quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Here we go again...




Está frio, canário!
Os limpa-neves saíram à rua e esta noite as entradas dos edifícios foram cobertas com as habituais carpetes de Inverno. Não há volta a dar. Ele chegou e para ficar por uns largos meses.
Olá, casaco siberiano. Há muito que não nos víamos. Let's go for a ride, sim!?
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Russices...

Jantei um Actimel com cereais, ao pequeno-almoço foi servido batatas cozidas com um estufado de carne.
Se esta gente não é taralhoca, não sei mais que lhes possa chamar.
E assim se vive, mais ou menos alegremente, por terras gélidas de idos czars e czarinas e actuais divas, muitas divas.
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Inverno chegou...




Nevinho foi uma expressão generosa. Hoje já senti frio a sério e ainda não chegámos aos -30ºC.
E como estou gelada, vou ali aquecer estes ossos numa saunazita russa e de seguida fazer as valises para o regresso au Portugal (assim em francês acentua este meu lado semi-emigrante).
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Nova temporada...




E aqui vamos nós outra vez para mais um Inverno daqueles. Este foi o primeiro nevinho a sério. Sim, de nevão ainda não tem nada.
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This is Russia...

Ontem apeteceu-me chorar. Estive assim a olhar para dentro a ver em que é que a coisa ia dar. Não foi de nervos, nem de tristeza nem nenhum outro drama qualquer. Foi puro cansaço. Um cansaço extremo  acumulado de várias noites curtíssimas e do mesmo número de dias longuíssimos e muitos aborrecimentos e trabalho, trabalho e mais trabalho. E quando já estava a ver a luzinha a brilhar lá ao fundo = ao bilhete de avião com destino a Lisboa, passam-me uma rasteira e atiram-me ao chão. Pois, diz que não vou nada para casa, que tenho que ficar mais um dia trancada naquele escritório a entrevistar pessoas. Há dois dias que não faço mais nada a não ser olhar para CVs e entrevistar gente (estranhíssima). Não é bem verdade, depois das 18:00 tenho mais mil coisas para fazer, supervisionar a minha outra área de acção, ajudar as minhas colegas incapazes, corrigir erros, voar para outra cidade porque afinal tudo correu mal e não dormir nada de jeito nestes últimos dias. E, assim, ficar com uma dor de cabeça terrível e muito rabugenta. 
Queixar-me a sério, não posso. Foi esta a decisão que tomei há quase 7 anos e foi esta a escolha que fiz há dois anos quando tive a oportunidade de mudar de paragens. Às vezes questiono a minha lucidez ou a falta dela. 
Farinha, ovos, açúcar, baunilha, leite, chocolate me aguardem porque eu preciso desesperadamente de vos usar. Assim, sem dó nem piedade!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

sábado, 23 de novembro de 2013

Um dia deu-me para isto...




Não me deu para tirar a fotografia em casa, devidamente iluminada e enquadrada. Não, para isso não me deu. Deu-me para passar muito rapidamente por essa ideia e depois esquecer-me completamente e sair porta fora a correr, aliás, como já é meu costume. Vá lá, deu-me para tirar uma fotografia no carro mesmo antes da entrega, o que já não é mau de todo, tendo em conta a cabeça de alho chocho que me assiste.
Bom, mas um dia fui almoçar com duas amigas ao japonês. Comemos sushi - para mim uma experiência ingrata, especialmente quando insistem sempre na mesma questão:
- Gostas deste sushi? É tão bom como o verdadeiro?
Nunca me passa pela cabeça que me convidem para comer sushi falso, mas pronto, não há volta a dar. É assim e será assim.
Mas adiante, eu, sopeira de bolos assumidíssima, lembrei-me de fazer os meus bolinhos/biscoitos/bolachas (what shall I call it?) de dois chocolates para as amigas sushizeiras. Não me lembrei, isso já era tarefa para pessoa mais inteligente e capaz, foi como os iria entregar. Como funciono bem sob stresses de última hora, foi mesmo à última que peguei em dois frascos de vidro de grão ou feijão (sou ferro-velho e guardo tuditudi mas um dia acaba por dar um jeitão - até o dia chegar é que é uma maçada porque é só tralha que vai sendo empurrada para a garagem), lá coloquei os bolinhos/biscoitos/bolachas (what shall I call it?) e com uns cordéis e uns papéis fiz uma coisa assim catita - dizem as ilustres destinatárias.
E agora diz que tenho que fazer mais seis. Parece que foi um sucesso e querem mais. Pronto, está bem. Faça-se o gosto à boca e ao dedo. Não vou ficar rica a fazer bolinhos mas fico muito contente que tenham gostado e entretanto faço mais umas horas de terapia para ajudar a sarar as mazelas sofridas deste lado da cortina. Aqui não faço bolos mas fazem-me a cabeça em papa e não é doce!
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Trendsetter...

Há quem revire os olhos de enfastiamento, eu entorto-os. Só para dar um ar mais ridículo à coisa.
Ontem e depois de três dias a trabalhar com uma tão experiente colega (not! - mas de onde é que estas pessoas aparecem?) e ao tropeçar em mais um disparate do mais disparatado possível - ficar presa numa sala com dois colegas só porque S. Excelentíssima Excelência tem um QI... excelente - vejo o meu colega mais velho, um senhor alto, magro e com um ar muito distinto, a entortar os olhos e a fazer aquele cara patética, já imagem de marca da minha pessoa.
Pronto, já lancei dois looks, uma expressão aliviadora de stress e agora uma careta com significado. Ui, estou uma fashionista feita.

Coincidências...

Ontem estive com férias marcadas no Brasil durante dois minutos. Como detesto chico-espertices e publicidade enganosa, foi mesmo com um simples click que cancelei tudo de uma só vez. Virei-me para a velha Europa e, embora estivesse tentada a rumar mais a Norte, voltei a decidir-me por Itália. Hoje, por coincidência ou não, recebo novidades do Algiubagio'. I'll be there. Soon.


domingo, 17 de novembro de 2013

Aviso à experimentação...

Tenho a informar que a Elmex Sensitive Professional é muito mais eficaz que a Colgate Advanced Whitening. Custa é a retirar da pele como tudo. Não é em vão que se chama pasta dentífrica em vez de creme ou gel ou outra coisa qualquer. Já para o fim que foi criado prefiro a Amiga Colgate. Feitas as contas é uma win-win situation. Nada se cria, nada se perde...


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sábado, 16 de novembro de 2013

Só a mim...

Uma pessoa vê-se atacada por sintomas próprios de uma ida (tão ida!) adolescência. Acorda com a cara feita num bolo (exagero muito comum à tal idade) sem ter pecado por aí além naquelas coisas que normalmente atiçam estes problemas. O chocolate deixou de fazer parte da bagagem e não se tem exagerado nos citrinos. Uma pessoa bebe mais água, põe cremes, faz o esfoliante e o ataque persiste. Uma pessoa desespera e decide-se por uma mezinha das antigas. Enche a cara (mais exageros!) de pasta dos dentes e vai dormir. Uma pessoa acorda quase curada e relaxa. No dia seguinte volta à estaca zero. Macacos me mordam se não previno as cáries faciais para todo o sempre e, de caminho, ainda faço um branqueamento de pele intensivo.

Coisas...

Considero-me livre (no que é suposto sentirmo-nos livres na sociedade em que vivemos), arejada (por vezes tipo corrente de ar) e sem preconceitos de mentes apertadas que por aí proliferam a cada esquina. Mas a verdade é que acabei de cortar a última frase a um email que estava a enviar para um amigo gay com receio de ferir susceptibilidades. É que este amigo gay não é um maluco, extrovertido, bicha louca, descontraído, bon vivant como a maior parte dos gays que conheço, e conheço alguns. Este amigo (gay ou não - a mim pouco me interessa) é correcto, bom amigo e talvez até um pouco old-fashioned para algumas modernices desta nossa sociedade fast food. E, quando quis referir-me a uma outra pessoa que está sempre inquieta, on the go, em português com o fogo no rabo ou com picos no cu, achei que, se calhar, esta nossa língua poderia estar a ir além da minha intenção e decidi jogar pelo seguro. Uma coisa é a descontração total com muito riso à mistura outra coisa são palavras escritas a seco... às vezes difíceis de digerir.

Mais coisa, menos coisa...

Eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas, eu dormi nove horas seguidas!
Para mim um feito raro com um efeito incrivelmente reparador. I felt just great.
Claro está que hoje dormi mal e voltei ao meu eu normal: toda trocadinha e avariada. 


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domingo, 10 de novembro de 2013

Livros...

Depois de uma longa pausa, reconciliei-me com a María Pilar del Hierro e estou, novamente, em modo devorar-um-livro-a-cada-dois-dias. Não sei se se pode chamar ler. Mas sempre foi assim. Ora afasto-me por longas temporadas, ora vicio-me desenfradamente. Aquando da minha pré-adolescência facilmente trocava uma tarde de brincadeiras por uns três livros de aventura lidos de enfiada. Chegava a ouvir ralhetes por causa da postura (torta) das costas e dos olhos (que até agora ainda não fraquejaram - ai, knock on wood!) e lá tinha que levar a lanterna para debaixo dos lençóis para acabar o livro porque deixar a história a meio é que não podia ser de forma alguma, acho mesmo que nem o sono chegava.
Já dizia a minha avó que de poeta, médico e louco... E a neta, no que toca à loucura e para compensar os outros talentos inexistentes, foi devidamente agraciada. Oh se foi!


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domingo, 3 de novembro de 2013

Pão por Deus...

Soavam como um bando de pássaros. Parecia uma visita de estudo acompanhada por 6 professoras. Eram as mães com os seus petizes que andavam de porta em porta a pedir o Pão por Deus. Eu via uma cabeça intermitente do lado de lá do portão. Ora estava ora não estava. Era uma criancinha aos saltos que dizia nhão, nhão, nhéu e eu ainda com o cérebro adormecido e sem conhecer ninguém questionei aquela visita. As mães esclareceram-me e identificaram-me (não sei como, mas está bem) e lá voaram mais uns chocolates para fazer as delícias da pequenada. Haja escovas de dentes e vontade para o fazer!