quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Olá, fresquinho...




E foi assim que Moscovo me recebeu!
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Já neva...




Estou com uma vontadinha de calçar as Uggs (not). Acho que as pessoas no aeroporto vão pensar que foi desta que perdi o juízo de vez.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Soluções criativas...


É querer fazer um Tiramisu para um aniversariante, passar a manhã nas Urgências do hospital, vir a correr fazer efectivamente o Tiramisu, saltar o almoço, não ter tempo suficiente para ficar no frigorífico, colocá-lo no chão do carro (dentro de uma caixa) e ligar o ar condicionado no máximo para chegar ao destino com um ar compostinho.
Amanhã se estiver doente, foi do frio que apanhei nos pés.
Podia ter escolhido não ir ao hospital ou não ter feito o Tiramisu mas não seria a mesma coisa!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

E não é que começou mesmo...





Completamente incorrecta...

Gostava de conhecer uma Claúdia que não fosse manienta e uma Elisabete que não fosse burra para poder atirar as minhas teorias patetas por terra!

Ontem, deu-me para isto...




Uns amassam a paciência, eu fui antes amassar uns pães turcos com azeite, iogurte, tomilho e sementes de sésamo. Pareceu-me mais sensato.

Inspira, expira...

Há coisas que me tiram do sério e há pessoas que só ao abanão e, mesmo assim, duvido e o dó (dó dos meus ouvidos, da minha paciência - já pouca, por sinal). Oh, pessoa, vá lá tomar uns comprimidos de bom senso, já que os de senso comum (genéricos) estão esgotados!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Mixed feelings...

A discussão é sempre a mesma: público vs privado. Há quem defenda acerrimamente o sistema público enquanto outros refugiam-se no privado. Cada um com as suas razões (válidas, na minha opinião) e limitações.
Se por um lado todos os cidadãos deveriam ter direito à saúde e à educação por igual não obstante o dinheiro ou os conhecimentos que têm, por outro a liberdade de escolha de cada um tem que ser respeitada. 
Ontem foi dia de nervos e preocupações. Mais um AVC sofrido com sequelas inevitáveis que, se devidamente acompanhado, poderia ter sido evitado ou pelo menos previsto e o seu impacto minorado. Digo eu, que não sou da área de saúde e a minha opinião vale o que vale. Muito pouco.
Mas ontem na Unidade Cerebrovascular do Hospital de S. José e em franco diálogo com a médica colocou-se a questão se estariam preparados para assistir este caso da melhor forma possível. A médica explicou que são a unidade de especialidade e referência da cidade e têm cuidados intensivos que alguns hospitais privados não disponibilizam. Acredito. Acredito que há equipamentos que os hospitais privados não adquirem devido ao elevado custo dos mesmos. Mas, infelizmente, também acredito que, nos hospitais públicos, os cuidados primários e intermédios muitas vezes são descurados, quer por falta de recursos humanos, quer por instalações deficitárias que não permitem a gestão do afluxo de utentes.
Este caso estava a ser acompanhado, há três meses, no Hospital de Santarém com um diagnóstico de tendinite. Um pé inchado e dores incómodas. Muitos anti-inflamatórios depois, a situação clínica mantinha-se. No passado sábado, em conversa informal e descontraída, verifica-se que o outro pé começava a apresentar sintomas idênticos. Muitas campainhas tocam a rebate e muitas questões se colocam sobre a diagnóstico de tendinite. Num abrir e fechar de olhos acontece um internamento por pneumonia que culmina num AVC.
Se os hospitais públicos dispõem de equipamentos  e de recursos humanos altamente especializados para os casos complicados, situação que não acontece em todos os hospitais privados, porque é que não se investe também nos cuidados primários e na prevenção por forma a evitar o sofrimento das pessoas e, em última análise, a poupar dinheiro aos cofres do Estado. Certamente que estes cuidados intensivos, quer do ponto tecnológico quer do número de especialistas envolvidos, saem muito mais dispendiosos do que uma correcta triagem, diagnóstico e consequente terapêutica eficazes. Digo eu que não percebo nada disto e sou uma sonhadora totó.

Nem mas, nem meio mas...




Voltei à carga. Cozi mais umas batatas, amassei-as e juntei à bendita massa dos pastéis de bacalhau. Foram ao forno e..., olha, ficaram comestíveis. Nada que me leve a repetir a experiência mas também não me deixaram KO.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Mas...

... quem me manda a mim, sapateira, ir tocar rabecão?
Mãe querida fala em pastéis de bacalhau e eu, que até não vou daqui ali por um, começo a pensar em fazer pastéis. O facto de nunca ter feito não me impede de me lançar sem medos na tarefa de desfiar, juntar, amassar, bater e moldar (ou tentar) a massa dos desejados pastéis.
Pena que de todas as receitas que vi, optei pela que não quis funcionar.
Depois de um resultado tão blhec, agarrei na massa que não utilizei e coloquei-a no frigorífico para voltar à carga no dia seguinte.
Papoila, querida, tu és mais bolos!

Entretanto (take II)...

Apareceram uns comilões não convidados e os bolinhos de chocolate foram-se... pelo cano abaixo - malditas formigas que este ano ainda não tinham dado um ar da sua gracinha parva!
O que vale é que esta coisa da blogolândia não é só futilidades e a MAC partilhou que o fermento em pó acaba com as formigas com a vantagem de não ser perigoso para os humanos. E não é que resulta mesmo?

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Detesto...

... quando alguém começa uma frase com um: "É assim..." e continua com ar pseudo-entendido e um tom a roçar a arrogância e simultaneamente condescendente que esta será a única solução/opinião válida e possível em todo o mundo (e arredores). Bah...

Entretanto...

A mãe fez anos, o avô também.
E eu fiz tudo...
e mais uns pares de botas bolachas (para mim porque eu mereço)!

Lisbon Fashion Night Out...

Que giro que foi ver as fashion wannabees numa tentativa hercúlea de dominar a calçada portuguesa em stilettos de 15 cm.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

À la filme...

Pessoa extremamente irritada mas ainda com uma réstea de razão, conduz ao bom estilo Michèle Mouton no campus universitário desta cidade. Pára à porta de uma das faculdades e emite um muito convicto SAI.
Ah e tal... desculpa... não queria... eu até posso...
SAI!
E fui boazinha, entreguei a encomenda no destino.
Oh, diazinho de cão!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quem avisa...

Hoje não estou para amar. Ou há bom senso ou o dia vai acabar meio amargo.
Gente crescida, eu não sou vossa mãe, sim?!


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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Mesmo, mesmo...


Tivesse eu coragem, menos uns anos e uma dose de loucura mais exagerada e enfiava a minha vida em um ou dois contentores e mudava-me para a Suiça. Gosto desta organização, deste método e principalmente desta qualidade de vida, já para não falar nos queijos, nos chocolates, nos gelados e nas paisagens belíssimas deste país. Podem chamar os suiços de frios, arrogantes e mais o diabo a sete. E até podem gozar com a bandeira do "hospital dos malucos". E não têm um oceano e faz muito frio e tuditudi. É tudo muito verdade mas eu acho mesmo que seria muito feliz por aqui. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Magnificent...


E foi há 15 anos que descobri o litoral alentejano/costa vicentina. Carvalhal, Amoreira, Amália, Odeceixe, Maria Vinagre e tuditudi até Sagres.O bichinho ficou. Um fim-de-semana prolongado em Agosto soube a tão pouco. Alterinhos junta-se à lista das praias mais bonitas do Alentejo. A repetir, se possível, todos os anos.