi-même - Anda a matar-me aos bocadinhos, mas... sim, gosto!
Prof. Dr. (já imparável e a querer saber mais do que o que eu queria/podia contar) - E está lá sozinha?
Moi-même - Sim, e coiso e tal...
Prof. Dr. - Inacreditável. É fantástico!

E assim continuámos por algum tempo até à despedida.

Prof. Dr. - Mas é portuguesa?
Moi-Même - Sim, sou. 100%.
Prof. Dr. - Deixe-me que lhe diga que não parece nada. Parece mesmo russa.

Só espero que a comparação seja mais para o lado das Sharapovas e das Kournikovas (cof, cof, cof!) e não das Baboushkas.

Magia...

Uma pessoa vai às compras e traz uma cesta saudável. Ele é brócolos, cenouras e chuchu e com tais ingredientes planeia um jantar saudável. Um peixinho fresco com uns legumes a acompanhar. Entre o chegar a casa e o sentar à mesa, o peixe mascarou-se de vitela e os legumes frescos de potato gratin. Depois queixo-me ah e tal e isto e aquilo... Pois, sim!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Se assim é...

Então, amanhã (que já é hoje) espera-se neve na Serra da Estrela. Amanhã (hoje), dia 18 de Junho? A poucos dias do início do Verão? Sim senhor, St. Peter. Não está nada chalupa este senhor. Naaaada!
E eu que passei a noite a sonhar que andava a fazer ski (e algum sku) nas pistas negras pela montanha abaixo. Ele há coincidências muito esquisitas.

domingo, 16 de junho de 2013

Um sábado...


... a saber a férias grandes!
Um pulinho ao mercado biológico do Príncipe Real com segundas intenções (frutos vermelhos para pecar mais tarde), as sobrinhas, praia, uma irmã com partenaire (muito bem vindo), gelados saudáveis, gelados menos saudáveis, bolas de berlim (siiiiim!), jogo dos quatro cantinhos (que não conhecia mas que deu para grandes risotas e uns tombos valentes), o pôr-do-sol, uma birra infantil, um happy hour calórico, um jantar fora de horas, umas caipiroscas marotas e um pecado guloso. A cozinha ficou de pernas para o ar mas vale sempre a pena. Partilhar bons momentos com quem mais amamos, com quem é nosso!

E mais...

Há também aquela coisa da meritocracia que é coisa antiga e fora de moda - córror - e que eu teimo em achar piada! Pfff...

sábado, 15 de junho de 2013

E depois...

Tenho para mim que isto não passa de uma feira de vaidades cheia de convencidos em bicos de pé para parecer mais do que o que realmente são. Mas a verdade é que aquele lobbyzinho, jogo de cintura, amigos dos copos, cunha daqui e dali, nome pomposo com consoante dobrada acaba por levar a água ao seu moinho. Pena é que seja um balão de ar. Quando vazio é uma tripita sem graça. Ou isso ou eu sou mesmo bichinho do mato. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Comam a sopa e cresçam...

Hoje no rescaldo da maldita água mineral que me caiu tão mal e agarradíssima ao trabalho - confesso que só obrigada, a vontade é quase nenhuma - e a seleccionar CVs, detenho-me perante o &@#$impossibleisnothing@&@#$.com. Com um endereço de email assim, pergunto-me se vale a pena conhecer a peça. Receio pela minha sanidade mental, já extremamente fragilizada pelas últimas trapalhices made in Russia.

Santos Pops...

Não vi as marchas, não trouxe nenhum manjerico, as sardinhas estavam mais ou menos e a água (sim, só bebi água) fez-me mal. Entretanto houve outros danos. Foram uns santos muito pouco populares.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Rodrigo...


Sinto-me vazia, impotente e fiquei dormente com a notícia. Não consegui mais abstrair-me da nova realidade: o Rodrigo tinha partido.
Eu não conheci o Rodrigo, eu conheci a história do Rodrigo, um menino de sorriso fácil a quem foi roubada uma infância de saltos e gritos, jogos e corridas, disparates e joelhos esfolados. Uma vida de menino livre e feliz. E como tantos outros portugueses, não pude deixar de associar-me a tamanha onda de solidariedade. Torci pelo Rodrigo, acompanhei a sua evolução e fiz o que me foi possível a quase 4000 Km de distância. Não antecipei de todo este desfecho repentino e precipitado. Acreditei que se iria fazer a diferença. E fez-se com o apoio, dedicação e empenho de tanta gente. Infelizmente o Rodrigo não resistiu à brutalidade desta doença que vai colhendo a eito quem apanha pelo caminho.
Este menino deixa, no entanto, um legado ímpar: um acordar de consciências que rapidamente se multiplicou pelo país inteiro. Milhares de pessoas foram contagiadas por este menino tão pequenino que entrou no nosso coração. No meu entrou e ficou. E é difícil gerir e aceitar que a vida não tenha dado ao Rodrigo e à família uma nova oportunidade, uma cura ou mais tempo para lutar.
Hoje, para todos nós, é um novo dia. Para a família do Rodrigo é mais um dia de dor, de angústia, de revolta e de muita saudade. Desejo do fundo do coração, muito apertado e triste, que consigam encontrar alguma calma e paz de espírito, se é que é possível e que mãe do Rodrigo tenha muita coragem para conseguir voltar a respirar. A sua dor é inimaginável. E a todos nós que honremos a memória do Rodrigo e continuemos a aumentar a lista de possíveis dadores de medula óssea para renovarmos a esperança e a vida de todos os nossos Rodrigos.


terça-feira, 4 de junho de 2013

Em repeat...

Quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero  uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero  uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas, quero uma coisa destas e QUERO UMA COISA DESTAS, sim?!
E nos USA esta coisa custa metade do preço. E é pena os americanos também funcionarem a meio gás - 110v, canário!

Estamos lá...




Numa cadeia de lojas em todo o país e não numa qualquer padaria de esquina (nada contra o comércio tradicional mas o impacto não seria, certamente, o mesmo)!
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sábado, 1 de junho de 2013

E mais nada...






Os senhores da inspecção do carro são tão fofinhos e ligam-me só para lembrar que segunda-feira é o último dia, coisa que não fazia sequer parte da lista dos to do's. Ligo para uma alma que tenha disponibilidade para fazer tal favor e a primeira palavra que ouço é:
- PARABÉNS!
- Hum? Não faço anos!
- Mas hoje é o dia da criança!
Pronto, assim se conclui que não sou levada a sério por ninguém!

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Uncle Sam...

Eu passei muitas noites da minha pré-adolescência a ver filmes a preto e branco na RTP 2. Gostava e a minha mãe deixava. Acho que vi os filmes todos da Audrey Hepburn, Gregory Peck, Cary Grant, Rock Hudson, Robert Mitchum, Marilyn Monroe, Mel Ferrer, Katharine Hepburn, Natalie Wood entre outros. Deu-me para ali. Podia ter sido pior. À minha irmã dá-lhe para, aos trinta anos, perder-se com os desenhos animados. Cada um com a sua pancada. Por aqui dá-nos para a cinefilia.
Ficava fascinada com a América elegante a preto e branco de Nova Iorque, Los Angeles ou dos subúrbios, muito longe da realidade portuguesa. Essa fixação manteve-se e não descansei enquanto não atravessei o lago, embora a primeira travessia tenha sido para o país irmão. 
Um curso, umas férias e algumas viagens em trabalho permitiram-me conhecer um bocadinho esta terra que, no fundo, não me importava de abraçar durante uns tempos.
Ah e tal e os americanos e o coiso. Pois, pois, é tudo verdade mas também é verdade que os portugueses são assim, os franceses assado, os alemães fritos, os chineses impossíveis e os russos nem se fala. Perfeição não existe. Já oportunidades e sonhos...