quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Safa...

Aniversario Fnac: 15 anos de Cultura, 1 dia de Loucura! Amanha, 28 fevereiro, venha fazer a festa com descontos de 10% a 60% numa selecao de artigos, na Fnac.

Acabo de receber esta mensagem e eu, que já contava carneiros em câmara lenta e ignorando os erros óbvios, gosto destes descontos. Mas gosto ainda mais de não estar em terras lusas para não cair em tentações.


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Agora era assim...


Agora deu-me para querer papel azul na entrada. Gosto de papel de parede azul, deste azul. É confortável e acolhedor e no padrão certo pode ser sofisticado qb. Também gosto deste espelho com o ar despretencioso de estou aqui reduzido e de lado mas que acaba por ser a peça que mais se destaca (aos meus olhos - mas eu adoro espelhos), o resto dispenso/substituo por outras do meu agrado. 
Não tenho tempo nem para me coçar, são três da manhã e estou há quatro horas a convencer-me que tenho que ir dormir mas os últimos 22 emails (trabalho, só trabalho e um NÃO atirado em forma de balão de água - ui, que bem que soube!) e umas cusquices virtuais esgotam o sono (esse sonso que já veio e já foi embora outra vez) mas ainda invento que quero forrar paredes (eu mesma) com papel de parede. Sim, sim... não estou nada descompensada. Nããããão, nadinha!

Felicidário...

Tropecei aí pela blogosfera num comentário à página FB do Felicidário. Confesso que não conhecia. Mas hoje, especialmente hoje, quando o stress já fez um chocolate cair mal (imperdoável), ficaria tão feliz em distribuir, com grande pontaria, uns quantos balões de água...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Pois...




Com batotas destas não vai lá. Ai, não vai não
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Mau...

Diz (a teimosa desta balança) que anda aqui um quilo a mais (ainda!). Não tenho balança em casa, só de cozinha e portanto estes checks só os faço em Moscovo.
Podia dar uma de sonsa e exclamar que não sei que mais possa fazer para mandá-lo - o quilo - embora. Mas vou, antes, penitenciar-me sobre os excessos (gastronómicos) e as faltas (de exercício) dos últimos 20 dias.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Monstro das ditas...




Vou ser expulsa deste sítio, certamente. Uma vez que cada pacotinho só traz uma bolacha, acho que já abri (e consumi) uma dúzia deles.
Quem espera... desespera-se e come bolachas!
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Ufa...


Frente fria?! Baixa de temperatura?! Eu não sinto frio nenhum... Passei o dia correr e não foi a fazer jogging. Piscinas para a frente e pata trás, atravessei Lisboa, voltei ao local do crime, encontrei vizinha do Jet Oito que andava ao mesmo, entreguei embalagens, organizei as lides e ainda passei na festa surpresa de aniversário de um velho amigo. Já começo a poder dizer velho, canário!

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Pfff...

As prometidas férias transformaram-se numa carga de trabalhos. Será que é desta que a garagem consegue ser mesmo garagem?
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Been there...

TANJOOBERRYMUTTS

By the time you read through this you will understand"TANJOOBERRYMUTTS".
And only then will you be ready to take on China !
Believe me... you WILL understand!!!
Here goes:
The following is a telephonic exchange between maybe you as a Hotel guest and room-service in China .
Room Service:
"Morrin. Roon sirbees."
Guest:
"Sorry, I thought I dialled room-service."
Room Service:
" Rye , Roon sirbees...morrin! Joowish to oddor sunteen?"
Guest:
"Uh... Yes, I'd like to order bacon & eggs."
Room Service:
"Ow ulai den?"
Guest:
" ......What??"
Room Service:
"Ow ulai den?!?... Pryed, boyud, pochd?"
Guest:
"Oh, the eggs! How do I like them? Sorry... Scrambled, please."
Room Service:
"Ow ulai dee bayken? Creepse?"
Guest:
"Crisp will be fine."
Room Service:
"Hokay. An sahn toes?"
Guest:
"What?"
Room Service:
"An toes. ulai sahn toes?"
Guest:
"I.... Don't think so.."
RoomService:
"No? Udo wan sahn toes???"
Guest:
"I feel really bad about this, but I don't know what 'udo wan sahn toes' means."
RoomService:
"Toes! Toes!... Why Uoo don wan toes?... Ow bow anglish moppin we botter?"
Guest:
"Oh, English muffin!!! I've got it! You were saying'toast'... Fine...Yes, an English muffin will be fine."
RoomService:
"We botter?"
Guest:
"No, just put the botter on the side."
RoomService:
"Wad?!?"
Guest:
"I mean butter... Just put the butter on the side."
RoomService:
"Copy?"
Guest:
"Excuse me?"
RoomService:
"Copy.. tea... meel?"
Guest:
"Yes. Coffee, please... And that's everything."
RoomService:
"One Minnie. Scramah egg, creepse bayken, Anglish moppin, we botter on sigh & copy... Rye ??"
Guest:
"Whatever you say."
RoomService:
"Tanjooberrymutts."
Guest:
"You're welcome"

É a chamada globalização!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Fantasias...

Mamãe desde a sua aposentadoria, que coincidiu com o luto pela avó, nunca mais foi a mesma. De uma vida a correr, a chegar diariamente a casa às dez da noite mais as preocupações de ter uma mãe para cuidar não deixavam muito tempo para melancolias nem filosofias. De repente e de seguida aconteceu o vazio. Não tinha como ocupar os dias imensos que se seguiam uns aos outros. Com calma e tempo as coisas foram mudando, o luto aconteceu e foi aceite e a vida continuou. Mas mamãe nunca mais se repetiu. Repetir, repetir.... a senhora repete-se muito e espera que cada vez que conta a mesma história o entusiasmo seja o mesmo. Mas pior é conversar ao telefone com mamãe. Mamãe perde-se e não ouve. Ouve mas não escuta. E fala, fala muito e preocupa-se mais por esta filha viver em Moscovo.  Se estou bem, se me alimento, se cuido de mim, se durmo o suficiente - suponho que sejam coisas normais de mãe. Mas quando esta filha está em casa (formosa e segura) mamãe gosta de competir com a filha e ontem o tema foi o frio. O frio que se sente no burgo onde vive (a uns 20 km deste burgo aqui) como se eu nunca tivesse experimentado nenhum frio radical (-47ºC não é suficientemente para ganhar!). Porque ontem estava ou tinha mais frio que o habitual. Sugeri que vestisse mais roupa. Checked. Que usasse uma manta. Checked. Que ligasse o aquecimento. Checked. Eu, pessoa limitada, não conseguia perceber de onde vinha tanto frio, não deveria ser da Sibéria, com certeza. Falou-me no vento. Que fazia muito vento. Lembrei que deveria fechar as janelas. Checked.
Esgotadas todas as alternativas possíveis, concluí que mamãe tem o fetiche de se enfiar no frigorífico com a ventoínha ligada. A idade é tramada!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Made in Russia...


Ou eu fiz qualquer coisa esquisita numa vida passada ou alguém decidiu pôr à prova a minha capacidade Zen. Eu estrafego aquela pessoa. A sério que estrafego...

Está quase...

E já só faltam dois relatórios pegajosos e um email desnecessário (para Madame de Lafayette, bien sûr!).
E depois... LIVRE, se não inventarem mais qualquer coisita para chatear, claro está!

Cada macaco no seu galho...

Depois de uma noite curtíssima a rever emails e relatórios e a ficar com os cabelos em pé com tanto pontapé na boa vontade alheia (minha) e antes de me atirar de novo à demanda dos últimos dias, ouço uns estalidos vindos do quarto branco - aqui em casa os quartos são distinguidos pelas cores, modernices da nova construção - e eis que verifico que ganhei uns amiguinhos novos, os queridos senhores da EDP, ao ter deixado o ferro de passar ligado a noite inteira. Desta vez não há bio-horário que me valha.
Passar a ferro é coisa de que fujo a sete pés mas o stress era tal e já revirava os olhos de cansaço e de tanta estupidez junta que achei que um tratamento de choque ajudaria na recuperação de alguma sanidade mental.
Mas quem me manda a mim sapateiro, tocar rabecão?
O melhor é reduzir-me à minha insignificância e voltar aos papelinhos e aos emailzinhos. Com licença!

Filha da...

Afinal a arrogância e a soberba não ficam pelos actos. A criatura consegue, também, ser mal educada por email. Para além de burra, é preguiçosa e esquece-se que os demais estão a anos luz dela.
Acabei de lhe dar uma bofetada de luva branca mas, limitada como é, suponho que madame não vá perceber. Confesso que antes de ter devolvido a resposta deixou-me o coração aos saltos de nervoso. Atura-se com cada um... O que uma cunha consegue fazer, canudo!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Go green...

Estou há dois dias trancada em casa agarrada ao computador. Já estou míope com tanta cruzinha e bolinha, gráfico assim e assado, report para a esquerda e para a direita. Já me dói é o rabo de passar horas e horas sentada sem poder fazer grandes intervalos. 
Hoje saltei cedo da cama e atirei-me de cabeça. Agarrei na bicicleta e pedalei até ao mercado para comprar legumes desejando que sejam melhores do que os do supermercado. Ele é subidas e descidas, rotundas e mais rotundas, semáforos e muito trânsito. Lá cheguei ao destino preparada para enfrentar a multidão mas passados poucos segundos senti-me a verdadeira ave rara. Parece não ser costume ir de bicicleta ao mercado. Para compôr a situação consegui perder os ósculos de sol. Senhores queridos acharam os óculos de sol. Logo de seguida deixei-os cair no chão e fiquei com as lentes para um lado e a armação para o outro. Regressei com um humor pouco recomendável sempre a ver quando é que iria ser passada a ferro por um camião qualquer. Desporto? Bah... Vou voltar às tecnologias virtuais!

Russices...

Tenho uma menina russa à perna. Uma criatura trintinha com experiência 0 e com pouquíssima formação (pessoal e profissional), no entanto com arrogância para dar e vender. Ui... Vale-lhe a mega cunha que a protege de todos os males - nós, diabos estrangeiros que andamos a tentar ensinar qualquer coisita para lá da cortina!
Já levou na cabeça da chefe querida. Já criou a maior confusão com um colega. Já me fez perder tempo com palhaçadas reuniões. Já chorou baba e ranho. Já culpabilizou toda a gente de tudo. Já arranjou mil desculpas para nada. É imparável esta senhora pé de vento de trazer por casa (eu estou venenosa!). 
Ora ontem lembrou-se de fazer mais uma habilidade. A mega cunha - suponho que para a incluir à força na equipa - pediu-lhe para traduzir um manual, que eu escrevi em inglês, para russo. Não concordo mas também não me oponho - acho mesmo que é para o lado que durmo melhor. Agora o que eu não consigo achar piada nenhuma é receber um email com a maldita da tradução com montes de palavras em russo escritas a vermelho ou encarnado (conforme as tendências) para eu explicar melhor. A princesa das neves tem inteligência limitada. Muito limitada. Tendo em conta que eu não trato o russo por tu cá tu lá, embora consiga ler cirílico, tive que andar a comparar os dois manuais a par e passo para descobrir as dúvidas de S. Exa. Depois de umas horas nesta brincadeira tão engraçada, já me doía a barriga de tanto rir, verifico que as questões da pobre criatura são meramente técnicas. Mesmo a espumar, lá fiz o obséquio de esclarecer a sôdona confusão despedindo-me com os usuais brgds sem antes fazer uma referência rápida ao Mestre Google e à sua infinita sabedoria. Ainda não recebi resposta. Tenho para mim que a esta hora já fez mais um report, desta feita, sobre moi-même à sua mega cunha. Então, aguardemos...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Gosto disto...

Não tenho tempo, nem paciência nem horários para seguir nenhuma série na TV. Mesmo que goste muito, as minhas ausências não permitem a fidelização da história e em menos de nada ou perco o fio à meada ou tenho GB de episódios em atraso que nunca consigo encaixar na minha escala de trabalho cada vez mais apertada. Resta-me abdicar de ver TV (sem custo nenhum). Chego a não ligar essa janelinha de mundo durante as 3 semanas de russices. Já em casa gosto da preguiça de ir fazendo zapping e por vezes perder tempo a ver alguns enlatados que mais não servem do que isso mesmo, enlatar-me no sofá a preguiçar uns minutos.
Having said that though, tenho sido treinadora de bancada do "The Voice". Americanices exageradas à parte, acho piada ao formato, à troca de galhardetes dos mentores e ao imenso talento que por lá passa. Em terras lusas faço maratonas diárias até às 02.00am para comentar performances, verificar desafinações e sugerir alternativas. Vale-me o ouvido e a formação musical de outros tempos...

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Uma perguntinha parva...

Porque é que há pessoas tão mocas, burras, parvas, tontas, taralhocas que fazem uma resistência incrível a coisas novas? É assim tão inconveniente, humilhante, degradante parar dois segundos e ouvir os outros? Aqueles que podem, somente, já ter passado por situações idênticas e poderão trazer uma sugestão/solução? Ou a ganância é assim tão cega e surda que ignora o mundo à volta? Pode ignorar mas não é ignorada. I'm watching you... 

Até podem vestir fatos Armani...

Aqui há caviar. Muito. Cinzento escuro, cinzento claro, âmbar. Para todos os gostos e carteiras. A diferença é que aqui é de grátes. E tudo o que é de grátes deixa o povo desenfreado. E se eu não vou daqui ali por tal iguaria, já outros ficam a salivar qual cão de Pavlov. E já é a segunda vez que vejo as mesmas duas pessoas a deixar de fazer o que é suposto - errr... assim de repente ocorre-me o termo trabalhar - para atacar uma caixa com bolinhas pretas. Atacar é mesmo a palavra. Observo-os a engolir colheradas de caviar como se o mundo estivesse para acabar. É grosseiro, é vergonhoso e seria indesejável fazê-lo à frente de terceiros - especialmente quando alguns terceiros estão numa posição especialíssima - tipo reportar actos de vandalismo e dispensar os seus serviços - digo eu que sou uma bocado cocó com estas coisas.
Mas é assim, quando não se toma chá em pequenino, mais tarde já não adianta.