segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Bye, bye 2013...

Não gosto muito de balanços ou se calhar deixei de gostar de balanços este ano. Não sei bem ou não me lembro bem. Acho sempre que se está a cobrar uma dívida com os planos inicialmente delineados e como os inesperados acontecem sem aviso prévio - os sonsos! - prefiro deixar-me ir e seize the day (cliché dos clichés)!
2013 foi um ano meio torto. Teve os seus altos e baixos, aliás como todos os outros anos para todas as pessoas. A casa assaltada, o carro vandalizado, novos desafios profissionais, muitas mas muitas chatices mesmo desta coisa chamada trabalho (que de emprego tem muito pouco), vontade de desistir ou de mudar, vontade de persistir e continuar, três novos projectos novamente enfiados na gaveta, sucesso, aprendizagem, maleitas, doenças, etc... Como na farmácia, houve de tudo um pouco. Balanço? Sei lá… continuo viva, feliz, com sonhos. O balanço deve ser positivo, portanto. Mas como não há contas para acertar ou equilibrar em Janeiro e como a vida não conhece esta coisa dos calendários e, em calhando bem, continuaremos a celebrar a vida com quem escolhemos fazer esta viagem. Isso sim, é o balanço de 2013 e o projecto para 2014 e anos - muitos de preferência - vindouros.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

He, He, He...




Foi este o presente que o Pai Natal escolheu para mim! Este ano até nem pedi nada de nada mas o senhor das barbas não quis deixar-me aqui sozinha sem nada para me entreter. Tem um sentido de humor rebuscado, este senhor!

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

domingo, 22 de dezembro de 2013

Já deu pano para mangas...

Ser pessoa crescida também é isto: é ter espinha dorsal, é ter valores mesmo que por vezes possam ir contra alguns interesses, mesmo que desse mais jeito fazer de outro jeito.
Ouvir do outro lado do telefone que mais valia eu não saber de nada porque assim não me aborreceria é coisa para me deixar em ponto de rebuçado e ter que responder à letra. É explicar muito bem explicadinho que não é dessa massa que sou feita, que me custa saber que me mentem só para andar contentinha (coitadinha, tão longe que ela anda!). Mil vezes uma verdade dura (não é preciso serem brutos) do que uma mentira piedosa. Não, pessoas, esse não é o caminho. Pelo menos não é o meu caminho.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Diz que é Natal...


Cheguei à conclusão (ou decidi!) que não gosto de fazer a árvore de Natal sozinha. Ou isso, ou aquela coisa da neve, dos brilhos e do aspirador dá-me cabo do espírito natalício, que este ano ainda não baixou em mim. Se calhar nem chega a baixar. Isto de ter que me preparar para passar a quadra festiva tooooooda em Moscovo exige umas manobras de sobrevivência nem sempre fáceis de gerir. Acho que vou ali pendurar as botas/meias de Natal à lareira e faz de conta que já fiz a minha parte.

Lisboa, Lisboa...




E Lisboa reinventa-se e eu adoro redescobri-la. Esta visita estava, há muito, prometida e continuamente adiada.
Ontem foi dia de descer a Guerra Junqueiro a pé como há muito não fazia, passar pelo Intendente como nunca tinha feito, chegar ao rio e subir ao Chiado e ao Príncipe Real e prometer voltar muito, muito em breve.
To be continued... ainda esta semana!
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Dezembro...




A árvore de Natal ainda não está acabada. E, pela primeira vez, não sei se vai chegar a estar. Pelos poucos dias que fico por cá e estando o regresso planeado só para o dia 10 de Janeiro, acho que vou saltar a parte de pendurar as bolas e voltar a arrumar as bolas nas caixas.
O aspirador é para me lembrar da brilhante ideia que tive quando, há uns anos, decidi comprar uma árvore com neve. Uma ideia cheia de brilhantes no chão, nos cabelos, na roupa, nos sapatos, nos muitos nervos a querer acabar com tantas ideias assim brilhantes.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Here we go again...




Está frio, canário!
Os limpa-neves saíram à rua e esta noite as entradas dos edifícios foram cobertas com as habituais carpetes de Inverno. Não há volta a dar. Ele chegou e para ficar por uns largos meses.
Olá, casaco siberiano. Há muito que não nos víamos. Let's go for a ride, sim!?
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Russices...

Jantei um Actimel com cereais, ao pequeno-almoço foi servido batatas cozidas com um estufado de carne.
Se esta gente não é taralhoca, não sei mais que lhes possa chamar.
E assim se vive, mais ou menos alegremente, por terras gélidas de idos czars e czarinas e actuais divas, muitas divas.
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Inverno chegou...




Nevinho foi uma expressão generosa. Hoje já senti frio a sério e ainda não chegámos aos -30ºC.
E como estou gelada, vou ali aquecer estes ossos numa saunazita russa e de seguida fazer as valises para o regresso au Portugal (assim em francês acentua este meu lado semi-emigrante).
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Nova temporada...




E aqui vamos nós outra vez para mais um Inverno daqueles. Este foi o primeiro nevinho a sério. Sim, de nevão ainda não tem nada.
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This is Russia...

Ontem apeteceu-me chorar. Estive assim a olhar para dentro a ver em que é que a coisa ia dar. Não foi de nervos, nem de tristeza nem nenhum outro drama qualquer. Foi puro cansaço. Um cansaço extremo  acumulado de várias noites curtíssimas e do mesmo número de dias longuíssimos e muitos aborrecimentos e trabalho, trabalho e mais trabalho. E quando já estava a ver a luzinha a brilhar lá ao fundo = ao bilhete de avião com destino a Lisboa, passam-me uma rasteira e atiram-me ao chão. Pois, diz que não vou nada para casa, que tenho que ficar mais um dia trancada naquele escritório a entrevistar pessoas. Há dois dias que não faço mais nada a não ser olhar para CVs e entrevistar gente (estranhíssima). Não é bem verdade, depois das 18:00 tenho mais mil coisas para fazer, supervisionar a minha outra área de acção, ajudar as minhas colegas incapazes, corrigir erros, voar para outra cidade porque afinal tudo correu mal e não dormir nada de jeito nestes últimos dias. E, assim, ficar com uma dor de cabeça terrível e muito rabugenta. 
Queixar-me a sério, não posso. Foi esta a decisão que tomei há quase 7 anos e foi esta a escolha que fiz há dois anos quando tive a oportunidade de mudar de paragens. Às vezes questiono a minha lucidez ou a falta dela. 
Farinha, ovos, açúcar, baunilha, leite, chocolate me aguardem porque eu preciso desesperadamente de vos usar. Assim, sem dó nem piedade!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

sábado, 23 de novembro de 2013

Um dia deu-me para isto...




Não me deu para tirar a fotografia em casa, devidamente iluminada e enquadrada. Não, para isso não me deu. Deu-me para passar muito rapidamente por essa ideia e depois esquecer-me completamente e sair porta fora a correr, aliás, como já é meu costume. Vá lá, deu-me para tirar uma fotografia no carro mesmo antes da entrega, o que já não é mau de todo, tendo em conta a cabeça de alho chocho que me assiste.
Bom, mas um dia fui almoçar com duas amigas ao japonês. Comemos sushi - para mim uma experiência ingrata, especialmente quando insistem sempre na mesma questão:
- Gostas deste sushi? É tão bom como o verdadeiro?
Nunca me passa pela cabeça que me convidem para comer sushi falso, mas pronto, não há volta a dar. É assim e será assim.
Mas adiante, eu, sopeira de bolos assumidíssima, lembrei-me de fazer os meus bolinhos/biscoitos/bolachas (what shall I call it?) de dois chocolates para as amigas sushizeiras. Não me lembrei, isso já era tarefa para pessoa mais inteligente e capaz, foi como os iria entregar. Como funciono bem sob stresses de última hora, foi mesmo à última que peguei em dois frascos de vidro de grão ou feijão (sou ferro-velho e guardo tuditudi mas um dia acaba por dar um jeitão - até o dia chegar é que é uma maçada porque é só tralha que vai sendo empurrada para a garagem), lá coloquei os bolinhos/biscoitos/bolachas (what shall I call it?) e com uns cordéis e uns papéis fiz uma coisa assim catita - dizem as ilustres destinatárias.
E agora diz que tenho que fazer mais seis. Parece que foi um sucesso e querem mais. Pronto, está bem. Faça-se o gosto à boca e ao dedo. Não vou ficar rica a fazer bolinhos mas fico muito contente que tenham gostado e entretanto faço mais umas horas de terapia para ajudar a sarar as mazelas sofridas deste lado da cortina. Aqui não faço bolos mas fazem-me a cabeça em papa e não é doce!
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Trendsetter...

Há quem revire os olhos de enfastiamento, eu entorto-os. Só para dar um ar mais ridículo à coisa.
Ontem e depois de três dias a trabalhar com uma tão experiente colega (not! - mas de onde é que estas pessoas aparecem?) e ao tropeçar em mais um disparate do mais disparatado possível - ficar presa numa sala com dois colegas só porque S. Excelentíssima Excelência tem um QI... excelente - vejo o meu colega mais velho, um senhor alto, magro e com um ar muito distinto, a entortar os olhos e a fazer aquele cara patética, já imagem de marca da minha pessoa.
Pronto, já lancei dois looks, uma expressão aliviadora de stress e agora uma careta com significado. Ui, estou uma fashionista feita.

Coincidências...

Ontem estive com férias marcadas no Brasil durante dois minutos. Como detesto chico-espertices e publicidade enganosa, foi mesmo com um simples click que cancelei tudo de uma só vez. Virei-me para a velha Europa e, embora estivesse tentada a rumar mais a Norte, voltei a decidir-me por Itália. Hoje, por coincidência ou não, recebo novidades do Algiubagio'. I'll be there. Soon.


domingo, 17 de novembro de 2013

Aviso à experimentação...

Tenho a informar que a Elmex Sensitive Professional é muito mais eficaz que a Colgate Advanced Whitening. Custa é a retirar da pele como tudo. Não é em vão que se chama pasta dentífrica em vez de creme ou gel ou outra coisa qualquer. Já para o fim que foi criado prefiro a Amiga Colgate. Feitas as contas é uma win-win situation. Nada se cria, nada se perde...


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sábado, 16 de novembro de 2013

Só a mim...

Uma pessoa vê-se atacada por sintomas próprios de uma ida (tão ida!) adolescência. Acorda com a cara feita num bolo (exagero muito comum à tal idade) sem ter pecado por aí além naquelas coisas que normalmente atiçam estes problemas. O chocolate deixou de fazer parte da bagagem e não se tem exagerado nos citrinos. Uma pessoa bebe mais água, põe cremes, faz o esfoliante e o ataque persiste. Uma pessoa desespera e decide-se por uma mezinha das antigas. Enche a cara (mais exageros!) de pasta dos dentes e vai dormir. Uma pessoa acorda quase curada e relaxa. No dia seguinte volta à estaca zero. Macacos me mordam se não previno as cáries faciais para todo o sempre e, de caminho, ainda faço um branqueamento de pele intensivo.

Coisas...

Considero-me livre (no que é suposto sentirmo-nos livres na sociedade em que vivemos), arejada (por vezes tipo corrente de ar) e sem preconceitos de mentes apertadas que por aí proliferam a cada esquina. Mas a verdade é que acabei de cortar a última frase a um email que estava a enviar para um amigo gay com receio de ferir susceptibilidades. É que este amigo gay não é um maluco, extrovertido, bicha louca, descontraído, bon vivant como a maior parte dos gays que conheço, e conheço alguns. Este amigo (gay ou não - a mim pouco me interessa) é correcto, bom amigo e talvez até um pouco old-fashioned para algumas modernices desta nossa sociedade fast food. E, quando quis referir-me a uma outra pessoa que está sempre inquieta, on the go, em português com o fogo no rabo ou com picos no cu, achei que, se calhar, esta nossa língua poderia estar a ir além da minha intenção e decidi jogar pelo seguro. Uma coisa é a descontração total com muito riso à mistura outra coisa são palavras escritas a seco... às vezes difíceis de digerir.

Mais coisa, menos coisa...

Eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas seguidas!
Para mim um feito raro com um efeito incrivelmente reparador. I felt just great.
Claro está que hoje dormi mal e voltei ao meu eu normal: toda trocadinha e avariada. 


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domingo, 10 de novembro de 2013

Livros...

Depois de uma longa pausa, reconciliei-me com a María Pilar del Hierro e estou, novamente, em modo devorar-um-livro-a-cada-dois-dias. Não sei se se pode chamar ler. Mas sempre foi assim. Ora afasto-me por longas temporadas, ora vicio-me desenfradamente. Aquando da minha pré-adolescência facilmente trocava uma tarde de brincadeiras por uns três livros de aventura lidos de enfiada. Chegava a ouvir ralhetes por causa da postura (torta) das costas e dos olhos (que até agora ainda não fraquejaram - ai, knock on wood!) e lá tinha que levar a lanterna para debaixo dos lençóis para acabar o livro porque deixar a história a meio é que não podia ser de forma alguma, acho mesmo que nem o sono chegava.
Já dizia a minha avó que de poeta, médico e louco... E a neta, no que toca à loucura e para compensar os outros talentos inexistentes, foi devidamente agraciada. Oh se foi!


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domingo, 3 de novembro de 2013

Pão por Deus...

Soavam como um bando de pássaros. Parecia uma visita de estudo acompanhada por 6 professoras. Eram as mães com os seus petizes que andavam de porta em porta a pedir o Pão por Deus. Eu via uma cabeça intermitente do lado de lá do portão. Ora estava ora não estava. Era uma criancinha aos saltos que dizia nhão, nhão, nhéu e eu ainda com o cérebro adormecido e sem conhecer ninguém questionei aquela visita. As mães esclareceram-me e identificaram-me (não sei como, mas está bem) e lá voaram mais uns chocolates para fazer as delícias da pequenada. Haja escovas de dentes e vontade para o fazer!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Doce ou travessura...

Era esta a resposta que me esperava do lado de lá da porta. Over and over again. Até o stock dos chocolates acabar.
A primeira vez ainda ouviram um tímido travessura à espera de reacção mas os miúdos entreolharam-se e não souberam responder.
Este ano não coloquei as abóboras nem as velas laranja mas a campaínha não teve descanso. Nem eu!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Diz que é Outono...

... e chove e os dias são cinzentos e mais curtos e o Verão - a minha estação do ano preferida - ainda vem longe. É tudo verdade. Mas há que tentar ver sempre o lado positivo das coisas: há muito menos arrumadores a desenvolverem aquela função vital de assistência ao estacionamento da viatura alheia. Mi gusta.


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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

I'm a sucker for books...

Cookbooks
E mais ainda por andar meio mundo com eles às costas (literalmente)!
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Diz que sim...




Que faz maravilhas! Um presente da coleguinha russa. As instruções de uso estão em russo e ao meu alcance estão somente meia dúzia de palavras: Detox, Express, Terapia, Mineral, Manteiga, Complexo, Extracto, Orgânico. Assim mesmo, soltas e com sabor a publicidade. A experimentar um dia. Hoje vai ser o dia.
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Pergunta para queijo Parmigiano-Reggiano...

O que se oferece a um amigo que faz 40 anos (os amigos mais velhos a entrarem numa nova década e os amigos mais novos a pôr as barbas de molho), que foi viver para Londres há 7 anos, que nestes últimos anos vimo-nos uma mão pouco cheia de vezes, que saiu do closet e assumiu a sua homossexualidade (nada contra - até porque não foi uma surpresa), que mudou, cresceu, é feliz, tem uma vida fantástica e que a distância roubou o contacto próximo e de quem não conheço os últimos interesses?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Cliché dos clichés...

Eu só não perco a cabeça, um braço ou um pé porque estas peças ainda estão todas agarradinhas umas às outras senão... não sei, não!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Bed o'clock...

É quando o coração teima em queixar-se e o cérebro faz greve e recusa fazer aquele pequeno exercício de lógica racional. Fritou, tostou, queimou. Time out.
Então faz-se um tratamento de bed o'clock em part-time. Dorme-se uma noite completa, mais ou menos bem dormida, faz-se uma sesta de manhã e outra à tarde. As sestas são intervaladas com períodos de trabalho, preocupações, dúvidas e mais stress. Cheguei a pensar que tinha sido despedida. Afinal agora tenho uma assistente para me ajudar. Aqueles senhores são loucos e o nosso mantra é o eterno smile and nod e continuar a ganhar rugas e a perder cabelos porque não sou feita de ferro e o não mata mas mói dá cabo de mim.
Amanhã será outro dia e entretanto dizem que estou de folga. Ainda não dei por nada mas quero crer que sim, que ainda hei-de poder fazer qualquer coisa que não esteja relacionada com trabalho. A ver vamos.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Há dias assim...

Recebi 73 emails (trabalho) para resolver e responder - o dia ainda não acabou! E fui obrigada a cancelar as minhas férias em Outubro. Por aqui o bom humor não anda à solta.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Hoje deu-me para isto...




Logo hoje que tenho um dia tão looooongo pela frente. Sinto-me como se tivesse sido socada, amassada, embrulhada e deitada ao lixo.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O artista do asfalto...



Este foi o mapa disponibilizado para chegar ao destino pretendido. Vi-me grega (private joke) para encontrar o sítio. Parámos uma mão cheia de vezes para recalcular a rota mas conseguimos dar com o boneco. Foi assim há três dias. Tenho para mim que hoje vai haver take II com mais paragens e mais perguntas. O mapa, esse, é o mesmo!
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Olá, fresquinho...




E foi assim que Moscovo me recebeu!
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Já neva...




Estou com uma vontadinha de calçar as Uggs (not). Acho que as pessoas no aeroporto vão pensar que foi desta que perdi o juízo de vez.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Soluções criativas...


É querer fazer um Tiramisu para um aniversariante, passar a manhã nas Urgências do hospital, vir a correr fazer efectivamente o Tiramisu, saltar o almoço, não ter tempo suficiente para ficar no frigorífico, colocá-lo no chão do carro (dentro de uma caixa) e ligar o ar condicionado no máximo para chegar ao destino com um ar compostinho.
Amanhã se estiver doente, foi do frio que apanhei nos pés.
Podia ter escolhido não ir ao hospital ou não ter feito o Tiramisu mas não seria a mesma coisa!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

E não é que começou mesmo...





Completamente incorrecta...

Gostava de conhecer uma Claúdia que não fosse manienta e uma Elisabete que não fosse burra para poder atirar as minhas teorias patetas por terra!

Ontem, deu-me para isto...




Uns amassam a paciência, eu fui antes amassar uns pães turcos com azeite, iogurte, tomilho e sementes de sésamo. Pareceu-me mais sensato.

Inspira, expira...

Há coisas que me tiram do sério e há pessoas que só ao abanão e, mesmo assim, duvido e o dó (dó dos meus ouvidos, da minha paciência - já pouca, por sinal). Oh, pessoa, vá lá tomar uns comprimidos de bom senso, já que os de senso comum (genéricos) estão esgotados!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Mixed feelings...

A discussão é sempre a mesma: público vs privado. Há quem defenda acerrimamente o sistema público enquanto outros refugiam-se no privado. Cada um com as suas razões (válidas, na minha opinião) e limitações.
Se por um lado todos os cidadãos deveriam ter direito à saúde e à educação por igual não obstante o dinheiro ou os conhecimentos que têm, por outro a liberdade de escolha de cada um tem que ser respeitada. 
Ontem foi dia de nervos e preocupações. Mais um AVC sofrido com sequelas inevitáveis que, se devidamente acompanhado, poderia ter sido evitado ou pelo menos previsto e o seu impacto minorado. Digo eu, que não sou da área de saúde e a minha opinião vale o que vale. Muito pouco.
Mas ontem na Unidade Cerebrovascular do Hospital de S. José e em franco diálogo com a médica colocou-se a questão se estariam preparados para assistir este caso da melhor forma possível. A médica explicou que são a unidade de especialidade e referência da cidade e têm cuidados intensivos que alguns hospitais privados não disponibilizam. Acredito. Acredito que há equipamentos que os hospitais privados não adquirem devido ao elevado custo dos mesmos. Mas, infelizmente, também acredito que, nos hospitais públicos, os cuidados primários e intermédios muitas vezes são descurados, quer por falta de recursos humanos, quer por instalações deficitárias que não permitem a gestão do afluxo de utentes.
Este caso estava a ser acompanhado, há três meses, no Hospital de Santarém com um diagnóstico de tendinite. Um pé inchado e dores incómodas. Muitos anti-inflamatórios depois, a situação clínica mantinha-se. No passado sábado, em conversa informal e descontraída, verifica-se que o outro pé começava a apresentar sintomas idênticos. Muitas campainhas tocam a rebate e muitas questões se colocam sobre a diagnóstico de tendinite. Num abrir e fechar de olhos acontece um internamento por pneumonia que culmina num AVC.
Se os hospitais públicos dispõem de equipamentos  e de recursos humanos altamente especializados para os casos complicados, situação que não acontece em todos os hospitais privados, porque é que não se investe também nos cuidados primários e na prevenção por forma a evitar o sofrimento das pessoas e, em última análise, a poupar dinheiro aos cofres do Estado. Certamente que estes cuidados intensivos, quer do ponto tecnológico quer do número de especialistas envolvidos, saem muito mais dispendiosos do que uma correcta triagem, diagnóstico e consequente terapêutica eficazes. Digo eu que não percebo nada disto e sou uma sonhadora totó.

Nem mas, nem meio mas...




Voltei à carga. Cozi mais umas batatas, amassei-as e juntei à bendita massa dos pastéis de bacalhau. Foram ao forno e..., olha, ficaram comestíveis. Nada que me leve a repetir a experiência mas também não me deixaram KO.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Mas...

... quem me manda a mim, sapateira, ir tocar rabecão?
Mãe querida fala em pastéis de bacalhau e eu, que até não vou daqui ali por um, começo a pensar em fazer pastéis. O facto de nunca ter feito não me impede de me lançar sem medos na tarefa de desfiar, juntar, amassar, bater e moldar (ou tentar) a massa dos desejados pastéis.
Pena que de todas as receitas que vi, optei pela que não quis funcionar.
Depois de um resultado tão blhec, agarrei na massa que não utilizei e coloquei-a no frigorífico para voltar à carga no dia seguinte.
Papoila, querida, tu és mais bolos!

Entretanto (take II)...

Apareceram uns comilões não convidados e os bolinhos de chocolate foram-se... pelo cano abaixo - malditas formigas que este ano ainda não tinham dado um ar da sua gracinha parva!
O que vale é que esta coisa da blogolândia não é só futilidades e a MAC partilhou que o fermento em pó acaba com as formigas com a vantagem de não ser perigoso para os humanos. E não é que resulta mesmo?

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Detesto...

... quando alguém começa uma frase com um: "É assim..." e continua com ar pseudo-entendido e um tom a roçar a arrogância e simultaneamente condescendente que esta será a única solução/opinião válida e possível em todo o mundo (e arredores). Bah...

Entretanto...

A mãe fez anos, o avô também.
E eu fiz tudo...
e mais uns pares de botas bolachas (para mim porque eu mereço)!

Lisbon Fashion Night Out...

Que giro que foi ver as fashion wannabees numa tentativa hercúlea de dominar a calçada portuguesa em stilettos de 15 cm.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

À la filme...

Pessoa extremamente irritada mas ainda com uma réstea de razão, conduz ao bom estilo Michèle Mouton no campus universitário desta cidade. Pára à porta de uma das faculdades e emite um muito convicto SAI.
Ah e tal... desculpa... não queria... eu até posso...
SAI!
E fui boazinha, entreguei a encomenda no destino.
Oh, diazinho de cão!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quem avisa...

Hoje não estou para amar. Ou há bom senso ou o dia vai acabar meio amargo.
Gente crescida, eu não sou vossa mãe, sim?!


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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Mesmo, mesmo...


Tivesse eu coragem, menos uns anos e uma dose de loucura mais exagerada e enfiava a minha vida em um ou dois contentores e mudava-me para a Suiça. Gosto desta organização, deste método e principalmente desta qualidade de vida, já para não falar nos queijos, nos chocolates, nos gelados e nas paisagens belíssimas deste país. Podem chamar os suiços de frios, arrogantes e mais o diabo a sete. E até podem gozar com a bandeira do "hospital dos malucos". E não têm um oceano e faz muito frio e tuditudi. É tudo muito verdade mas eu acho mesmo que seria muito feliz por aqui. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Magnificent...


E foi há 15 anos que descobri o litoral alentejano/costa vicentina. Carvalhal, Amoreira, Amália, Odeceixe, Maria Vinagre e tuditudi até Sagres.O bichinho ficou. Um fim-de-semana prolongado em Agosto soube a tão pouco. Alterinhos junta-se à lista das praias mais bonitas do Alentejo. A repetir, se possível, todos os anos.

sábado, 31 de agosto de 2013

My new best friend...

Já nos conhecemos há muito tempo, partilhamos confidências e inventamos novos sabores. Temos amigos comuns mas redescobrimo-nos há uns meses atrás num lugar improvável, algo inóspito até, e tornámo-nos quase inseparáveis. Have a seat, Mr. Thyme.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Ena, ena...

As cores nervosas não sobreviveram ao mínimo argumento (meu!) mas não voltamos à calma dos tons pasteis. Não, isso seria fácil demais e eu tenho que trabalhar, dizem eles!
Nova tarefa - arranjar qualquer mais fácil que comporte toda a informação necessária e, muito especialmente, todas as mudanças de último segundo (é que já nem é de última hora).
Ai, nosso senhor dos agnósticos, dai-me cérebro para eu conseguir orquestrar este mega puzzle.

Gaiola de doidos...


Eu era feliz (mais ou menos) com o mundo vestido de cores pastel. Agora querem (aqueles russos do demo) pintar a minha vida de cores nervosas.
Eu não percebo nada do segundo gráfico. Chamam-lhe evolução. Eu chamo-lhe meio caminho andado para o caos total.
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OMG...

Só para ser nice and polite e não espetar com um WTF.
O caos instalou-se ao ponto de, para tomar um duche rápido, ter que levar os dois telefones para a casa de banho e interromper o mesmo a cada três minutos para ler um ou outro email novo.
Arritmias? Palpitações? Nervoso grandinho? Nem sei porquê... Frescuras da minha pessoa. É isso. Isso e trabalhar com gente esquisitinha.

Queridos colegas suiços, 
Adoro-vos de paixão.
Brgds,
Papoila

Queridos colegas russos,
Ganhem juízo, sim?!
Brgds,
Papoila

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Probabilidades...

Em duas semanas perdi três aviões!
E não, não me atrasei. Mudança de planos e vontades a cada 2 minutos transforma uma pessoa normal numa louca à beira de um colapso nervoso e com um camadão de stress que culmina num ataque de borbulhas do século passado. Córror!
Acho que vou ser banida do aeroporto de Lisboa. 

Checked...

Missão possível russa - ensandecer esta pessoa (eu!)
Resultado da missão acima mencionada - Concluído!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mau..

É timing, senhores! TIMING e não timming. Isso é outra coisa, pá!
Ando mesmo, mesmo atravessada. Deve ser da falta do chocolate. 

Podia dar-me para pior...

Flammkuche de pêra e queijo feta com tomilho fresco e pimenta rosa. Ah e tal tenho que fazer desaparecer dois quilos. Sim, sim... estou no caminho certo.
Pelo menos serve de terapia contra o nervoso miudinho. Melhor que fazer bolos é mesmo pôr a mão na massa (e sová-la se os nervos forem mais para o grandinho)!

E mais e outra vez...

E o dia entrou pela noite dentro, e o taxista perdeu-se ou queria perder-me (de vista), e a noite ficou tão curta, e ficou tudo de pernas para o ar (deve ser do calor) e entretanto magoei o dedo, não sei onde sequer, e acho que estou a ficar hipocondríaca. É isso! Estou a ficar paranóica com pseudo sintomas de doenças esquisitas dignas de uma nova temporada do Dr. Bengala.

No meio de tanta atribulação, tropecei na Palmier Encoberto - serviu para aligeirar o dia que prometia uma montanha russa (?!) de obstáculos. 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

E continua...

E o avião tinha um problema técnico, assim informou o comandante para acalmar os passageiros, suponho. Os que têm medo devem ter ficado em êxtase com a explicação. Eu perdi a ligação e umas horas de sono e por aqui estou à espera de chegar ao destino, de preferência, inteira.
Mas o dia ainda não acabou, pois não?
What else, George?


Diz que sim...

Hoje é dia 13, não é?
Para mim estar a ser um dia muito esquisitinho. Com todas as trapalhadas que já aconteceram, o avião chegar a Moscovo direitinho já vai ser muito bom. Uma sorte, diria.


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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Procura-se...

O dia de quarta-feira, 13 de Agosto que desapareceu da agenda no passado dia 10 pelas 22.30. Vestia simpatia com umas 24 horas extra de sol e delegou todas as responsabilidades à irmã terça-feira deixando às aranhas quem (moi-même) contava com a sua presença.
E agora, quarta-feira? Agora vou ter que enfiar o Rossio na Betesga, está-se mesmo a ver! 
Depois queixo-me disto, daquilo e de mais qualquer coisinha. Sim, sim.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A amiga previdência...

Ou o estado chalupa de cansaço acumulado juntamente com aquela cor de cabelo que não oferece grandes garantias.
Quais as probabilidades de estar na dúvida no envio de um mail com uma proposta de negócio e escolher-me como destinatário do mesmo mail? Por engano, of course!


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Portuguesa, com certeza...

Vi. Gostei. Recomendo.
Ri. Ri muito. E emocionei-me.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Eh eh eh...

Local: elevador de um prédio da capital após uma reunião com um advogado com alguns tiques irritantes
Tema de conversa: Opinião sobre o advogado

C - Que achaste do advogado?
Moi-même - dois mil e treuze!
C & moi-même em uníssono: Ahahahahahahahahahahahahahhaha!
I rest my case.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Não tocar, sff...

Quando morava naquele primeiro andar a contar vindo do céu não tinha campainha. Tinha mas avariou e à conta da publicidade, correio, peditórios e outros chatos nunca mais quis a campainha a funcionar. Também não recebia visitas surpresa, ah e tal estava a passar aqui e decidi ver se estavas em casa. Não! Todos (convidados e outros) tinham que telefonar primeiro. Ah! e como não tinha telefone fixo, podia sempre dizer que estava mesmo de saída ou não estava em casa. Nunca o fiz, mas sentir a liberdade de evitar visitas impróprias dava-me um certo gozo, confesso. Depois cresci, dizem, e mudei de casa e aqui há campainha e telefone fixo e tuditudi e uma pessoa precisa de descansar só como eu e o Deus dos agnósticos sabemos e forçou-se a fazer uma sesta para evitar fazer tilt de vez e, claro, que a campainha e o telefone fixo tocaram simultaneamente. Tenho para mim que vamos voltar a fazer as pazes com as campainhas avariadas!


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Das duas, três...

Ou eu estou surdinha ou, então, não sei!
A senhora da charcutaria desejou um Bom Natal à senhora que estava à minha frente e depois repetiu-o a moi-même!
Estará a senhora baralhada ou serei eu a louca de serviço? Tenho para mim que se apostar as fichas todas na última hipótese não perco tudo.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Pergunta para queijo (mal cheiroso)...

Blusas, camisas, saias, enfim... trapos 100% seda fluidos, frescos e maravilhosos. Uns são laváveis outros só permitem limpeza a seco. Why?


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quinta-feira, 25 de julho de 2013

So true...




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Haja dinheiro...

Então viraram o aeroporto de Lisboa do avesso e não dizem nada a moi-même? Uma pessoa ausenta-se por uns tempo e quando regressa está tudo diferente? Ao menos umas placas identificativas, senhores. O autocarro despeja os passageiros junto a uma porta de vidro e depois, olha, façam-se à vida. Ficámos todos a olhar para o palácio. Lá descobri um sinal a dizer recolha de bagagem, segui-o. Seguiram-me os outros passageiros todos (senti-me uma verdadeira guia turística, só faltou o chapéu de chuva encarnado ou vermelho e um grupo de japoneses com as suas máquinas fotográficas) até não haver nem setas nem índios nem nada. Depois foi puro olfacto ou sexto sentido ou muitos anos a fazer piscinas para cá e para lá.
Mas sim, está tudo muito bonito, digno de um verdadeiro aeroporto internacional com uma área de transferências que nada fica atrás das suas homólogas europeias. Muitas lojas para gastar dinheiro. A Victoria's Secrets vai abrir por cá. A Fnac também está lá e muitas outras. Espaçoso e iluminado. Não está acabado mas promete. Gostei.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A idade, a idade...

... ou a senilidade!
Procuro na pasta LISBOA do telefone os planos ou assuntos pendentes para o meu regresso a Portugal:
 - Ir ao Porto.
É aquela coisa do só estou bem, onde não estou!

Shame on me...

Hoje voltei a sentir-me miúda. Mas miúda mesmo, criança pequena que faz disparates e fica com medo de ser repreendida. Hoje ultrapassei-me e fiz algo que não faz parte da minha forma de agir. Quando não gosto, não gosto e é visível à distância. Não preciso de joguinhos, vingançazinhas ou intriguinhas.
Mas hoje, e depois de um saco cheio de disparates e muito provavelmente com a ajuda da febre a nublar-me o discernimento de pessoa crescida que sou (embora muitas vezes não perceba o quão rápido isto tudo aconteceu), fiz eu o meu disparatezinho do dia sem precedentes (e espera-se sem repetentes!).
Um bocadinho a tremer (com receio de ser apanhada) e sem ninguém ver (estou eu aqui a pedir a todos os anjinhos) despejei generosamente o frasco do Tabasco na bolonhesa do fala barato. Nem eu queria acreditar no que tinha acabado de fazer. A sério, sôdona Papoila? Então, os limites e o respeito e tal? Em minha defesa, tenho a dizer que a intenção não era pô-lo doente, era só mesmo enviá-lo para o WC por um bom par de horas para descansar um bocadinho a cabeça e os ouvidos! É isso, eu estava era transtornadíssima e completamente fora de mim. Feitas as contas, não fui bem eu que fiz semelhante coisa. Ok, depois dos dois castigos imediatos que o senhor Universo fez o favor de me enviar, sinto que devo desculpar-me sem mais penitências! Amanhã é outro dia.

E a caravana passa...

Estalou o verniz ou zangaram-se as comadres ou lá o que foi. Parece que o circo pegou fogo, os ânimos inflamaram-se e houve bate-boca pelo fim-de-semana fora. Essa é a parte da blogosfera que não compreendo. Acho que também não quero compreender. Nem saber. Muito menos tomar partido. Desta vez (outras houve que nem cheguei a perceber quem eram os intervenientes) tomei conhecimento das várias partes e continuo a não querer fazer parte da história, ser in, it girl, blogoamiga, com seguidores ou patrocinadores ou seja lá o que atrai as pessoas a tal Carnaval. Mas que há por aí muita gentinha em pontas, lá isso há. E que depois não passa tudo de um balão de ar que murcha rápido... mas isso sou eu que tenho umas manias muito minhas desta coisa da exposição (com bónus) a qualquer custo (e sem valores)...
Querido anonimato, tu mantém-te firme e hirto, pá!

sábado, 20 de julho de 2013

Knock out...

Estou adoentada. É aquela coisa que nem dá para ir ao médico porque parece ser uma coisa mínima mas também não me deixa sentir bem. Andamos nisto há três semanas. Um dia contentinha da vida, outro dia com febre e dores de garganta, depois mais dois a vender saúde e mais três de molho. Já chateia. E muito.
Ontem cheguei a pensar que tinha aumentado de peso e que rondava para aí os 100 kg. Não conseguia abrir os olhos nem sair da cama. Mega esforço para fazer qualquer coisa de útil e, claro está, uma recaída com juros e correcção monetária. Dizem que o descanso é o melhor remédio. Não sei o que isso é. Mas sei que ando com uma preguiça mental aguda (ou grave!) e, doutorada como sou na área, voltei a exercer a tarefa na perfeição: procrastinar! 
"Deslarguem-me", please. Estou doente!

domingo, 14 de julho de 2013

So mad...

Não sei se ainda são resquícios do concerto ou se é só esta gaiola de doidos onde vivo que me está a atormentar mais do que o habitual, mas que esta tem sido a banda sonora dos últimos dias, lá isso tem.
Oh fim-de-semanazinho estranho!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Enjoy the silence...

Ai, a vontadinha que eu tenho de pespegar isto no Facebook! Não devo. Não o faço. 
Se por um lado arrancaria umas valentes gargalhadas a uns, por outro duvido que tivesse algum resultado prático. Mas daria para uns cinco minutos de nervos (com direito a birra e tudo) e um abalozinho num mega ego hiper balofo. Raisparta a diarreia verbal do sujeito!

Mãe é mãe...

Nem os quilómetros de distância, as interferências das comunicações ou o ruído de fundo enganam uma mãe. 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Eu mereço...

E o Verão, que estava em crise e não podia vir, lá deu um ar da sua graça e tal. Parece que as temperaturas dispararam e os 40ºC andam à solta. Imagino as praias, e as noites quentes e a brisa leve. Pois... só posso imaginar e pedir a St. Peter para guardar um bocadinho para mim lá mais para o fim do mês, pleeeeeeease! 

Olhamestes...

Tenho para mim que os americanos decidiram festejar o 4 de Julho na minha garganta. Há dois dias que andam em ensaios e isto hoje está para lá de mau. Tosse, febre, garganta irritada. É a garganta e eu! Entretanto passei de soprano a baixo ou como passei a ter uma voz sexy e a ser ouvida pelos colegas de calças ou, melhor ainda, perguntarem-me, cada vez que atendo o telefone, se estava a dormir. Vá, já chega, ide embora para o lado de lá do lago, está bem? E bom feriado e celebrem muito mas fora da minha garganta. Eu também quero a minha independência!

A sério...

Dizem que com a idade vamos amaciando os ímpetos, tornando-nos mais sábios e, talvez por isso, mais doces e pacientes. 
Eu, tortinha da Purificação Abreu, cada vez tenho menos paciência para a estupidez ambulante. Cada vez mais, a burrice velhaca exaspera-me e desespera-me o espírito. Mas isto sou eu que tenho a mania de ser diferente e não seguir o bando (de totós).

terça-feira, 2 de julho de 2013

O elo...

Quem será o próximo a querer ir de férias descansado? A aguardar por mais desenvolvimentos... 

Wishlist...

Como ando atravessada e muito atacada dos nervos, quero umas coisas destas. Não é só para mim, é para as tardes e noites de Verão. Dá-me para o consumismo (às vezes desenfreado) quando sinto estes calores que nada têm a ver com as vontades de St. Peter.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Suck (com F)...

Então, agora bloquearam-me isto à cause de actividades suspeitas?! Moi?!
Querido Universo, eu já percebi a tua chamada de atenção. Não há necessidade de continuar estes joguinhos do esconde esconde. 
Em vez de aprender a lição, fico cada vez mais furiosa!

domingo, 30 de junho de 2013

2013 sucks...

Não sei é do número da sorte invertida (nem quero dizer a outra palavra - queruzes!).
Ele há dias que uma pessoa não devia sair da cama, vá... de casa!
Desde a alvorada até ao finalzinho anda tudo às avessas, canário! Até a porcaria do frasquinho do verniz lembrou-se de explodir. 
Mais alguma coisa Universo? Eu sei que não me portei lá essas coisas mas não vale a pena estas contrariedades porque eu sei onde posso eventualmente estar errada. Está assimilado. Não quer dizer que mude de opinião. Essa é a parte difícil. 
Há uns seres que já cá vieram muitas vezes e são evoluídos e boas pessoas e fofinhos e tuditudi. Eu não. Pelos visto na minha última passagem devo ter sido cão e estas reminiscências territoriais não me deixam alcançar a luz. Shame on me!!!

sábado, 22 de junho de 2013

Que dó...

Irá rezar a história que, no ano de 2013, o Verão foi recebido em Uggs! Pois, sentia frio e andar a calcorrear a calçada portuguesa de saltos altos já não é para uma senhora da minha idade. Lá fui ouvir Lisboa em Si de Uggs e não me arrependo nada. 
E qual Camões qual carapuça. O carro ficou quase em Santos e o resto foi mesmo a pé ao som dos barcos e dos comboios. Os sinos ouviam-se ao longe. Bamby!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Lisboa em Si...

Então vamos lá dar as boas vindas ao Verão com música urbana e um pôr-do-sol único. Castelo, Terreiro do Paço, Camões. Castelo, Terreiro do Paço, Camões. Castelo, Terreiro do Paço, Camões. Hum... onde é que eu consigo enfiar a viatura numa sexta-feira à noite? Que sera, sera!

Verão...


Olha, diz que o Verão começa hoje mas estas cores são mais outonais. Hoje deu-me para o doce de abóbora (e está tããão bom!).
Tanto livro de receitas, ao menos que dê alguma coisa que se coma!
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E não é que têm razão...




Eu aqui cheia de vontade de pôr mãos à obra e montar o raio da estante e os suecos já estão a prever a tristeza de uma pessoa em não o conseguir.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Menos é mais...




Por aqui é demais!
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Olha-me este...

Há professores doutores muito engraçados. Este é um deles.
Prof. Dr. - Onde trabalha?
Moi-même - Em Moscovo.
Prof. Dr. - Moscovo? Ai, conte-me tudo...
Moi-même - Assim e assado...
Prof. Dr. - Mas isso é fantástico.
Moi-même - Anda a matar-me aos bocadinhos, mas... sim, gosto!
Prof. Dr. (já imparável e a querer saber mais do que o que eu queria/podia contar) - E está lá sozinha?
Moi-même - Sim, e coiso e tal...
Prof. Dr. - Inacreditável. É fantástico!

E assim continuámos por algum tempo até à despedida.

Prof. Dr. - Mas é portuguesa?
Moi-Même - Sim, sou. 100%.
Prof. Dr. - Deixe-me que lhe diga que não parece nada. Parece mesmo russa.

Só espero que a comparação seja mais para o lado das Sharapovas e das Kournikovas (cof, cof, cof!) e não das Baboushkas.

Magia...

Uma pessoa vai às compras e traz uma cesta saudável. Ele é brócolos, cenouras e chuchu e com tais ingredientes planeia um jantar saudável. Um peixinho fresco com uns legumes a acompanhar. Entre o chegar a casa e o sentar à mesa, o peixe mascarou-se de vitela e os legumes frescos de potato gratin. Depois queixo-me ah e tal e isto e aquilo... Pois, sim!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Se assim é...

Então, amanhã (que já é hoje) espera-se neve na Serra da Estrela. Amanhã (hoje), dia 18 de Junho? A poucos dias do início do Verão? Sim senhor, St. Peter. Não está nada chalupa este senhor. Naaaada!
E eu que passei a noite a sonhar que andava a fazer ski (e algum sku) nas pistas negras pela montanha abaixo. Ele há coincidências muito esquisitas.

domingo, 16 de junho de 2013

Um sábado...


... a saber a férias grandes!
Um pulinho ao mercado biológico do Príncipe Real com segundas intenções (frutos vermelhos para pecar mais tarde), as sobrinhas, praia, uma irmã com partenaire (muito bem vindo), gelados saudáveis, gelados menos saudáveis, bolas de berlim (siiiiim!), jogo dos quatro cantinhos (que não conhecia mas que deu para grandes risotas e uns tombos valentes), o pôr-do-sol, uma birra infantil, um happy hour calórico, um jantar fora de horas, umas caipiroscas marotas e um pecado guloso. A cozinha ficou de pernas para o ar mas vale sempre a pena. Partilhar bons momentos com quem mais amamos, com quem é nosso!

E mais...

Há também aquela coisa da meritocracia que é coisa antiga e fora de moda - córror - e que eu teimo em achar piada! Pfff...

sábado, 15 de junho de 2013

E depois...

Tenho para mim que isto não passa de uma feira de vaidades cheia de convencidos em bicos de pé para parecer mais do que o que realmente são. Mas a verdade é que aquele lobbyzinho, jogo de cintura, amigos dos copos, cunha daqui e dali, nome pomposo com consoante dobrada acaba por levar a água ao seu moinho. Pena é que seja um balão de ar. Quando vazio é uma tripita sem graça. Ou isso ou eu sou mesmo bichinho do mato. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Comam a sopa e cresçam...

Hoje no rescaldo da maldita água mineral que me caiu tão mal e agarradíssima ao trabalho - confesso que só obrigada, a vontade é quase nenhuma - e a seleccionar CVs, detenho-me perante o &@#$impossibleisnothing@&@#$.com. Com um endereço de email assim, pergunto-me se vale a pena conhecer a peça. Receio pela minha sanidade mental, já extremamente fragilizada pelas últimas trapalhices made in Russia.

Santos Pops...

Não vi as marchas, não trouxe nenhum manjerico, as sardinhas estavam mais ou menos e a água (sim, só bebi água) fez-me mal. Entretanto houve outros danos. Foram uns santos muito pouco populares.